SÉRIE CONTOS ERÓTICOS DO BRASIL - A DESINIBIDA DO GOIÁS

June 18, 2018 | Author: Carlos Henrique Mascarenhas Pires | Category: Brazil, Sun, Nature


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SÉRIE CONTOS ERÓTICOS DO BRASIL – A DESINIBIDA DO GOIÁS!*Por Carlos Henrique Mascarenhas Pires A série Contos Eróticos do Brasil é uma coletânea de contos eróticos envolvendo os Estados deste Brasil enorme que adora sexo. Por ordem alfabética, comecei com “A baronesa do ACRE”, “Existe sereia nas ALAGOAS?”, “A justiceira sensual do AMAPÁ”, “A pastora do AMAZONAS”, “O docinho sensual da BAHIA”, “Confissões de uma pescadora CEARENSE”; depois, revelei uma fábula capixaba com “A Lenda da Encantadora do Espírito Santo”; hoje, dando continuidade, contarei a história da “A desinibida do GOIÁS”. Goiás é um Estado tão encantador que eu afirmo: é de lá que saem as mulheres mais lindas do país. Tem mulher bonita em todo lugar; e o que é mais encantador é que a maioria delas são educadas, sensuais e dadivosas... Certo dia eu perambulava por Goiânia e resolvi conhecer a cidade mágica de Goiás. Não se trata do Estado de Goiás; é a antiga capital do Estado que também se chama Goiás; e que ficou famosa por ter parido a poetisa Cora Coralina. De Goiânia até Goiás é pouco mais de uma hora de carro; e quando cheguei a cidade, um temporal frustrou minha viagem. Resolvi voltar do meio do caminho e rumei até Itumbiara, que faz divisa com Minas Gerais. Eu estava afim de curtir um final de semana diferente; e sai sem rumo algum, apenas querendo aportar numa cidade legal onde eu pudesse me divertir. Em Itumbiara fui orientado a ficar num hotel de excelente qualidade e de meu apartamento eu tinha visão plena do rio Parnaíba. Do lado que eu estava era Goiás e de outro lado, pertinho do hotel, Minas Gerais. Nos arredores havia muitos sítios e era naturalmente encantador poder ficar contemplando a visão do pôr do sol da sacada do hotel; e já no primeiro dia, olhando fixamente para o lado, vi aquilo que todo homem adoraria ver. Uma morena linda de pouco mais de 20 anos, deitada numa espécie de deck de madeira recebendo em seu corpo lânguido os últimos raios de sol do dia. O grande detalhe era que ela estava com os seios à mostra; que aliás, eram os mais lindos do Estado de Goiás. A moça estava deitada, usando apenas uma peça íntima minúscula; e apesar da distância, o formato de todas as suas partes corporais eram como esculturas perfeitas de Michelangelo. De quando em vez ela se virava para que suas costas também ficasse dourada; e nesta vez eram os glúteos maravilhosos que se apresentavam. Aquela tortura chinesa durou mais de uma hora e era visível o meu estado de entusiasmo com todo aquele filme. Volta e meia ela olhava o efeito causado pelo sol em sua púbis; que não dava para ver de onde eu estava, mas pelo tamanho da peça que a cobria, com certeza estava completamente depilada. O show da morena semidesnuda durou pouco e logo ela recolheu-se com sua canga de praia para dentro da casa. Na sacada eu também logo sai, porque sabia que dificilmente aquela beldade voltaria. Na recepção do hotel, sutilmente comentei sobre aquele espetáculo; e as pessoas que trabalhavam no atendimento disseram que era comum; que aquela moça gostava de despir-se na sua casa. Tentei saber nome ou outras informações, mas o pessoal foi discreto e não me disse mais nada. A noite prometia ser maravilhosa. Na cidade havia uma exposição agropecuária; e nestes lugares o que não falta é diversão e gente bonita para conhecer. Sai do hotel e fui ao parque de exposição; e logo na chegada, uma moça me aborda e diz: -Gostou do que viu? Inacreditavelmente era ela, a morena desinibida que estava se banhando de sol com os seios à mostra. Fiquei sem graça, mas encarei como algo natural, afinal de contas, ela estava ali fazendo aquilo que gostava sem se importar com os olhares. Falamos um pouco sobre vê-la durando ao sol; mas logo o papo mudou de rumo; e quando menos imaginei, estávamos eu e Jessica comendo quitutes na feira. Horas depois, estávamos amigos. Fiquei sabendo que ela era de Goiânia; fazia universidade em Itumbiara; e que fora para aquela cidade acompanhada do marido, que é representante comercial e viaja muito... Jessica era uma daquelas pessoas loucas que não se importa com nada, muito menos com o que as pessoas dizem; e segundo ela, me reconheceu porque eu sou caricato e lhe chamou a atenção eu ter ficado o tempo inteiro a olhando sem me esconder. No final da festa, eu a disse que meu horário estava chegando ao fim; que iria chamar um taxi e iria para o hotel; e antes mesmo de convidá-la para beber algo na piscina do hotel, ela me disse que me daria uma carona; fato que ocorreu e na porta do hotel eu a convidei para descer, mas Jessica me disse que no hotel era impossível, porque seria muito previsível o que ocorreria. Eu a disse que não precisava ocorrer nada, mas ela, sem pestanejar, me disse que ela queria que ocorresse algo... Do hotel fomos a sua casa. Ela me acalmou dizendo que seu marido não voltaria pelos próximos 10 dias e que eu me sentisse a vontade. Abriu uma cerveja gelada e ficamos conversando na varanda da casa. Tempo depois ela disse que estava muito calor e que iria tomar um banho; se eu me importava? Obviamente lhe disse que não; e quando menos espero volta ela completamente despida de dentro de casa. Seu corpo era muito mais lindo de pertinho; seus seios, como duas peras duras, apontavam os mamilos para cima; sua vulva, brilhando a depilação recente, dava a impressão de ser adornada da mais fina pelica; e quando aquele monumento passou por mim, a retaguarda mostrava duas montanhas geometricamente perfeitas. Aquela escultura divina sorria faceiramente e foi em direção a um chuveirão ao lado de sua casa, ficando lá por minutos a fio se banhando de uma água morna que escorria pelos longos cabelos negros e finos. Eu não sabia o que fazer, afinal de contas, tudo era muito novo; e antes mesmo que meus pensamentos me deixassem ainda mais aceso, Jessica me disse: - Não vem tomar banho também? Era o sinal para que minha roupa ficasse no chão e eu me juntasse a aquela cena erótica com aquela mulher deliciosa. Tomamos banho juntinhos por mais de uma hora; e entre carícias e beijos, nos despojamos de toda a poeira que travava nossa intimidade. Mesmo de pé, nos unimos em enlace corporal, sendo que meu suplemento masculino estava entre as pernas de Jessica, mas queria adejar noutro lugar. Em sua orelha, meus lábios molhados disseram: - Quero te explorar...! E como num passe de mágica, ela virou-se e disse: - Faça o que quiser...! Foi o sinal para que eu iniciasse uma exploração delicada pelo caminho tão estreito e tenro. Da boca de Jessica ouvia-se múrmuros e pequenos uivos. Suas mãos seguravam o poste do chuveiro, quanto seus braços forçavam seu corpo para trás para que ela sentisse um pouco mais de volume dentro de si. Meus pés estremeciam e minhas pernas fixavam-se para que o ritmo da exploração não findasse ou ficasse de forma descompassada. Ao lado do chuveiro havia uma espreguiçadeira e Jessica fechou a água e pediu para eu deitasse naquele móvel. Em seguida ela sentou-se em mim, de costas, e com os dedos ávidos, auxiliava em sua bolinação íntima até explodir em prazer máximo. Depois ela virou-se, agora de frene para mim, e numa posição incomum, passou a massagear minha masculinidade com seus lábios íntimos, sem que ele a penetrasse; e assim permaneceu até explodir mais uma vez; e desta vez, gritando alto. Eu já não aguentava mais ter aquela morena linda sobre meu corpo sem também explodir em prazer; e quando eu me preparava para fazê-lo, Jessica deixou no móvel de piscina, abriu as pernas como um compasso; arrebitou o glúteo e disse: - Entra aqui bem devagar, ok? Foi a senha para eu desfalecer quase que literalmente após atingir o êxtase... Após algumas horas de deleite com ela, me recompus e na minha saída da sua casa, percebi que haviam câmeras espalhadas; mas não lhe disse nada. Voltei ao hotel sem a promessa de revêla, mas no dia seguinte, ela me visitou no hotel e confessou que havia gravado tudo para poder ver em outras datas... Fui embora de Itumbiara com cara de prazer; e até hoje, quando quero ver a minha desinibida do Goiás, entro no Facebook e ela liga a sua webcam. Vestida ou despida, Jessica ainda consegue me seduzir com seu charme e seu erotismo goiano! Carlos Henrique Mascarenhas Pires é jurista, escritor e editor do Blog Crônicas do Imperador – www.irregular.com.br
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