TutorialOasisMontaj

March 21, 2018 | Author: Euci Pires | Category: Data, Magnetism, Low Pass Filter, Window (Computing), Equations


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InternoAerolevantamento Bacia do Parnaíba Tutorial Oasis Montaj 5.1- Geosoft GEO_030606.002 xx de xxxxx de 2003 Este relatório é para uso exclusivo da AeroGeoPhysica Latino America. Nenhuma de suas partes pode ser veiculada, transcrita ou reproduzida para distribuição fora da organização, sem prévio consentimento por escrito da AeroGeoPhysica Latino America. CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO 1 1.1 Sumário executivo 1 1.2 Documentos de referência 2 2. BASE DE DADOS 3 2.1 Área de Trabalho (Workspace) 3 2.2 2.2.1 2.2.2 2.2.3 2.2.4 2.2.5 Base de Dados (database) Criação de uma base de dados Importação dos dados Importação de arquivos no formato Geosoft XYZ Modificações na Base de Dados Interpolação de Dummies 3 4 5 7 8 9 2.3 Exibição de perfis 9 2.4 2.4.1 Projeção e Sistema de Coordenadas Especificação dos canais das coordenadas 11 11 GEO_030606.002 i 2.4.2 2.4.3 Especificação da projeção das coordenadas Criação de um novo sistema de coordenadas 12 12 3. OPERAÇÕES COM CANAIS 15 3.1 3.1.1 3.1.2 3.1.3 3.1.4 3.1.5 Operações Básicas com Canais Seleção de Linhas Seleção de um Canal Operações com Canais Operações Lógicas Analisando uma Interpolação 15 15 15 16 17 18 3.2 Correção de Defasagem de um Canal 19 4. INTERPOLAÇÃO BIDIMENSIONAL (GRIDS) 21 4.1 Interpolação pelo método da Mínima Curvatura 22 4.2 4.2.1 4.2.2 4.2.3 Análise de Grids Características e Estatísticas dos Grids Visualização de um Grid Visualização de um Grid com Sombreamento 23 23 23 24 4.3 4.3.1 4.3.2 4.3.3 Seleção de Janelas de Grids Criação um grid de tamanho específico Recorte de uma janela de um grid existente Recorte de um grid utilizando um polígono como janela 25 25 26 26 4.4 Grid Ternário 27 GEO_030606.002 ii 2 Processamento de Grids no Domínio do Espaço Operações com Grids Separação Regional Residual 28 28 29 5.1.5 5.3 Construção de um Mapa 2D Criação de um Mapa Base Inserção de um Grid no Mapa Escala de Cores 36 36 37 37 6.1.3 Construção de um Mapa com Relevo 43 6.5 Exportação do Mapa 44 GEO_030606.5.2.1 5. PROCESSAMENTO DE GRIDS 28 5.1 6.4 Curvas de Contorno 44 6.4 5.3 5.2 6.2 5.1 5.2.1.1.2.1 6.1 5.2.2 Ferramentas da Barra de Mapas 38 Ferramenta Link Dinâmico na localização de pontos (Shadow cursors with Dynamic Link) 40 Ferramenta Gerenciador (View / Groups Manager) 41 6.2.2.1 6.6 Processamento de Grids no Domínio do Comprimento de Onda Continuação Derivadas Redução a Latitudes Magnéticas Filtros de Passagem de Comprimentos de Onda Cosseno Direcional Sinal Analítico 29 32 32 33 34 34 34 6.2.2 5.2 6.1.002 iii .2. MAPAS 36 6. CONSTRUÇÃO DE PERFIS 56 11.2 Extensões de arquivos do Oasis montaj 62 12.1.1 12. AUTOMATIZAÇÃO DE PROCESSOS 53 9. CONCLUSÕES 58 12. GEOREFERENCIAMENTO DE IMAGENS 45 8.1 Gravação de Script 53 9. ANEXOS 59 12.2 Look Up 2 – Utilizando dois canais de referência 49 9.3 Exemplo de Automatização de Processo 63 GEO_030606.1 Expressões e Funções Matemáticas Regras para o uso de Dummies 60 61 12.2 Automatização utilizando o Word e o Excel 53 10. TRANSFERÊNCIA DE CANAIS Lookup 1 – Utilizando um canal de referência 47 8.1 47 8.7.002 iv . LISTA DE FIGURAS Figura 2-1 – Estrutura de armazenamento de dados no Oasis montaj Figura 2-2 – Janela de criação de Base de Dados Figura 2-3 – Importação de uma de Base de Dados Figura 2-4 – Estrutura básica de um arquivo de dados Geosoft XYZ Figura 2-5 – Janela de interpolação de dummies Figura 2-6 – Exibição de perfis de alguns canais Figura 2-7 – Informações de projeção geográfica Figura 2-8 – Informações de projeção UTM Figura 3-1 – Seleção de linhas Figura 3-2 – Níveis de seleção de um canal Figura 3-3 – Operações entre canais Figura 3-4 – Comparações entre canais Figura 3-5 – Interpolação de dummies Figura 3-6 – Defasagem entre dois canais 4 5 6 7 9 11 12 14 15 16 17 18 18 19 Figura 3-7 – Canal original e canais defasados de 0.002 v .5 e 1 fiduciais respectivamente 20 Figura 4-1 – Janela de interpolação por Mínima Curvatura Figura 4-2 – Janela de parâmetros para a visualização de um grid Figura 4-3 – Diferença entre grids com ou sem sobreamento Figura 4-4 – Diferença nas escalas de cores quando se recorta janelas de grids 22 24 24 25 GEO_030606. Residual Figura 5-2 – Janela de preparação do grid para o FFT Figura 5-3 – Ordem da derivação Figura 5-4 – Ordem da derivação Figura 5-5 – Filtro Cosseno Direcional Figura 5-6 – Sinal Analítico Figura 6-1 – Definições dos limites do mapa Figura 6-2 – O uso da ferramenta Link Dinâmico Figura 6-3 – O uso da ferramenta Link Dinâmico Figura 6-4 – Painel de controle da visualização do mapa 3D Figura 6-5 – Linhas de contorno Figura 7-1 – Janela de criação de arquivo de georeferenciamento Figura 7-2 – Atribuição de coordenadas aos pontos da imagem Figura 8-1 – Databse de origem e de destino Figura 8-2 – Janela do Lookup entre dois databases Figura 8-3 – Novo canal interpolado Figura 8-4 – Database de origem e de destino Figura 8-5 – Arquivo .TBL editado com a declaração das colunas 27 27 29 30 33 33 34 35 36 41 42 43 44 45 46 47 48 48 49 50 Figura 8-6 – Janela com os parâmetros de transferência do canal utilizando o Table Lookup2 Figura 8-7 – Exibição do novo canal 51 52 GEO_030606.Figura 4-5 – Canais do grid ternário Figura 4-6 – Grid ternário Figura 5-1 – Janela de remoção Regional .002 vi . ) Figura 12-1 – Importação de uma imagem para o georreferenciamento 55 57 63 63 Figura 12-1 – Coordenadas geográficas em relação às coordenadas da imagem Franca1.002 vii .) e mapa final (dir.Figura 9-1 – Campos a serem alterados (programa Word) Figura 9-2 – Campos a serem alterados (programa Excel) 54 54 Figura 9-3 – Nomes genéricos dos campos a serem alterados no script (programa Word) Figura 10-1 – Amostragem de grids para gerar um database Figura 12-1 – Imagens de satélite (esq.jpg Tabela 8-1 – Campos a serem “variados” no script Tabela 8-1 – Campos das coordenadas corrigidos 7 10 15 50 64 65 66 GEO_030606.jpg Figura 12-1 – Descontinuidade no encaixe dos grids (ampliado) 64 66 LISTA DE TABELAS Tabela 2-1 – Modos de importação de arquivos de formato Geosoft XYZ Tabela 2-2 – Opções para a escala do gráfico Tabela 3-1 – Níveis de seleção de um canal Tabela 8-1 – Campos utilizadas no Look Up 2 Tabela 8-1 – Coordenadas da imagem Franca1. De forma alguma se pretende discutir as metodologias utilizadas. que são facilmente acessadas pela barra de ferramentas. Este aplicativo permite que. além de uma grande variedade de formatos de imagens e bases de dados.x. chamadas GX (Geosoft eXecutables). podendo ter formatos similares em outras versões. e processá-los com o objetivo final de gerar mapas de distribuição ou perfis de propriedades. Este tutorial é um manual para iniciantes. que se imprima em diferentes tamanhos e layouts. 2000. bem como para a elaboração de perfis. podendo-se utilizar diferentes métodos de interpolação e sistemas de coordenadas.JPG. NT). e inseridos em editores de imagem ou texto.INTRODUÇÃO 1. Atualmente. ME. Ele permite ao usuário acessar bases de dados e grids Geosoft. INTRODUÇÃO O objetivo deste tutorial é de apresentar diferentes ferramentas de uso corrente no processamento de dados potenciais disponíveis no software Oasis Montaj. Tais ferramentas somente estão disponíveis no produto licenciado e referem-se às versões 5. . Para quem deseja aprofundar-se no uso do programa.1. da Geosoft. . só existem versões em inglês. já que são completos e detalhados. ou ainda.002 1 . é recomendada a leitura dos manuais do fabricante.1 Sumário executivo O Oasis montaj é um aplicativo que opera sobre o sistema operacional Windows (9X.BMP.TIF…). Possui uma grande quantidade de ferramentas de processamento de grids. O aplicativo auxilia na elaboração de mapas e permite que esses sejam exportados a formatos de imagem digital (. assim como aspectos avançados do uso das ferramentas. 1. GEO_030606. se transforme um conjunto de dados distribuídos bidimensionalmente em uma grade ou malha regular de dados (grid). que poderá ser utilizado como um guia passo-apasso para a obtenção de imagens de dados brutos ou processados. Os tutoriais e arquivos de ajuda do software encontram-se no mesmo idioma. de modo simples. Cada parte específica do Help pode ser facilmente acessada à partir das janelas funcionais do programa.1.  Oasis montaj Online Help System Contents.002 2 . GEO_030606.INTRODUÇÃO 1. Tutorial de ótima qualidade facilmente acessível através do Help do programa.4 Quick Start Tutorials.2 Documentos de referência  Oasis montaj 5. BASE DE DADOS 2. Save e Close). BASE DE DADOS 2. de forma ordenada. No menu File aparecerão as opções de abrir.1 Área de Trabalho (Workspace) A área de trabalho é uma versão digital da mesa de trabalho do usuário. mapas e perfis gerados em um projeto. salvar e fechar uma área de trabalho (Open. estão armazenados todos os dados e as respectivas coordenadas dos pontos de medida de um projeto. Sempre que o usuário retornar à área de trabalho. 2.2 Base de Dados (database) As bases de dados são planilhas onde. FILE ► NEW WORKSPACE O arquivo gerado terá extensão . desde que tenham sido salvas as alterações. É conveniente que cada um tenha uma área de trabalho separada. GEO_030606.gws.002 3 . Uma base de dados pode ser composta por mais de um grupo (lines). sendo que cada coluna (canais. A área de trabalho também controla a pasta de destino de todos os arquivos gerados no projeto. Nela podem estar contidas todas as bases de dados. imagens. esta será encontrada da maneira em que foi deixada no último acesso. A mesma coisa vale para quando duas ou mais pessoas trabalharão sobre os mesmos dados. muito utilizados para armazenar diferentes linhas de vôo em aerolevantamentos. Uma opção para evitar confusões com dados é criar pastas e áreas de trabalho separadas para os dados brutos e para os dados trabalhados. As informações contidas nelas estão dispostas em linhas e colunas. Para trabalhar com o Oasis montaj é necessário que uma área de trabalho seja aberta. channels ou fields) possui um tipo de informação e cada linha refere-se a um ponto de medida. Selecione o número máximo de grupos e colunas (canais). É interessante criar o database com um número folgado de canais pois muitas vezes novos canais serão necessários durante o processamento.002 4 ..1 Criação de uma base de dados DATA ► NEW DATABASE.BASE DE DADOS channel/field (um canal para cada tipo de dado) lines/groups (linhas de vôo) fiduciais (uma linha para cada ponto de medida) Figura 2-1 – Estrutura de armazenamento de dados no Oasis montaj 2.2. de acordo com a necessidade.. uma vez que o arquivo gerado terá uma outra extensão (. Escolha um nome para a base de dados. que pode ser o mesmo utilizado para a área de trabalho.gdb). GEO_030606. Se o cabeçalho não contiver informações relevantes apague os números destes campos e inicie a importação a partir de uma linha específica. vírgulas. Caso o arquivo possua uma linha de cabeçalho ou linha contendo unidades.  Selecione o formato do arquivo DATA ► IMPORT Escolha o formato em que foram armazenados os dados. as respectivas aparecerão nos referidos campos. line 100).  Indique a separação das colunas Informe como estão separados os dados de cada coluna.BASE DE DADOS Figura 2-2 – Janela de criação de Base de Dados 2. é provável que os dados de cada linha estejam separados por um indicador contendo o número da linha (por exemplo.002 5 .2 Importação dos dados Com a base de dados criada. Procure o arquivo desejado e clique em Wizard. formato fixo. em que se encontram separados por espaços.2. GEO_030606. Caso o arquivo a ser importado contenha mais de uma linha de vôo. Neste caso. Em File Type indique se os campos estão separados por algum caractere ou se eles estão alinhados no arquivo todo. escolha Ascii. tabulações.3). Avance para a próxima janela. Se esse for o caso. deve-se importar os dados que vieram de campo.2. etc. Usualmente os dados de uma linha de vôo são salvos em formato texto. podem ser importados como Geosoft XYZ (ver item 2.  Indique o nome de cada canal No passo final deve-se informar o nome de cada canal. Avance novamente quando os campos estiverem corretos.BASE DE DADOS Figura 2-3 – Importação de uma de Base de Dados  Verifique se a separação está correta Aqui.002 6 . Neste momento a base de dados criada deve apresentar os dados importados. caso não tenha sido feito automaticamente através das informações do cabeçalho. O template pode ser usado para próximas importações de arquivos semelhantes. na janela Save the Template. os campos já devem estar separados por linhas verticais. Clique em seguida em Sim. Caso a separação não esteja correta. Para tanto. Caso contrário volte e reveja o critério de separação. GEO_030606. modifique o separador utilizado ou a posição das linhas. clique na coluna e preencha o campo Channel name. clique em Concluir. no caso de formato fixo. Após todos os canais estarem nomeados. na área Parameters. a linha pré-existente é totalmente substituída pela nova.3 Importação de arquivos no formato Geosoft XYZ O formato Geosoft XYZ é muito útil quando um arquivo contém informações de mais de uma linha de vôo. Figura 2-4 – Estrutura básica de um arquivo de dados Geosoft XYZ A tabela abaixo explicita os modos de importação do formato Geosoft XYZ quando uma linha importada tem o mesmo nome de uma linha pré-existente. Ele utiliza um separador que identifica o número das linhas de vôo. porém sem que haja perda. O programa coloca cada importação numa planilha (line/group) diferente. a linha importada é salva na mesma planilha da linha pré-existente.BASE DE DADOS Para importar dados de sucessivas linhas de vôo em formato Ascii basta importar sobre o mesmo database. A opção Merge Append é a mais aconselhável na maioria das vezes pois salva os dados na mesma linha.002 7 . a linha importada é salva como uma nova versão da linha pré-existente.1). 2. Por Exemplo: (L100) e (L100. porém os dados são registrados abaixo dos dados pré-existentes não havendo perda de dados.2. GEO_030606. Tabela 2-1 – Modos de importação de arquivos de formato Geosoft XYZ Replace Merge Append Merge Append a linha pré-existente é totalmente substituída pela nova. 4 Modificações na Base de Dados Quando introduzidos via importação. modificando o número de caracteres indicado nos campos Field width e Decimals. minutos. É possível também. Para proteger e ou desproteger todas as células de uma base de dados clique nas opções Protect all e Protect none. não acarretando alteração na precisão dos dados nos canais alterados. segundos e fração de segundo. no menu então aberto.7557 passaria a ser exibida como 56.45. como meio de prevenir alterações acidentais e assim de garantir a sua integridade. Nele pode-se alterar o nome e a etiqueta modificando-os nos campos indicados por name e label. Após a importação de dados.5’’). a coordenada -56. respectivamente. No mesmo menu utilizado na proteção.002 8 . Ainda pode-se alterar a largura de uma coluna ou o número de decimais exibidos. Para deletar uma coluna (Delete Channel) é necessário desprotegê-la antes. É particularmente útil quando se deseja transformar as coordenadas geográficas de graus e fração de grau para graus. Para vê-la novamente crie uma coluna em branco (Insert Column) ou utilize uma coluna em branco já existente e clique em List escolhendo o nome dentro da lista de todas as colunas ocultas.2. Ainda no menu do botão direito encontra-se o comando Remove Column que apenas oculta uma coluna.BASE DE DADOS 2. Para isso. Essa modificação é apenas de apresentação. podem surgir nas colunas do database alguns símbolos ao invés de valores. No novo formato. bem como torná-los novamente protegidos. A proteção é indicada por um pequeno triângulo preto no canto superior esquerdo da legenda dos canais nessa condição. Dois asteriscos (**) indicam que o espaço da coluna é pequeno para a visualização do dado. através do comando Format no campo Display. modificar o formato do canal. Este comando serve para que as características de uma coluna sejam alteradas.A modificação dos valores é feita simplesmente marcando a célula escolhida e digitando o novo valor. Um asterisco (*) indica que naquela posição há uma ausência de dados (dummy). GEO_030606. os dados disponíveis na base de dados aparecem protegidos.5 (-5645’20. encontra-se o comando Edit. Para desprotegê-los. Neste caso basta aumentar a largura da mesma utilizando o próprio mouse.20. muda-se do formato Normal para Geographic. basta clicar com o botão direito do mouse sobre a legenda do canal desejado e clicar a opção Protected. é importante analisar o comportamento dos dados e a quantidade de dados ausentes. Clique sobre o cabeçalho de um canal do database e escolha a opção Show Profile. por isso escolha a opção de não interpolar nas bordas.. O gráfico aparece na mesma janela do database. logo abaixo dos dados. o único problema é que não há como voltar atrás posteriormente.BASE DE DADOS 2. Eles são identificados por cores diferentes. É possível colocar perfis de vários canais num mesmo gráfico. Esta análise pode ser feita visualmente exibindo-se o perfil do canal (ver item 2. 2. para verificar o método de interpolação e a viabilidade da mesma. GEO_030606. Posteriormente.5 Interpolação de Dummies Quando acontece de a base de dados importada conter alguma ausência de valor (dummy) em um canal. o programa permite que perfis sejam exibidos em forma de gráfico.2. Não há nenhum impedimento em se colocar o mesmo canal na entrada e na saída da operação..3 Exibição de perfis Para analisar os dados de uma linha de vôo. resolve-se o problema interpolando as informações. Figura 2-5 – Janela de interpolação de dummies A interpolação nas bordas geralmente fornece resultados ruins por falta de informação.002 9 . A opção Show Simbol Profile é análoga porém exibe um símbolo para cada ponto do perfil. Insira o nome do canal de entrada e do canal de saída.3) UTILITY ► INTERPOLATE. Tabela 2-2 – Opções para a escala do gráfico Scale to fit for each line Ajusta a escala do gráfico para que cada perfil apresentado se encaixe no gráfico selecionado Utiliza a mesma escala para todos os perfis que forem plotados Fixa a escala e coloca a linha no centro da janela Todos os perfis (inclusive aqueles de canais diferentes) são colocados na mesma escala Todos os perfis são centrados no seu próprio ponto médio Fix the range Fix the scale.BASE DE DADOS Também pode-se colocá-los em gráficos diferentes.002 10 . puxe com o mouse a barrinha cinza que fica logo abaixo do gráfico. GEO_030606. Para isso. Clique no espaço em branco do novo gráfico e plote mais um canal. centre the range Same scale for all profiles in panel Same range for all profiles in panel Clicando sobre os números da escala você pode alterá-la manualmente. Clicando com o botão direito sobre o gráfico e escolhendo Panel Options é possível alterar as configurações de escala do eixo Y. Ainda no menu do botão direto existem opções de refazer a escala (Rescale All) ou alterar o modo de exibição do perfil (Pofile Options). 4 Projeção e Sistema de Coordenadas Para se trabalhar com dados no Oasis montaj é necessário se estabelecer projeção a as coordenadas de referência do database.BASE DE DADOS Figura 2-6 – Exibição de perfis de alguns canais 2. Os canais de coordenadas de referência são indicados por um pequeno “x” e um pequeno “y” no lado direito do título do canal.1 Especificação dos canais das coordenadas Esse recurso pode ser utilizado após a importação dos dados para informar ao programa quais os canais são as coordenadas de referência. ou quando existem dois tipos de coordenadas num mesmo database (Ex: geográficas e UTM) e se deseja alternar a referência de um para o outro. 2.4. É importante que isto seja feito antes de se começar a fazer a interpolação bidimensional.002 11 . GEO_030606. 3 Criação de um novo sistema de coordenadas O programa Oásis montaj permite que se mude o sistema de coordenadas utilizado em uma base de dados de maneira muito simples.) e para Current Y (Northing).4. No campo Current X (Easting) indique o canal da coordenada horizontal (long. etc. Pode-se rapidamente projetar coordenadas geográficas em UTM (Universal Transversal Mercator).Y COORDINATES. Figura 2-7 – Informações de projeção geográfica GEO_030606.2 Especificação da projeção das coordenadas Para que o programa possa realizar as operações com as coordenadas corretamente.. de acordo com as coordenadas utilizadas. 2. Insira os dados da projeção. Informe o canal de coordenadas horizontais (x) e o de coordenadas verticais (y) e em seguida clique em Modify e na próxima janela em Modify novamente. pois a interpolação somente será feita com essa informação e ocorrerá de forma distinta. é necessário indicar qual a projeção das coordenadas utilizadas..). UTME..BASE DE DADOS COORDINATES ► CHANGE X. COORDINATES ► SET PROJECTION. UTMN. o canal da coordenada vertical (lat.4. etc.. Esse passo é importante.002 12 . ou vice-versa. 2. Na próxima. Se isso ocorrer. 18. Na janela “Unknown coordinate system (x.y)”. A zona deve corresponder ao meridiano central mais próximo do conjunto de dados. vem acompanhada com a inicial do hemisfério em que se encontra a área a ser projetada. escolha Projected (x. escolha o datum e a zona UTM da projeção2. Duas vezes em Next> para utilizar o mesmo datum local. -39o e -33o.y)”.lat) e clique em Next>.y). Informe os canais que devem conter as coordenadas UTM leste e norte. 21. o que corresponde às zonas de 16.002 13 .  Especifique a nova projeção Para configurar as coordenadas UTM. -51o. Não é exigido indicar um canal que contenha a altimetria.BASE DE DADOS  Especifique a projeção atual Para que o programa possa fazer a conversão ele precisa dos dados da atual projeção. -63o. 17. “Unknown coordinate system (x. Configurando coordenadas geográficas. no Oasis montaj.. 2 A projeção UTM é uma projeção cilíndrica do globo em torno de meridianos centrais. -57o. Na primeira janela que se abre. A zona UTM. -69o. na primeira janela escolha Geographic (long. OK. Então. na primeira vez. segue-se um processo semelhante. Abre-se.. Provavelmente o título desta será. Os meridianos mais comumente utilizados são separados por 6o e definem 60 zonas UTM ao redor do globo. 20. clique em Modify. 22 e 23. então. 19. No Brasil são utilizados 8 meridianos centrais. Clique novamente em Next> para o datum local igual ao anteriormente escolhido. escolha Modify. 1 Os data de utilização mais comum no Brasil são Córrego Alegre (na maioria dos mapas) e WGS84 (nos aparelhos de GPS em que não é dada a opção de datum). De oeste para leste. Vamos exemplificar fazendo uma conversão de coordenadas geográficas para UTM COORDINATES ► NEW PROJECTED COORD. deve-se informar os canais que contém o sistema de coordenadas em uso. uma janela idêntica à apresentada logo acima. -45o. Na seguinte deve-se escolher o datum utilizado1.: -75o. respectivamente. para informar o sistema adotado. GEO_030606. Na próxima janela é apresentado o sistema de coordenadas utilizado. Surge então.BASE DE DADOS Figura 2-8 – Informações de projeção UTM Em seguida. Para isso. É muito comum utilizar-se quilômetros. As conversões UTM→Geo ou Geo→UTM são feitas de forma semelhante. Essa janela contém todas as informações sobre a projeção utilizada. escolha kilometre. uma janela como a apresentada nessa próxima página. GEO_030606. escolha a unidade utilizada na projeção.002 14 . simplesmente tendo invertida a ordem das configurações. 1. automaticamente todas as linhas são selecionadas. Quando os dados são importados para um database. Existem três níveis de seleção de um canal. Para fazer o controle dessas seleções clique com o botão direito no cabeçalho da coluna da linha (a primeira da esquerda) e escolha Selections e em seguida Selection Tool. Figura 3-1 – Seleção de linhas 3. OPERAÇÕES COM CANAIS 3.1. Tabela 3-1 – Níveis de seleção de um canal No de cliques 1 Efeito Seleção apenas do cabeçalho Visualização Cabeçalho em azul GEO_030606. ou somente em linhas de interesse. Outras opções mais avançadas também podem ser encontradas no menu Selections. Vá clicando sobre as linhas e selecionado ou desselecionando as mesmas.002 15 .2 Seleção de um Canal A seleção de um canal para qualquer tipo de operação é feita clicando-se no cabeçalho do mesmo.OPERAÇÕES COM CANAIS 3.1 Seleção de Linhas Ao realizar operações com canais. estas podem acontecer em todas as linhas do database.1 Operações Básicas com Canais 3. Em seguida clique na tecla “=”. As equações podem conter simples operações algébricas ou operações lógicas também. No espaço em branco digite a equação desejada. Exemplos: GPSALT-BARO. primeiramente crie o canal numa coluna vazia e clique três vezes seguidas sobre o cabeçalho da coluna selecionando a mesma.OPERAÇÕES COM CANAIS 2 3 Seleção do canal inteiro. apenas na linha de vôo exibida Cabeçalho em branco e coluna em azul Seleção do canal inteiro em todas as linhas Cabeçalho e coluna em azul (selecionadas) do database Figura 3-2 – Níveis de seleção de um canal 3.3 Operações com Canais Para realizar uma operação com um canal de um database. Aparece imediatamente no canto inferior esquerdo da tela a palavra Formula=. (GPSALT+BARO)/2 GEO_030606.1. é necessária a criação de um novo canal para abrigar o resultado da operação. Assim.002 16 . mas sempre contendo apenas canais existentes no database. 4 Operações Lógicas As operações entre canais são muito úteis para realizar comparações entre canais ou entre um canal e um valor. o valor de Formula será dado pela expressão2. podem ser usados valores numéricos ou outras expressões algébricas ou mesmo lógicas. caso contrário será dado pela expressão3 Exemplo: Formula = GPSALT>=BARO?1:0 Caso a altitude do GPS seja maior ou igual à altitude do barômetro. o valor atribuído à Formula será 1. O formato de uma operação lógica é o seguinte: Formula = expressão1 ? expressão2 : expressão3 Caso a expressão1 seja verdadeira. Veja a figura.002 17 .OPERAÇÕES COM CANAIS Figura 3-3 – Operações entre canais 3. GEO_030606. É válido lembrar ainda que no lugar de expressão1 e expressão2.1. caso contrário o valor será zero. OPERAÇÕES COM CANAIS Figura 3-4 – Comparações entre canais 3.5 Analisando uma Interpolação Figura 3-5 – Interpolação de dummies GEO_030606.1.002 18 . 002 19 . Para tanto. o valor correspondente de ALT_DUMMY será o valor interpolado). também chamada de erro de paralaxe. Isto pode ser causado. é necessária quando há um atraso no registro de dados de um determinado canal. por exemplo. exiba o canal ALT (Show Profile) e canal ALT_DUMMY utilizando símbolos (Show Simbol Profile) 3. No mesmo gráfico. o programa faz uma reamostragem dos dados interpolando os mesmos.2 Correção de Defasagem de um Canal A correção da defasagem.. mantendo-se os valores. Obs: para a comparação de igualdade utiliza-se o sinal “==”.. O sinal “=” é utilizado para atribuição (ver anexos). crie um canal (por exemplo ALT_DUMMY) que representa apenas os valores interpolados: Formula = ALT = = dummy?ALT_INTERP:dummy (se ALT contiver um dummy. Indique o canal a ser corrigido.OPERAÇÕES COM CANAIS Para analisar a qualidade de dados interpolados é útil visualizá-los através de um perfil. o nome do canal que receberá os dados corrigidos e o fator de correção em número de fiduciais a ser GEO_030606. Caso o deslocamento seja um número exato de fiduciais. Caso o deslocamento seja um número fracionário. Sentido de vôo Coordenadas GPS Magnetômetro 0. A correção é feita por um deslocamento (em número de fiduciais) dos dados.5 fiduciais Figura 3-6 – Defasagem entre dois canais X-UTILITY ► CORRECTIONS ► LAG. pelo próprio posicionamento dos sensores na aeronave ou pelo tempo de processamento dos equipamentos. os dados são apenas deslocados. 5 e 1 fiduciais respectivamente GEO_030606.OPERAÇÕES COM CANAIS subtraído. há uma perda natural de dados no início ou no fim do canal.002 20 . Figura 3-7 – Canal original e canais defasados de 0. Note que com isso. Um fator positivo causará uma volta no tempo e um fator negativo causará um avanço. No Oasis montaj. GEO_030606. INTERPOLAÇÃO BIDIMENSIONAL (GRIDS) Interpolação é um processo pelo qual o valor de uma propriedade em um ponto é determinado pelos valores adjacentes. é chamada de grid.INTERPOLAÇÃO BIDIMENSIONAL (GRIDS) 4. o método Bidirecional parace ser mais indicado para o tratamento destes. a interpolação bidimensional é utilizada para criar uma malha de pontos mais estreita do que a malha das linhas de vôo e de controle. ao contrário das células quadradas utilizadas pelos métodos anteriormente descritos. O método da Krigagem atribui peso a todos os pontos da malha de acordo com o variograma dos dados. Este algoritmo cria linhas fictícias ortogonais às linhas reais de vôo. A Triangulação interpola os dados pela geração de triângulos. no entanto. pois ajuda a diminuir a anisotropia dos dados em razão da grande concentração ao longo da linha de vôo. É utilizada principalmente em dados de Gamaespectometria e na elaboração de Modelo Digital do Terreno. A gridagem com Tendência é utilizada para realçar estruturas ou feições geológicas que estão na direção da linha de vôo e podem estar mal amostradas. Esta malha. Triangulação e Krigagem. É utilizada para dados aleatórios. O método da Mínima Curvatura ajusta uma superfície suavizada ao conjunto de dados. Não é utilizado em dados aerogeofísicos por não ser necessário levar em conta pontos distantes da célula para determinação do seu valor.002 21 . de modo que o novo valor represente uma transição suave entre os primeiros. destacando assim a feição observada. O método também é aplicável a dados magnetométricos. Os algoritmos de gridagem que o programa oferece são: Mínima Curvatura. Tendência. É utilizada para criar distribuições regulares de dados. Em dados aerogeofísicos esse método não é utilizado em razão da concentração de dados ao longo das linhas de vôo. que pode ser representada graficamente como uma superfície. É comumente utilizado em dados de magnetometria. O método Bi-direcional atribui um peso maior aos dados mais próximos e um peso menor aos dados mais distantes. Bi-direcional. O algoritmo cria triângulos esdrúxulos entre uma linha e outra de vôo. Os outros são produzidos de forma semelhante. de modo a suavizar a superfície. GEO_030606. 4. Na opção Advanced> pode-se regular a tensão interna4. Feitas as alterações.INTERPOLAÇÃO BIDIMENSIONAL (GRIDS) Será descrito aqui o procedimento apenas para o método da mínima curvatura. onde S é a área do grid e N o número de dados contidos na área. 4 Tensão interna pode.1 Interpolação pelo método da Mínima Curvatura Figura 4-1 – Janela de interpolação por Mínima Curvatura GRID ► GRIDDING ► MINIMUM CURVATURE ► DIALOG CONTROL. Dentre eles. No caso de optar-se. O grid gerado desta forma terá oito células para fora dos limites dos dados utilizados na sua geração.S N  1 2 . Caso não se opte por um tamanho de célula. Quanto maior for a tensão interna mais suave será a curva obtida na interpolação. Na opção Internal Tension aumenta-se a tensão. o programa permite gravar em diversos outros formatos. intuitivamente. ser entendida como a rigidez de uma superfície elástica estendida sobre pontos de altura irregular.. volta-se à janela anterior clicando em Back>. no campo Salvar 3 O valor adotado é 1 4 . caso haja necessidade. Indique o canal de onde virão os valores a serem interpolados. Além do Geosoft grid. Escolha o nome do arquivo de grid a ser gerado e. atribuindo-se um valor entre zero e um. informe o tamanho das células da interpolação. este deve ser informado na mesma unidade das coordenadas da interpolação. o Oasis montaj vai escolher um valor3 que se adapte bem à distribuição dos dados.002 22 . pode-se destacar Surfer© e ER Mapper©. O formato pode ser alterado através do botão Browse.. Na janela que se abre deve-se escolher o grid a ser apresentado. porém com extensão . clicar em Report. optar por refazer o grid com outros parâmetros. Pode-se também escolher a escala de cores em Colour Table.MAP.2.002 23 . Para modificar o destino deve-se clicar em Browse e escolhê-lo. 4. em um mapa provisório.. clique em New Map. Basta escolher o grid através do Browse e.. GEO_030606..2 Visualização de um Grid Para uma avaliação visual do grid pode-se apresentá-lo. se for o caso. O grid é apresentado num mapa. 4. pode-se verificar a qualidade da interpolação e.. Desse modo. GRID ► DISPLAY GRID ► SINGLE GRID. 4. de forma preliminar. em seguida. o arquivo gerado será salvo na pasta em que se encontrar a área de trabalho. assim. Para mais informações estatísticas como valores máximo e mínimo. cujo nome de arquivo é igual ao do grid. início do grid.2.1 Características e Estatísticas dos Grids As características do grid como tamanho das células. Para finalizar.INTERPOLAÇÃO BIDIMENSIONAL (GRIDS) como tipo A menos que seja indicado um local diferente. Existem diversos estilos de escalas de cores disponíveis. pode-se clicar em Stats.2 Análise de Grids Após a criação de um grid pode ser interessante saber algumas informações sobre ele. Os mais utilizados normalmente são o linear que mantém intervalos constantes para cada cor e histogram que oferece um maior detalhamento nos intervalos com maior quantidade de dados. GRID ► GRID INFO. A opção Colour Method indica como os intervalos de contorno das cores serão definidos. dimensões do grid projeção. unidades podem ser exibidas de modo rápido. além de fazer uma visualização rápida. média e desvio padrão. A inclinação indica o ângulo em relação ao plano horizontal e a declinação é o ângulo em relação ao Norte (a definição padrão do programa é 45º para os dois casos) .INTERPOLAÇÃO BIDIMENSIONAL (GRIDS) Figura 4-2 – Janela de parâmetros para a visualização de um grid 4.2.3 Visualização de um Grid com Sombreamento Para facilitar a visualização de anomalias num grid. Figura 4-3 – Diferença entre grids com ou sem sobreamento À esquerda um grid com visualização simples e à direita com sombreamento GRID ► DISPLAY GRID ► COLOUR-SHADED GRID.002 24 . GEO_030606. pode-se criar uma fonte de iluminação com um determinado ângulo de incidência para se gerar um sombreamento na superfície. Indique os ângulos de incidência da luz... desta forma.002 25 . mas uma das vantagens de se cortar o grid é que. Isto acontece. as cores das mesmas não corresponderão entre si. É possível manter-se o grid inteiro e mascarar-se as partes não utilizadas. no caso em que se está estudando uma pequena anomalia ou mesmo no caso de se estar trabalhando com cartas que abrangem partes da área total. 4.1 Criação um grid de tamanho específico Para realizar este procedimento não há necessidade da criação prévia do grid inteiro. porém. É importante ressaltar.INTERPOLAÇÃO BIDIMENSIONAL (GRIDS) 4.3. Uma escala independente proporciona maior realce das anomalias de uma carta. porém. saber de antemão as coordenadas que limitam a janela desejada. É fácil perceber a diferença na escala de cores neste caso. GEO_030606. porém. É necessário. utilizando-se este método. por exemplo.3 Seleção de Janelas de Grids Nem sempre é necessário trabalhar com grids correspondentes a toda a área abrangida nos dados do database. diminuindo o tempo de processamento. Figura 4-4 – Diferença nas escalas de cores quando se recorta janelas de grids À esquerda uma carta altimétrica utilizando o grid da área inteira e à direita a junção de duas cartas articuladas utilizando diferentes janelas do grid. reduz-se o tamanho do arquivo e a quantidade de dados processados desnecessariamente. deve-se lembrar que quando se deseja produzir cartas articuladas. Serão apresentadas aqui três maneiras de se recortar um grid. que esta opção é utilizada quando se deseja criar um grid parcial com escala de cores independente do resto do grid. INTERPOLAÇÃO BIDIMENSIONAL (GRIDS) GRID ► GRIDDING ► MINIMUN CURVATURE ► DIALOG CONTROLS... Durante a criação do grid (ver item) selecione a opção Advanced e insira as coordenadas Xmin,Ymin,Xmax,Ymax, que devem ser informadas nesta ordem e separadas por vírgulas. É importante atentar para a unidade das coordenadas (Ex: quilômetros, metros, graus, etc.). 4.3.2 Recorte de uma janela de um grid existente Caso se deseje criar um grid a partir de uma janela de um grid já exitente está é uma opção bastante prática. GRID ► UTILITIES ► WINDOW A GRID... informa-se os limites da janela ou, o que normalmente é mais fácil, define-se interativamente esses limites clicando no botão Interactive e arrastando-se o mouse sobre a região do grid desejada. 4.3.3 Recorte de um grid utilizando um polígono como janela Por vezes é necessário utilizar um polígono de uma forma qualquer para recortar um determinado grid. Para criar o polígono utilize a janela.  Crie o polígono MAPPING ► MASKING ► CREATE POLYGON MASK... escolhendo-se um nome para o polígono. A opção Inclusive or Exclusive? define se a área de interesse é interior ou exterior ao polígono. Cria-se o arquivo do polígono (.ply) clicando-se no botão New File e determinando-se interativamente os vértices do mesmo sobre o grid. Para interligar o último ponto do polígono com o primeiro e assim fechá-lo, clique com o botão direito e escolha Done.  Visualize o polígono sobre o grid MAPPING ► MASKING ► DRAW MASK OUTLINE... É possível mover o polígono sobre o grid para acertar sua posição.  Crie o novo grid a partir do polígono GRID ► X-UTILITIES ► MASK GRIDS... Entre com o nome do grid de entrada, o nome do novo grid e o nome do polígono. GEO_030606.002 26 INTERPOLAÇÃO BIDIMENSIONAL (GRIDS) 4.4 Grid Ternário Um grid ternário relaciona os valores de três outros grids pré-existentes, normalmente os de Potássio, Tório e Urânio. GRID ► DISPLAY GRID ► TERNARY IMAGE... Figura 4-5 – Canais do grid ternário Figura 4-6 – Grid ternário A opção de criar uma legenda para um mapa ternário é através de: GRID ► DISPLAY GRID ► TERNARY LEGEND... GEO_030606.002 27 PROCESSAMENTO DE GRIDS 5. PROCESSAMENTO DE GRIDS 5.1 Processamento de Grids no Domínio do Espaço O programa Oasis montaj permite uma infinidade de opções de processamento de grids. Serão listados os principais utilizados em métodos potenciais. 5.1.1 Operações com Grids É possível realizar diversas operações algébricas com grids.Podem ser realizadas operações entre grids e constantes ou mesmo entre dois ou mais grids. GRID ► EXPRESSIONS Há opções de remover um valor constante (base), multiplicar por um fator constante, somar, subtrair, multiplicar, dividir grids5. Em todas essas operações é necessário indicar o grid de entrada (Input) e criar um nome para o arquivo resultante da operação. Permite, ainda, através do sub-menu General Expression…, criar-se uma expressão algébrica arbitrária, envolvendo até seis grids distintos. Indicam-se os nomes dos arquivos nos campos de G1 a G6 (ao menos dois) e no campo Expression deve-se escrever a expressão matemática6. Caso o processamento desejado seja efetuado passo-a-passo, pode-se criar um algoritmo, contendo as operações na seqüência correta. Utilizando-se um editor de texto como Notepad, redige-se um arquivo de texto que deve ser salvo com extensão .EXP. A partir daí, basta indicar o seu nome no campo OR expression file. Para que esse tipo de processamento funcione é necessário que todos os grids envolvidos possuam as mesmas dimensões. 5 As operações são feitas célula a célula e o resultado é atribuído à mesma posição, no grid resultante. 6 A expressão deve ser escrita na forma de atribuição de variável. Por ex: G1=G2+G3*G4/G5. São possíveis também diferentes operações algébricas e trigonométricas. Saiba mais detalhes sobre sintaxe e funções matemáticas no Help:Rules for Math Expressions. GEO_030606.002 28 A componente residual é a diferença entre os dados de anomalia e o regional. Escolhe-se. representando uma tendência comum a todos. é a FFT. pelo menu MAGMAP. cuja distribuição seja no domínio de comprimentos de onda.2 Processamento de Grids no Domínio do Comprimento de Onda Para utilizar esse processamento é necessário transformar o grid em que os dados estão espacialmente distribuídos em outro. No Oasis Montaj. o procedimento mais adequado é feito passo-a-passo. A técnica utilizada. então. No caso de se desejar gerar um grid contendo a componente regional.2 Separação Regional Residual A separação regional-residual7 é realizada através do menu Grid.1. causada por fontes rasas. Normalmente este menu não aparece na barra de menus ao iniciar o programa. o nome do novo grid residual. 7 Esse processamento separa a anomalia nas suas componentes regional.Residual 5.1. o GEO_030606. sub-menu Filters opção Trend.1) Figura 5-1 – Janela de remoção Regional . contendo a anomalia (veja item 5. de causas profundas. basta subtrair o residual do grid original.PROCESSAMENTO DE GRIDS 5. o grid de que se quer eliminar o regional. quais pontos serão utilizados para gerar o polinômio e qual ordem ele deve ter. e residual.002 29 . para tanto. Usualmente o regional é um polinômio de até 3 grau que melhor se ajusta aos dados. Figura 5-2 – Janela de preparação do grid para o FFT GEO_030606. No procedimento passo-a-passo do MAGMAP os quatro primeiros sub-menus apresentam uma seqüência lógica do procedimento: prepara-se o grid.002 30 . indicar a que pontos do grid esse polinômio deve ajustar-se... define-se o filtro a ser usado e por fim aplica-se o filtro.  Prepare o grid para o processamento FFT MAGMAP ► STEP-BY-STEP FILTERING ► PREPARE A GRID. É possível.PROCESSAMENTO DE GRIDS  Carregue o menu MAGMAP GX ► LOAD MENU. também. aplica-se o FFT. O menu MAGMAP aparecerá na barra de menus. para a aplicação da FFT..omn. Selecione o arquivo magmap. Cria-se um grid pré-processado. Na mesma janela pode-se optar por remover uma componente regional (tendência) de polinômio ainda. adotar expansão do grid para transformá-lo em uma função periódica e contínua. Na janela que surge indica-se o nome do arquivo de grid a ser transformado e o nome do novo grid.. pela ordem do menu. Existem inúmeras possibilidades de filtragem no domínio de comprimento de onda para dados potenciais. na primeira janela. assim como os parâmetros utilizados para cada um.grd) para a aplicação do filtro. serão abordados somente os mais utilizados.002 31 .grd. parâmetros e tipos de filtros disponíveis no Oasis montaj. já que essa filtragem aplica automaticamente a transformada inversa.. GEO_030606. Idique o arquivo do grid pré-processado. O passo seguinte. não precisa ser repetido para processar um grid nos passos seguintes.. Neste capítulo. tendo sido feito uma vez. na seguinte.. será gerado um arquivo denominado nomedogrid_trn. Escolha. O resultado dessa operação é um arquivo de grid no domínio do espaço. o controlador de filtros e o grid de referência. já que geram sempre novos grids.. o nome do novo arquivo de grid processado. considerando-se ordem de aplicação. Automaticamente. é a aplicação dos filtros. podendo ser escolhidos até seis filtros. etc. o(s) filtro(s) a ser aplicado(s). o controlador de filtros magmap. falhas.. resolução. Esse procedimento. Indique o nome do arquivo de FFT (nomedogrid_trn. aquele indicado no primeiro passo para pré-processamento. MAGMAP ► STEP-BY-STEP FILTERING ► DEFINE FILTERS. Todos os filtros definidos serão aplicados na ordem do superior para o inferior da janela.con e. O novo grid terá as mesmas características do original: extensão.PROCESSAMENTO DE GRIDS  Aplique o FFT MAGMAP ► STEP-BY-STEP FILTERING ► FORWARD FFT. contidos no menu MAGMAP.. e a influência dos parâmetros no resultado obtido. Todos os filtros podem ser aplicados sobre esse último arquivo. IFFT.  Aplique os filtros MAGMAP ► STEP-BY-STEP FILTERING ► APPLY FILTER.  Defina os filtros a serem aplicados O próximo passo é definir o(s) filtro(s) a ser aplicado(s). 5. o ruído presente nos dados. de acordo com o utilizado. Também pode-se aplicar na direção normal.2. da mesma forma.2 Derivadas O programa possibilita a aplicação das derivadas nas direções horizontais N-S. enquanto a derivada na direção normal realça anomalias causadas por fontes superficiais. amplifica esses comprimentos e. indicada na janela que se abre.PROCESSAMENTO DE GRIDS 5. Derivati in Ydirection. Downward Continuation. o nível encontre-se fora do solo. Derivativ in Z-direction. As derivadas horizontais realçam estruturas perpendiculares à direção de aplicação.1 Continuação Continuação. não contrariando a premissas para a utilização da Equação de Laplace. causa atenuação dos pequenos comprimentos de onda. Na definição desses filtros o valor da continuação deve ser dado na mesma unidade em que foi interpolado o grid. Derivativ in X-direction. reduzindo a influência das fontes rasas e pequenas. Já a continuação para baixo. e E-W. Upward Continuation. É fisicamente aceitável. pode ser vista como transferência da altitude de onde foram coletados os dados potenciais8.2. GEO_030606. é necessá Brasil). Nesse filtro é possível escolher a ordem da derivada. O dado processado terá seu valor alterado de acordo com a continuação utilizada. Essa continuação não é adequada para grandes deslocamentos. desde que.002 32 . sendo a continuação para baixo. A continuação para cima. 8 O resultado da continuação é similar à resolução da Equação de Laplace do campo potencial para uma altitude diferente. para cima ou para baixo. de não possuir fontes externas. deve ser dado em quilômetros ou metros. Se em UTM. com isso suavizando o grid. Sendo em coordenadas geográficas. deve-se informar a inclinação e a declinação magnéticas da área estudada. Outra premissa que deve ser respeitada é a de somente haver magnetização induzida nas rochas. já que o país encontra-se a baixas latitudes magnéticas.002 33 . quando ao equador magnético. em anomalias similares às obtidas nos pólos ou equador magnéticos.2.3 Redução a Latitudes Magnéticas Esse filtro permite que se transforme a anomalia magnética medida em latitudes intermediárias. a magnetização remanescente deve ser nula. quando reduzidas ao pólo.PROCESSAMENTO DE GRIDS Figura 5-3 – Ordem da derivação 5. respectivamente. utilizam-se os filtros Reduce to Magnetic Pole e Reduce to Magnetic Equator. O uso das reduções é adequado para áreas próximas ao paralelo da redução. Escolhido o filtro. Para o Brasil a redução ao equador é a mais indicada. Para tanto. ou seja. Esse procedimento torna as anomalias simétricas. e anti-simétricas. em que as anomalias não se encontram centradas sobre as fontes. Figura 5-4 – Ordem da derivação GEO_030606. de extensões simétricas com sinal contrário ao norte e sul. isto é. Com esse filtro.2.002 34 . ser ajustado para rejeitar uma banda específica.2. Figura 5-5 – Filtro Cosseno Direcional 5. O passabanda pode. Isso pode criar uma tendência senoidal na direção perpendicular às linhas de vôo. É necessário informar a direção da tendência a ser reduzida. e filtro passabanda. Sua função é a de realçar as bordas das fontes das anomalias e é muito útil GEO_030606. consegue-se reduzir fortemente essa tendência. que as distâncias entre linhas as linhas de vôo sejam muito maiores que as dos pontos da linha. Ele opera simplesmente igualando a zero as amplitudes maiores que o comprimento de onda de corte no caso do passa-baixas. a potência do cosseno aplicado e se a rejeição ou aceitação é pretendida. menores para o passa-altas e exteriores para o passa-bandas.2. 5. caso na interpolação dos dados seja utilizado um tamanho de grid pequeno. São eles filtro pass-altas. Directional Cosine Filter. e é acionado através do submenu Analytic signal….6 Sinal Analítico O sinal analítico pode ser encontrado no menu MAGMAP. como um filtro notch com tamanho ajustável.4 Filtros de Passagem de Comprimentos de Onda Esses filtros cortam abruptamente comprimentos de onda fora da faixa selecionada. ainda.PROCESSAMENTO DE GRIDS 5. Nos três casos devem ser informadas os comprimentos de onda de corte. High-pass filter.5 Cosseno Direcional Esse filtro é muito útil para corrigir a interpolação de dados de aerolevantamentos. Low-pass filter. filtro passa-baixas. Band-pass filter. nesses casos. É comum. Indica-se o nome do grid a ser processado e o nome do novo arquivo. Figura 5-6 – Sinal Analítico GEO_030606. contendo o sinal analítico. para a obtenção da derivada em Z. ele é o módulo do gradiente 3D do campo. A primeira opção é recomendada no caso de grids muito extensos.PROCESSAMENTO DE GRIDS no caso de dados magnéticos que contenham influência de magnetização remanessente ou tomados a baixas latitudes magnéticas.002 35 . Convolution. devido à necessidade de menor tempo de processamento. como o de comprimento de onda. Matematicamente. FFT. A derivada em Z pode ser obtida tanto no domínio do espaço. MAPAS 6. Abre-se. ajustando-o aos extremos de um grid. cartesiana.1. Já na outra opção. um em UTM.4. possibilitando especificar os limites do mapa digitando-os. o mapa é plotado nas coordenadas indicadas como X e Y (vide 2. MAPAS 6. LONG… Na primeira opção. MAPPING ► NEW MAP ► Figura 6-1 – Definições dos limites do mapa GEO_030606.1). mesmo que as coordenadas sejam latitude e longitude. Para utilizar essa opção. então.4. são criados dois sistemas de coordenadas sobrepostos. não é necessária a criação de canais com latitude e longitude. tomando os extremos do posicionamento de pontos contidos em uma base de dados.1 Construção de um Mapa 2D 6. ou ainda. Na mesma janela é possível ajustar o tipo de projeção a ser utilizado (vide 2.2). e outro em coordenadas geográficas.002 36 . A projeção utilizada é.1 Criação de um Mapa Base  Criação do Arquivo de Mapa NEW MAP FROM X. dos canais X e Y. uma janela. nesse caso.Y… NEW MAP FROM LAT. caso desejado.. Surge. Essas duas primeiras podem ser passadas diretamente. Pode-se aceitar este valor ou então ajustá-lo para uma escala menor mas de acordo com padrões cartográficos (por exemplo. pode-se utilizar 100000.MAPAS Feito isso. A primeira opção insere uma escala de cores vertical. Também pode-se posicionar. Junto com a grade aparecem uma escala de distâncias e uma seta representativa do norte geográfico. HORIZONTAL COLOUR LEGEND BAR. Na janela seguinte. se o valor sugerido for 86402. Sobre ele. ajustam-se as características da grade de coordenadas. 6. insere uma escala horizontal.. Clicando em Scale o programa calcula a maior escala possível dentro dos limites do papel. deve-se escrever os títulos do mapa a ser plotado.2.1.002 37 . Na janela que surge deve-se indicar em AGG/layer group o grid ao qual a escala serve como referência.. GEO_030606.. Na primeira janela ajusta-se o posicionamento do mapa na folha.. o layout da página para a impressão do mapa e. deve ser colocada a grade de coordenadas.1. deixando as características pré-definidas pelo sistema.000). basta seguir as instruções contidas no item 4. então.  Insira os elementos no mapa MAPPING ► BASE MAP ► DRAW BASE MAP. na próxima janela escolhe-se o nome do novo mapa. especificar a escala.2 Inserção de um Grid no Mapa Para inserir um grid. Na segunda. optando ao final por Current Map 6.. na tela um mapa em branco. ampliar intitular a escala e definir o número de casas decimais que aparecem na legenda.3 Escala de Cores GRID ► DISPLAY GRID ► COLOUR LEGEND BAR. que significa uma escala de 1:100.2. através de vinculação na exibição de mapas.MAPAS Caso o mapa inclua um grid com sombreamento. GEO_030606. Originalmente ela encontra-se na lateral direita do programa. utiliza-se uma legenda de cores também sombreada. viabilizam a comparação entre eles e os respectivos dados.2 Ferramentas da Barra de Mapas O Oasis montaj possui uma barra de ferramentas para a manipulação de mapas que pode ser anexada ao menu principal ou ser utilizada flutuante. 6. Nela se encontram várias ferramentas úteis na visualização de mapas. de acordo com o desejado. mas pode ser deslocada. no campo Secundary AGG/layer escolha o arquivo de mesmo nome do grid porém com a terminação _s que corresponde ao sombreamento do grid. bem como outras que. Para isso.002 38 . Seleciona. Pode ser utilizada por exemplo. Interactive Zoom . All Maps – Possibilitam que as operações de visualização feitas sobre um mapa sejam reproduzidas sobre os demais. 8. 5. 13. escala. Shadow cursors . base. Select a group . 14. 12. View / Group Manager . Shadow cursors with Dynamic Link . arrastando o mouse com o botão esquerdo acionado.Redesenha o mapa. respectivamente.Alterna entre a visualização da base e dos dados do mapa. pan mode etc. resolvendo problemas de visualização.Reduz a visualização do mapa em 50%.Ferramenta de arraste.MAPAS 1. 15. 2. Com o primeiro clique determina-se o canto superior esquerdo da janela. 11. Zoom . mantendo um mapa como “índice” para os outros mapas. título… 4.Cursor com posicionamento simultâneo em todos os mapas abertos.) apenas para o mapa cuja janela esteja selecionada. Pan Mode . Shrink 50% . para visualização do mapa.Cursor com posicionamento simultâneo em todos os mapas. Redraw Map . para edição. tais como grid. 7. com o segundo clique o canto inferior direito e no terceiro clique determina-se o ponto que ficará posicionado no centro da janela 9. Other maps – Realiza as operações de visualização feitas no mapa selecionado apenas para os outros mapas abertos. shrink 50%. quando desejado. 3. 6. This Map – Aplica as operações de visualização (ex: zoom. Select / change the current view .Retorna à visualização anterior. perfis e bases de dados abertos.Amplia ou reduz o mapa. diferentes grupos de elementos que compõe o mapa. Last view . É muito útil para comparações entre mapas e estudo de anomalias. GEO_030606.Gerencia a exibição e a disposição dos elementos que compõe o mapa.002 39 . Full Map .Apresenta o mapa inteiro no monitor. para a direita ou esquerda. 10.Permite a criação de uma janela de seleção para a visualização ampliada. GEO_030606. Ela gera um link entre um database e um mapa. ou seja. o correspondente ponto do mapa é indicado e vice-versa.MAPAS 6. As linhas de vôo e de controle devem aparecer formando uma malha por cima do mapa. Por isso. Geralmente elas atrapalham a visualização por isso você pode ocultá-las (hidden) através do Gerenciador. MAPPING ► LINE PATH.2. A ferramenta Link Dinâmico funciona identificando pontos das linhas de vôo ou de controle.  Crie um database Com a ferramenta Link Dinâmico selecionada.1 Ferramenta Link Dinâmico na localização de pontos (Shadow cursors with Dynamic Link) A ferramenta Link Dinâmico (Shadow cursos with data link) é muito útil para apresentação de pontos de interesse do mapa como por exemplo anomalias importantes. pontos que pertençam ao database.002 40 . Para facilitar o trabalho da identificação dos pontos de interesse. vá clicando nos pontos de interesse no mapa. As correspondentes informações devem aparecer selecionadas no database. crie um novo database para guardar as coordenadas dos pontos de interesse.. é necessário inserir-se no mapa uma camada com as linhas voadas..  Prepare o mapa Primeiramente abra o mapa e o database a partir do qual o mapa foi gerado. A cada ponto do database selecionado. Insira também o Line Path deste novo data base.  Rastreie as anomalias Selecionando novamente a ferramenta link dinâmico vá clicando nas linhas do database dos pontos de interesse e verifique que o mesmo é identificado no mapa por uma pequena cruz. Por fim disponha as três janelas na tela (ver figura). MAPAS Figura 6-2 – O uso da ferramenta Link Dinâmico Esta ferramenta permite que se relacione os pontos de um database e de um mapa 6.2. Assim. Os elementos da base do mapa. são referenciados ao sistema de coordenadas do mapa. Através dela é possível controlar todos os elementos que compõem um mapa. ao passar o mouse sobre o mapa você terá as coordenadas geográficas de qualquer ponto. enquanto que os elementos de dados. Novamente no gerenciador. no canto inferior direito apresentam-se as coordenas em milímetros (ou outra unidade métrica) referentes à folha de impressão.002 41 .2 Ferramenta Gerenciador (View / Groups Manager) Esta ferramenta é extremamente importante quando se está trabalhando com mapas. GEO_030606. clique sobre Base e em OK. e passando o mouse sobre o mapa. Estes são divididos em dois grupos principais: os elementos da Base do Mapa e os Dados. são referenciados à folha de impressão. clicando sobre Data. ou ainda mascará-lo (Mask). Nos quatro botões acima. No sentido horário: trazer um nível para frente. GEO_030606. Isto quer dizer que ao mascarar um grid. a máscara utilizada são os limites das coordenadas definidas no mapa.MAPAS Figura 6-3 – O uso da ferramenta Link Dinâmico É possível ocultar algum elemento do mapa clicando em Hidden ou torná-lo móvel (Movable). Neste caso. enviar para trás de tudo e enviar um nível para trás. você evita que as bordas do mesmo fiquem para fora da grade de coordenadas.002 42 . trazer para frente de tudo. à direita. é possível trocar a seqüência em que os elementos são apresentados. pode-se centralizar o mapa facilmente. Nela se pode optar por rodar o mapa em todas as direções. já que se pode variar o ângulo de visada..3 Construção de um Mapa com Relevo GRID ► DISPLAY GRID ► 3D SURFACE. clica-se em Close e. Ainda é possível variar as características da iluminação utilizada.MAPAS 6. modificando a intensidade. já que o mapa gerado com as características pré-definidas é aceitável e todas elas podem ser alteradas mais facilmente com as ferramentas interativas. A manipulação desse formato de mapa é um pouco diferente. Nas janelas que se seguem é apenas necessário nomear o novo mapa..002 43 . Figura 6-4 – Painel de controle da visualização do mapa 3D GEO_030606. declinação e distância da fonte. através do comando Centre. ampliar ou redizir ou arrastá-lo. inclinação. Depois de finalizada a edição. Informe o grid a ser utilizado de base para o relevo e para a coloração. Em caso de desorientação. Para isso aparece próximo à tela de edição dele uma barra de ferramentas 3D Tool. a partir desse momento passa-se a ter uma projeção 2D da visada definida. GEO_030606. ..MAPAS 6. Figura 6-5 – Linhas de contorno 6.png com 150 pixels/polegada.bmp. etc. Entre com o nome do grid de referência e com os intervalos das linhas de contorno.)de imagem que podem ser facilmente introduzidos em editores de texto ou de apresentação.. Escolha o formato desejado e os parâmetros.tif.. A opção Quick… oferece uma visualização rápida de acordo com o default.jpg.4 Curvas de Contorno Ao invés de cores o usuário pode optar por plotar um mapa de contorno ou mesmo as duas opções combinadas.5 Exportação do Mapa Os mapas podem ser exportados em vários formatos (. .002 44 . Por exemplo: .. MAP ► EXPORT. MAPPING ► CONTOUR ► CONTOUR. além de uma distorção interna na mesma. de modo que os pontos se aproximem o máximo possível das coordenadas geográficas utilizadas. Escolha o modo default registration para que o tamanho original da imagem seja preservado  Crie um arquivo de distorção (tipo warp . – Dê um nome para este arquivo e no campo Warp Type selecione o número de pontos que vão ser utilizados no referenciamento.. deve-se utilizar preferencialmente a opção Multipoint. No campo Definition Mode é aconselhável utilizar-se o modo Semi-interactive. por exemplo..wrp) COORDINATES ► DEFINE A WARP. temos que referenciá-lo ao mesmo sistema utilizado nos outros.. maior a precisão alcançada.  Importe a imagem GRID ► DISPLAY GRID ► IMAGE. Um mapa escaneado. Para cada ponto escolhido na imagem é atribuída uma coordenada referente ao sistema e a projeção desejados..002 45 . GEOREFERENCIAMENTO DE IMAGENS O georeferenciamento é feito para que os pontos de uma imagem tenham correlação com um sistema de referência. Para podermos utlizá-lo na comparação com outros mapas no Oasis montaj. – selecione a imagem que se deseja referenciar (atente para a extensão do arquivo). Quanto mais pontos forem utilizados. Este modo permite que você clique sobre um ponto e atribua a sua coordenada.GEOREFERENCIAMENTO DE IMAGENS 7. Figura 7-1 – Janela de criação de arquivo de georeferenciamento GEO_030606.. O georeferenciamento de imagem no Oasis montaj produz um grid que é gerado a partir de uma rotação e uma translação da imagem. Portanto. é uma figura sem georeferenciamento e com muitas distorções. 2. Depois de criado o grid.002 46 . Porém. Pan (arrastar imagem) e Full Map (redimensionar imagem para o tamanho da tela) no menu acionado pelo botão direito do mouse. utilize as ferramentas Zoom Box (ampliar imagem). mesmo que para isso seja necessário utilizar-se a ferramenta zoom Box mais de uma vez. basta exibi-lo conforme explicado no item (ver item 4. insira o nome do arquivo tipo warp..GEOREFERENCIAMENTO DE IMAGENS Seguindo as instruções do programa. É pssível encontrar esta extensão clicando no botão Browse e em seguida no File Type. No campo Grid File insira o nome da figura (atente para a extensão do arquivo no momento de localizá-la). É interessante aumentar bastante a imagem no momento de referenciar cada ponto. defina uma projeção para a imagem e vá clicando nos pontos de referência (onde a coordenada é conhecida) e atribuindo valores para os mesmos.. Para facilitar esse processo. caso contrário suas cores ficarão alteradas. Figura 7-2 – Atribuição de coordenadas aos pontos da imagem  Crie um grid aplicando o arquivo de distorção na imagem COORDINATES ► APLY A WARP ► WARP A GRID.2) GEO_030606.GRD do tipo Geosoft Colour. o grid gerado deve ser salvo com uma extensão . e o nome do novo grid. TRANSFERÊNCIA DE CANAIS Muitas vezes os dados coletados num levantamento podem estar registrados em arquivos diferentes. Figura 8-1 – Databse de origem e de destino GEO_030606. é necessário que os canais de referência utilizados nos dois databases tenham o mesmo nome. Para se unir estes dados num mesmo database. Para que os dados correspondentes possam ser comparados.002 47 . Certifique-se de que o database de destino esteja selecionado e execute o Lookup. por exemplo. pode-se utilizar como referência. Por exemplo: num determinado levantamento os dados do magnetômetro fixo foram gravados num arquivo e os do magnetômetro móvel em outro arquivo. utiliza-se o recurso chamado Lookup. 8.TRANSFERÊNCIA DE CANAIS 8. A transferência de um canal de dados de um database para outro deve ser feita utilizando-se algum canal em comum como referência.1 Lookup 1 – Utilizando um canal de referência Para a utilização deste recurso. o canal do horário de coleta. . Selecione o nome do database de origem. os dados transferidos serão interpolados (note que os valores dos canais de referência podem não ser iguais – ver figura) Figura 8-2 – Janela do Lookup entre dois databases Figura 8-3 – Novo canal interpolado GEO_030606. Em seguida informe o canal de referência e o canal a ser transferido. Caso a opção Interpolate esteja selecionada..TRANSFERÊNCIA DE CANAIS X-UTILITY ► TABLE LOOKUPS ► CROSS-DATABASE CHANNEL LOOKUP.002 48 . Figura 8-4 – Database de origem e de destino  Prepare o database de origem Primeiramente abra os dois databases que irão participar da operação.TBL) as informações são registradas exatamente da forma como estão dispostas.002 49 . No processo de exportação para tabela (. Por isso.TRANSFERÊNCIA DE CANAIS 8. caso contrário o valor atribuído será um dummy. Para isto.2 Look Up 2 – Utilizando dois canais de referência O Lookup 2 é útil para transferência de dados entre databases com dois canais de referência. O procedimento para realizar o Lookup 2 não é tão trivial quanto o do Lookup 1. É necessária a criação de uma tabela de transferência.  Exporte uma tabela GEO_030606. é importante que. clique com o botão direito no topo da coluna e selecione Edit. O primeiro canal considerado como referência deve ter valores constantes e iguais nos dois databases. os dados estejam com um número de casas decimais suficiente para não haver perda de dados. As informações contidas num database podem ser apresentadas em diversos formatos e com o número de casas decimais desejado. O segundo canal de referência é utilizado para interpolar os dados do canal transferido. . De um nome para a tabela com uma extensão . Tabela 8-1 – Campos utilizadas no Look Up 2 Looup table name Primary index channel Table primary index field Secundary index channel Table secundary index field nome do arquivo TBL criado nome do canal de referência primário no database destino o nome do canal de referência primário conforme foi definido na declaração de variáveis no arquivo TBL nome do canal de referência secundário no database destino o nome do canal de referência secundário conforme foi definido na declaração de variáveis no arquivo TBL GEO_030606. por exemplo.TBL. certifique-se de que a janela do database que receberá o novo canal esteja selecionada..TRANSFERÊNCIA DE CANAIS Selecione a janela do database de origem. isto é. Preencha os parâmetros de transferência.002 50 . X-UTILITY ► TABLE LOOKUPS ► 2 CHANNEL LOOKUP.TBL editado com a declaração das colunas  Realize a transferência do canal Em primeiro lugar. abra o arquivo TBL. exporte apenas as colunas que serão necessárias no processo. retire eventuais informações de cabeçalho e insira uma declaração das colunas na seqüência em que elas aparecem (ver figura) Figura 8-5 – Arquivo ..  Edite a tabela Utilizando um editor simples como o Note Pad. Na janela seguinte. DATA ► EXPORT ► GEOSOFT XYZ.. os dois canais de referência e o canal a ser transferido. TRANSFERÊNCIA DE CANAIS Output channel Table output field o nome do novo canal a ser criado no dabase destino o nome do canal a ser transferido conforme foi definido na declaração de variáveis no arquivo TBL Figura 8-6 – Janela com os parâmetros de transferência do canal utilizando o Table Lookup2 Exiba o novo canal O canal já deve estar no database de destino porém. é necessário exibi-lo.002 51 . GEO_030606. Clique com o botão direito no topo de uma coluna vazia e na opção List selecione o nome do novo canal. GEO_030606. Além disso. perde-se um ponto na borda da interpolação.TRANSFERÊNCIA DE CANAIS Figura 8-7 – Exibição do novo canal Note que a interpolação é feita somente onde o primeiro canal de referência tem uma correspondência exata nos dois databases.002 52 . Para verificar o arquivo (Run Script) você gerado (. 9. Por exemplo. por exemplo. mas um número indeterminado de mapas.002 53 . AUTOMATIZAÇÃO DE PROCESSOS Quando uma mesma tarefa precisa ser repetida inúmeras vezes. poderíamos. numa tabela do Excel as informações sobre os campos a serem mudados no script. os passos para se inserir um grid num mapa base chegando até o mapa final são uma seqüência de comandos. Assim. etc. O programa editor de textos Word facilita muito a tarefa da reprodução e edição de scripts através do recurso de Mala Direta. inserindo grids num mapa base. se tivermos.GS) utilize um editor de texto simples. Esses comandos podem ser gravados num arquivo. o título do mapa. Realize todo o (End Script Recording). GEO_030606. produzir não só um. no caso o script. o arquivo de script. uma mudança de alguns campos. Assim. Ele aplica num mesmo texto base. a legenda de cores. é aconselhável utilizar-se algum método de automatização. 9.AUTOMATIZAÇÃO DE PROCESSOS 9. Para iniciar uma gravação basta pressionar a tecla Rec procedimento e no final pressione Stop (Start Script Recording). O método apresentado a seguir é uma artimanha que utiliza dois tipos de recursos: a gravação de scripts do Oasis montaj e a ferramenta de mala direta do Word.1 Gravação de Script Script é um conjunto de comandos que compõe algum procedimento. Apertando a tecla Play repete fielmente o mesmo procedimento que acabou de realizar. o nome do grid. mas mudando alguns parâmetros. por exemplo. criando o mesmo mapa novamente.2 Automatização utilizando o Word e o Excel O interessante seria repetir o mesmo procedimento do script criado. basta fazer com que o Word aplique essas mudanças no script. alterando parâmetros como o nome do mapa. diferentes campos serão alterados. Por exemplo. Figura 9-2 – Campos a serem alterados (programa Excel)  Selecione os campos a serem alterados (Word) FERRAMENTAS ► CARTAS E CORRESPONDÊNCIAS ► MOSTRAR BARRA DE FERRAMENTAS MALA DIRETA A barra de ferramentas de mala direta deve aparecer.AUTOMATIZAÇÃO DE PROCESSOS  Verifique quais os campos devem sofrer alteração (Word) Abra no Word o arquivo de script (. Faça uma coluna para cada campo a ser alterado e feche o arquivo. Localize quais os campos devem ser alterados para cada caso. informações textuais. Primeiramente é preciso informar ao programa que fonte de dados será usada na mala direta. Não há uma regra. GEO_030606.GS) criado conforme o item anterior. números de parâmetros. Abaixo coloque os conteúdos das mudanças.: Nome do Mapa).002 54 . Para cada tarefa. nomes de arquivos. etc. Figura 9-1 – Campos a serem alterados (programa Word)  Crie uma tabela dos campos a serem alterados (Excel) No topo de cada coluna coloque o nome que você deseja dar ao campo a ser alterado (Ex. GEO_030606. Faça isso para todos os campos. As tarefas Para executá-lo basta clicar no botão Play são executadas automaticamente.002 55 . Figura 9-3 – Nomes genéricos dos campos a serem alterados no script (programa Word)  Gerando o novo script Para gerar o novo script clique no botão Mesclar para Novo Documento. Salve este arquivo em formato Word (para não perder as propriedades da mala direta) caso pretenda utilizar para novas automações posteriormente.  Executando o novo script e selecionar o nome do novo script.AUTOMATIZAÇÃO DE PROCESSOS Portanto clique no botão Abrir Fonte de Dados e selecione o arquivo do Excel que você criou. Escolha na lista o nome genérico do campo correspondente à coluna da tabela do Excel. O novo documento criado é um grande script composto de vários scripts parecidos mas com os parâmetros diferentes.3.GS). Por fim altere a extensão do arquivo para formato script (. Salve o novo documento como texto (.TXT) e feche-o saindo do Word. Em seguida selecione o primeiro campo a ser alterado e clique no botão Inserir Campos de Mesclagem. Para mais detalhes sobre o processo de automatização veja o anexo 12. CONSTRUÇÃO DE PERFIS O Oasis montaj permite que se construam perfis de valores interpolados a partir de grids. através da opção manual Input. lembrando que ele deve estar nas unidades das coordenadas do grid. para se construir os perfis sobre os mesmos pontos. GEO_030606. clicando com o botão direito sobre o nome. também com o botão direito.1). O posicionamento do perfil no grid pode ser feito de duas maneiras: informando as coordenadas. optar por Show Profile.2. Esse procedimento somente alinha os valores das coordenadas X e Y e os respectivos valores interpolados do grid.CONSTRUÇÃO DE PERFIS 10. para finalizar a seleção dos pontos clica-se com o botão direito e depois. Para esse procedimento é recomendável que se crie uma nova base de dados para guardar o perfil (vide 2. ou clicando-se as extremidades do perfil sobre o grid. É possível indicar até cinco grids. Nessa opção.002 56 .. por exemplo. se você fez uma filtragem bidimensional num grid e deseja analisar o perfil gerado. Então Escreve-se um título para o mapa e indica-se a unidade da escala horizontal. por digitizing. na janela de comandos que se abre. pode-se registrá-lo em um arquivo de mapa clicando. com o esquerdo em Done. Se o perfil estiver a contento. GRID ► UTILITIES ► GRID PROFILE. o nome da linha onde serão gravados os dados e o intervalo de amostragem.. caso se queira especificar um valor. Para visualizar o perfil basta ir ao topo do canal e. sobre o perfil e escolhendo Plot profile figure…. CONSTRUÇÃO DE PERFIS Figura 10-1 – Amostragem de grids para gerar um database GEO_030606.002 57 . CONCLUSÕES A abordagem dos temas neste tutorial. sem um grande aprofundamento. aconselha-se uma consulta aos tutoriais também acessíveis pelo menu do Help. Para resolução de dúvidas mais técnicas e específicas aconselha-se a consulta ao Help do Oasis montaj.002 58 . Para explicações mais aprofundadas. Cada janela referente a cada um dos procedimentos realizados pelo programa possui um botão de Help que leva diretamente ao tópico que trata do assunto em questão. GEO_030606.CONCLUSÕES 11. procurou ser didática porém. ANEXOS 12. ANEXOS GEO_030606.002 59 . exp exp1 ** exp1 exp / exp exp * exp exp % exp exp + exp GEO_030606.6. Mudança de Sinal exp1 elevado potência de exp2 Divisão Multiplicação Resto da Divisão.: 5%2=1 Adição SIN(x) exp .4. Se o valor de exp1 for verdadeiro. CEIL(x)=4. Ex.exp Subtração SINH(x) SQRT(x) TAN(x) TANH(x) Retorna o seno hiperbólico Retorna a raiz quadrada Retorna a tangente Retorna o arco-tangente Retorna o seno SIGN(x. Retorna o logaritmo Retorna o logaritmo de base 10 Retorna o valor máximo entre x e y Retorna o valor mínimo entre x e y Retorna o arredondamento para cima ou para baixo. caso contrário será exp3. Ex.0.y) ROUND(x) . Ex.2)=2. o resultado da operação será o valor de exp2.1 Expressões e Funções Matemáticas EXPRESSÕES ( exp ) exp > exp exp < exp exp >= exp exp <= exp exp == exp exp != exp !exp exp && exp exp || exp exp1 ? exp2 : exp3 Parenteses Maior que Menor que Maior ou Igual a Menor ou Igual a CEIL(x) Igual a Diferente de Negação E Ou Operador condicional.y)=3.002 60 . Retorna o valor de y com o sinal de x.4. SIGN(1. FLOOR(x)=3.: x=3.4.1. SIGN(x.ANEXOS 12.0. ROUND(x)= 3. Retorna o cosseno Retorna o cosseno hiperbólico Retorna o número inteiro da divisão.: se x=3.y) à COS(x) COSH(x) DIV(x.1.0. Retorna a exponencial Retorna a exponencial de base 10 Retorna o inteiro mais próximo de valor menor que x.-2)=2 FUNÇÕES ABS(x) ACOS(x) ASIN(x) ATAN(x) Retorna o valor Retorna o arco-cosseno Retorna o arco-seno Retorna o arco-tangente LOG(x) LOG10(x) MAX(x. DIV(5. Ex. Ex.y) MIN(x.: x=3.1)=-1. SIGN(-2.: se x=5.y) EXP(x) EXP10(x) FLOOR(x) Retorna o inteiro mais próximo de valor maior que x. É recomendável utilizarse parênteses em todas as expressões para evitar problemas de precedência de operações. ROUND(x)= 4. Se x=5 e y=2.0. se x=3.2 e y=-3. ) e as Funções sempre retornam um dummy caso pelo menos um dos valores envolvidos na operação seja dummy. GEO_030606.002 61 . % etc. /. >=. &&. ||) não verificam se o valor é um dummy e respondem como se ele fosse um número menor do que os outros ou um VERDADEIRO Os operadores matemáticos (+.1. <=. !=. <. ==. *.>.1 Regras para o uso de Dummies Os operadores lógicos (!. **.ANEXOS 12. -. ANEXOS 12.002 62 .2 Extensões de arquivos do Oasis montaj GEO_030606. Para isto. temos apenas os arquivos e as coordenadas dos limites. No caso de GEO_030606. Figura 12-2 – Importação de uma imagem para o georreferenciamento O primeiro passo antes de se iniciar a etapa de automatização dos processos é entender muito bem como eles são. colocá-las lado-a-lado construindo um mapa. Para uma quantidade grande de imagens esta tarefa merece ser automatizada. transformar cada uma das imagens em grids georreferenciados e inseri-los no mapa. neste caso. Para importar a imagem. Figura 12-1 – Imagens de satélite (esq. escolheu-se a opção default registration que faz com que o tamanho original da imagem seja preservado.) e mapa final (dir. Das imagens. ele não necessita de automatização. escolheu-se uma das imagens e para ela foi feito o procedimento do inicio ao fim. é feito somente uma vez. Como o mapa.3 Exemplo de Automatização de Processo Objetivo: Partindo de 6 imagens de satélite não georreferenciadas.ANEXOS 12.) O processo manual para realização dessa tarefa seria: criar um mapa base.002 63 . 08182056788.625 -20.-0.-47.375.-47.0.-47.37.-47.-20.5.5.ANEXOS diversas imagens com o mesmo tamanho isso é importante.5 498.498.625 Analisando os valores atribuídos a cada ponto.0.6378160.5 498.-20. pode-se verificar que a imagem deve ser composta por 499 pontos e assim podemos substituir os valores aproximados por valores exatos. O georreferenciamento dessa imagem foi feito pelo método semi-interativo (onde se clica no ponto e atribui a coordenada) para a verificação das características do arquivo de Warp.5 GEO_030606.jpg Assim.-20.375.-20.00156773946.jpg X min X Max Y min Y Max 0 499 0 499 -47.0 4. -20. temos a seguinte relação: Tabela 12-1 – Coordenadas da imagem Franca1.245 0 -47.002 64 .0 dega.375 -20.995335.000114712644.0.9943026.0006883.0.52.499.000573563218.4 0.1 "SAD69 to WGS 84 (14)".wrp obtido continha o seguinte: SAD69 SAD69.375 499 Figura 12-3 – Coordenadas geográficas em relação às coordenadas da imagem Franca1.-38.87.996941.001147126437.4.625 0.-66.635 0 -20.0.5 -47.245 499 -20. O arquivo Franca1. criou-se uma planilha do Excel com o seguinte conteúdo: Tabela 12-2 – Campos a serem “variados” no script Nome Franca1 Franca2 Cristais1 Cristais2 Pedregulho1 Pedregulho2 X_min X_max Y_min Y_max -47.5 -47. Utilizando as ferramentas de mala direta substitui-se os campos particulares (valores e nomes) pelos campos genéricos GEO_030606. que é feito sobre apenas uma das imagens.5 -20. X_max.25 O próximo passo foi abrir no Word o arquivo de scipt criado.375 -20. X_min. inseriu-se o grid no mapa.grd .375 -47.625 -20.aplicou-se o warp gerando o grid Franca1. Depois de apertada a tecla Rec: .25 -47.grd).375 -20.375 -47.criou-se o arquivo Franca1.5 -47.wrp (pelo método manual) tendo como base a Tabela 12-1 .5 -47. O primeiro passo é a gravação de um script exemplo. quantos deles serão diferentes para cada imagem.25 -20. os próximos georreferenciamentos podem ser feitos pelo método manual (em que você entra com as coordenadas da imagem e as coordenadas geográficas) ao invés do método semi-interativo.inseriu-se o grid no mapa Depois de pressionar Stop passamos para a análise do script criado.375 -47. Nome do Warp e Nome do Grid. Em seguida aplicou-se o arquivo Warp à imagem gerando-se um grid (chamado de Franca1. Verificou-se quantos campos são “variáveis” dentro deste script.importou-se a imagem Franca1. isto é. Por fim.5 -47.375 -47. Y_min e Y_max.375 -20. pois como as extensões são diferentes não haverá confusões. podem ser substituídos por um único campo chamado Nome. inicia-se as etapas da automatização.5 -20.375 -20.375 -47.jpg .375 -20. Assim.25 -20. Os outros campos serão as coordenadas limites dos grids.25 -20.002 65 .5 -47. Tendo feito todo o procedimento para um dos arquivos. Os três campos Nome da Imagem.625 -20.ANEXOS Com essa tabela. 2424 -20.002 66 . Executando o script. Com base nisto.3826 -47.3674 -20.5076 -20.2424 -47.5076 -20.5076 -47.3674 -20. GEO_030606.3826 -20. Figura 12-4 – Descontinuidade no encaixe dos grids (ampliado) Conclui-se que este erro deve-se provavelmente a um erro nas coordenadas limites da imagem. as coordenadas limites foram recalculadas no arquivo do Excel. o script final que irá realizar todo o procedimento para cada uma das imagens. Porém a confiabilidade deste mapa não é muito alta.5076 -47. Com a ajuda da régua (ruler) determinamos que este erro é da ordem de 0. porém houve um pequeno erro de continuidade entre uma imagem e a outra (ver figura).3826 -47. que é. verificou-se que os grids foram gerados corretamente e inseridos no mapa. gera-se o resultado da mala de direta.4924 -47. na verdade.2424 -20.2424 -20.3674 -20. isto é.2424 Abrindo no Word novamente o arquivo de geração do script.5076 -47. as coordenadas referem-se na verdade a pontos que estão um pouco mais para dentro da imagem. criou-se um novo script.3826 -47.3674 -47.3826 -20.3674 -47. que ficou: Tabela 12-3 – Campos das coordenadas corrigidos Nome Franca1 Franca2 Cristais1 Cristais2 Pedregulho1 Pedregulho2 X_min X_max Y_min Y_max -47.4924 -47. já que as informações iniciais também não eram confiáveis.ANEXOS (nomes das colunas da tabela acima). obtendo um resultado visualmente satisfatório. E por fim.6326 -20.0076º.6326 -20.
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