Ppc Mecânica Integrado 2014.1

March 22, 2018 | Author: Anderson Ferreira | Category: Mechanical Engineering, Engineering, Engines, Internal Combustion Engine, Science And Technology


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IDENTIFICAÇÃO DO CURSOInstituto Federal e Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1 Denominação Curso Técnico em Mecânica 2 Forma de Articulação com o Ensino Médio Integrado 3 Eixo Tecnológico Controle e Processos Industriais 4 Nível Técnico de Nível Médio 5 Modalidade Curso Presencial 6 Titulação/ Certificação Técnico em Mecânica 7 (CHR) Carga Horária do Curso 3.577,5 h/r 8 Total Horas-Aula 4.770 h/a 9 Prática Profissional 420 h/r 1 0 1 1 1 2 1 3 CH Total do Curso com Profissional Período de Integralização Mínima Prática 3.997,5 h/r 4 (quatro) anos – 8 Semestres Período de Integralização Máxima 9 (nove) anos – 18 Semestres Forma de Acesso Processo anual seletivo – transferência. vestibular ; 1 Turnos Manhã e Tarde 4 1 Número de Vagas por Turma 40 5 1 Regime de Matrícula Período 6 1 Periodicidade Letiva Semestral 7 1 Número de Semanas Letivas 18 8 1 Início do curso 2014.1 9 Trata-se de: ( ) Apresentação Inicial PPC ( X ) Reestruturação do PPC Habilitação: Técnico em Mecânica Carga Horária Total: 3.577,5 horas/relógio Período I Carga Horária: Período V 405 horas/relógio Carga Horária: Perí odo II Carga Horária: 351 horas/relógio Perí odo III Carga Horária: 472,5 horas/relógio Perí odo IV Carga Horária: SUMÁRIO 486 horas/relógio 472,5 horas/relógio Perí odo VI Carga Horária 486 horas/relógio Perío do VII Carga Horária: 486 horas/relógio Perío do VIII Carga Horária: 418,5 horas/relógio Instituto Federal e Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco 1. APRESENTAÇÃO CONCEITUAL CURSO .................................................................. 7 DO 1.1 Justificativa .................................................................................................................... 7 1.2 Objetivos ........................................................................................................................ 9 1.2.1 Objetivos Gerais ......................................................................................................... 9 1.2.2 Objetivos Específicos ............................................................................................... 10 ........................ CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXP. 20 6.. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ........................... CORPO DOCENTE E TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS ............................................... 14 4..................................................... 27 9................................................................... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............... 42 9................................................. ..... 21 7.......................................................7 Fluxograma do curso ........................................................................................................................................................................................... ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ........................................ ACERVO BIBLIOGRÁFICO .......... 10 A 3................. 15 4............................................................... CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO .... 17 4.........................................................2 Assistentes Técnicos e Administrativos .................................................................................... 4............................................ 48 ANEXO ......................................Instituto Federal e Educação................ REQUISITOS PARA ADMISSÃO ...................................4 Prática Profissional ....................5 Campos de Atuação .....6 Matriz Curricular ........ ........... 42 9..................................... ANTERIORES..... PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO ............................................ 11 4..................................................................... 22 8.......................... 47 11........1 Docentes .........................................................................1 Fundamentação Legal ............. 19 5....... 46 10...............................................................................EMENTAS DOS COMPONENTES CURRICULARES..............3 Práticas Pedagógicas 14 ........................................................ Ciência e Tecnologia de Pernambuco 2............................................................................................................................................................ CERTIFICADOS E DIPLOMAS .2 Estrutura Curricular 13 4........................................... 11 4.............. 11 4................. 29 .............................................. 2 Estrutura Curricular Os componentes curriculares presentes no currículo do curso técnico em mecânica estão inseridos em oito áreas: Automação de equipamentos.  Assistência Técnica. O Técnico em Mecânica poderá atuar nas seguintes áreas do mercado de trabalho:  Indústria alimentícia.  Indústria de Soldagem.  Usinas e Destilarias. supervisionar e elaborar roteiros de manutenção para máquinas e equipamentos industriais e automotivos.  Escritórios de Projetos (consultores). Manutenção Mecânica.  Indústria Petroquímica. fabricar elementos mecânicos.5 4.5 Campo de Atuação O Técnico em Mecânica estará habilitado para elaborar projetos industriais. Metrologia e Qualidade. 4.  Indústria Naval.  Empresas de Representações. Materiais. Soldagem. . Termofluidos. Projetos.  Indústria Metal mecânica. Usinagem.  Indústria Aeronáutica.  Empreendimentos próprios.  Indústria Automobilística. Lei nº 11.Resolução CNE/CEB nº 03/2008 .5 54 40.1 REGIME: SEMESTRAL CARGA HORÁRIA TOTAL (H/r): 3997.6 Matriz Curricular INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO.Lei Federal nº 11.5 CARGA HORÁRIA TOTAL HORAS-AULA: 4770 ESTÁGIO PROFISIONAL SUPERVISIONADO: 420 SEMANAS LETIVAS: 18 PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO MÁXIMA: 14 semestres HORAS-AULA: 45 min FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Lei nº 9.Decreto n° 5.1 CURSO TÉCNICO INTEGRADO DE EIXO TECNOLÓGICO: CONTROLE E POCESSOS MECÂNICA______________________ INDUSTRIAIS MATRIZ CURRICULAR .Resolução CNE/CEB nº 06/2012 PERÍODOS CHT ÁREAS DE COMPONENTES I II III IV V VI VII VIII (h/a) (h/r) CONHECIMENTO CURRICULARES LINGUAGENS Língua Portuguesa 4 4 Arte 4 4 2 2 4 2 2 432 324 72 54 Educação Física 2 2 2 2 2 2 216 162 História 2 2 2 2 2 2 216 162 Geografia 2 2 2 2 2 2 216 162 Sociologia 1 1 1 1 1 1 1 1 144 108 BASE COMUM Filosofia 1 1 1 1 1 1 1 1 144 108 MATEMÁTICA Matemática 4 4 4 4 4 2 2 432 324 Química 3 4 3 2 2 2 288 216 Física 3 3 3 3 3 4 342 256.5 36 27 36 27 36 27 504 378 3 e 2 2 Segurança do Trabalho SUBTOTAL 2 6 3 Desenho Técnico Gestão da Qualidade Produtividade PARTE DIVERSIFICADA Empreendedorismo 26 25 23 20 2 3 0 7 2 4 4 6 2 2754 .Resolução nº 04/2010 . Parecer CNE/CEB nº 07/2010 .5 Biologia 3 3 2 2 2 2 252 189 CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS DA NATUREZA SU BTOTAL 25 26 Língua Estrangeira (Inglês) Língua Espanhola Moderna Informática Básica FORMAÇÃO COMPLEMENTAR 2 2 2 2 2 2065.394/1996 .788/2008 .ANO DE IMPLANTAÇÃO: 2014.Parecer CNE/CEB nº 11/2012 . CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO IFPE CAMPUS RECIFE MATRIZ CURRICULAR .741/2008 .Parecer CNE/ CEB nº 11/2008 .154/2004 – Parecer CNE/CEB nº 39/2004 -Parecer CNE/CEB Nº 40/2004 .6 4. 5 180 135 2 2 2 108 81 54 40.Resolução CNE/CEB nº 02/2012 .ANO DE IMPLANTAÇÃO: 2014.Parecer CNE/CEB nº 05/2011 . 5 54 40.5 Tecnologia da Soldagem e Corte 2 36 27 54 40.7 28 26 33 27 27 24 12 4 3258 2443.5 54 40.5 4 72 54 3 54 40.5 36 27 Elementos de Máquinas I 3 Programação em CNC 2 Processos de Fabricação IV 4 72 54 Metalografia e Tratamento Térmico Máquinas Hidráulicas 2 36 27 3 54 40.5 Fundamentos de Eletricidade 2 36 27 54 40.5 Manutenção III 2 36 27 Instrumentação 2 36 27 8 12 24 27 1512 1134 Elementos de Máquinas II Manufatura Auxiliada Computador Hidráulica e pneumática II TOTAL .5 36 27 54 40.5 Introdução à Ciência dos Materiais Metrologia I 3 54 40.FORMAÇÃO GERAL Introdução à Mecânica 2 27 Mecânica Técnica 3 54 40.5 72 54 Tecnologia Mecânica 3 Desenho Auxiliado por Computador Metrologia II 3 2 Resistência dos Materiais 3 Manutenção I 2 Sistemas a Vapor 3 Motores de Combustão Interna 3 Processos de Fabricação II FORMAÇÃO TÉCNICA 36 4 Desenho Mecânico 4 72 54 Processos de Fabricação III 4 72 54 36 27 BASE TECNOLÓGICAEnsaios dos Materiais 2 Manutenção II 3 54 40.5 54 40.5 ESTÁGIO PROFISSIONAL SUPERVISIONADO ( h/r) CARGA HORÁRIA TOTAL (h/r) 420 3997.5 36 27 54 40.5 .5 Hidráulica e Pneumática I 3 54 40.5 36 27 2 Processos de Fabricação I 3 54 40.5 TOTAL .FORMAÇÃO TÉCNICA TOTAL GERAL 3 por 2 0 2 9 30 26 35 36 35 36 36 31 4770 3577. 8 4.7 Fluxograma do Curso . Bancada de Trocadores de Calor 01 11. Máquina de ensaio de tração e compressão 01 7. Bancada de Caldeira 01 10. Esclerógrafos 02 3.9 7. Bancadas de desmontagem 06 3. Laboratório de Máquinas Térmicas Item Descrição QTDE 1. Máquina de ensaio de fadiga em varões 01 6. Bancada Esquema Elétrico de um Veículo 01 8. Máquina de ensaio de molas 01 5. Medidor ultrassônico de espessura 01 Laboratório de Tecnologia Mecânica QTDE . As tabelas abaixo resumem os laboratórios e os principais recursos didáticos disponíveis. Bancadas de Bernoulli 02 12. Motores Translúcidos 04 Laboratório de Ensaios Mecânicos Item Descrição 1. Bancadas de Injeção Eletrônica 02 6. Bancada de Sistema de Freios 01 7. Motor a reação turbojato em bancada para ilustração 01 5. Diversos motores de combustão interna Otto e Diesel 11 2. além dos laboratórios das áreas de Eletrônica e Eletrotécnica. e Desenho. Máquina de ensaio Charpy 01 4. Motores vivos para demonstração 02 4. Durômetro de bancada 01 2. Bancada de Ventilador 01 9. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Serão utilizados os laboratórios e equipamentos do atual curso de Mecânica desta Instituição Federal Ensino. Paquímetros 40 2. Compressor 01 5. Simulador de CNC 01 2.10 Item Descrição QTDE 1. Mesa-seno 01 Laboratório de Pneumática Item Descrição QTDE 1. Traçadores de altura 04 6. Relógios comparadores 10 4. Controladores lógicos programáveis 07 4. Projetor de perfil 01 8. pressão. Desempeno de granito 01 9. Bancadas de pneumática e eletropneumática 05 3. temperatura e malha fechada 01 11 Sistema MPS para estudo de automação e produção integrada 01 Laboratório de Hidráulica Item Descrição 1 Bancadas de hidráulica e eletrohidráulica QTDE 05 . Micrômetros 15 3. Régua-seno 01 10. Bases para relógio comparador 02 5. Microscópio de medição 01 7. vazão. Sistema de montagem de cadeias cinemáticas 01 Laboratório de Metrologia Item Descrição de Instrumentos Manuais Diversos de Medição QTDE 1. Torno CNC didático de demonstração 01 3. Software didático (licença) 01 6 Kit de simbologia pneumática e eletropneumática e quadro magnético 01 7 Kit de atuadores e válvulas para pneumática básica 01 8 Kit de eletroválvulas e elementos eletropneumáticos 01 9 Kit para pneumática proporcional 01 10 Sistema de controle de nível. Máquinas multifunção 03 3. Serra circular 03 2. Fresadoras universais 02 8. Lixadeira combinada 05 5. Fresadoras verticais 03 9. Serradoras de fita 02 12. Furadeiras de coluna 03 3. Tanques de resfriamento para tratamento térmico 01 Laboratório de Metalografia Item Descrição QTDE . Furadeira radial 02 4. Denteadoras Fellows 01 10. Plainas limadoras 02 2. Furadeira de Coluna 03 4. Centro de Usinagem 01 7.11 2 Kit de simbologia hidráulica e quadro magnético 01 3 Software de simulação. Bancadas de trabalho 02 Laboratório de Usinagem Item Descrição Máquinas de usinagem: QTDE 1. Serras tico-tico 03 7. Denteadoras Renania 01 11. eletrohidráulica e hidráulica proporcional 04 Laboratório de Modelagem Item Descrição Máquinas Diversas de Marcenaria: QTDE 1. computador e tela projetora 01 4 Kit de hidráulica. Tornos CNC 01 6. Serradoras alternativa 01 Laboratório de Tratamento térmico Item Descrição QTDE 1. Tornos mecânicos universais 14 5. Fornos elétricos 02 2. Fresadora de bancada 01 6. Software Abaqus 6. Bancadas de soldagem e corte oxigás 02 3. Micro computadores 2. Máquina de Soldagem a arco submerso 01 2. Forno a Diesel para fundição de ligas de alumínio. cobre ou chumbo 01 3. Máquinas de soldagem Eletrodo revestido 02 Laboratório de CAD (Coordenação de Expressão Gráfica) Item Descrição 1. Microscópios metalográficos 01 Laboratório de Fundição Item Descrição QTDE 1.12 1. Máquina de corte de amostras metalográficas politrizes metalográficas 01 3. Máquinas de soldagem Multiprocesso – SMAW / GTAW / GMAW 06 5. Software Solidworks - 2. Pranchetas de desenho Laboratório de projetos Descrição QTDE Item 1.12 - 3. Softwares de desenho técnico 3. Bancadas para moldagem em areias verde 08 3. Bancadas de trabalho 03 2. Microcomputadores 01 40 . Boxes de soldagem ao arco elétrico 05 4. Coquilhas de fundição 20 Laboratório de Soldagem Item Descrição QTDE 1. Automation Studio 5. Impressora 3D 4. BEER. 2011. . Editora McGraw-Hill. R. BACHMANN e FORBERG. E. 2012. ATLAS de construção de máquinas. AutoCAD 2013 . F. 1 e 2. O. Manole. Herramenientas: maquinas. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. P. 2ª ed. 1966. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE METAIS. BEGA. Rio de janeiro: Renovada Livros Culturais. BENDIX. Editora Makron Books. Utilizacion práctica de tablas y fórmulas técnicas. 1978. Instrumentação Industrial. Projeto Integrado de Produtos. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Principie a trabalhar o metal. de. Equipamentos Mecânicos . QUALITYMARK. e BRUSAMARELLO. 2ª ed. BARTSCH.. J.1979 3v. 1962. Barcelona: Reverte.. W. Ciência e Engenharia dos Materiais. 1974 BARTSCH. Rio de Janeiro. AMISS. V. Editora Bookman. D. J. JOHNSTON. Instrumentação Aplicada ao Controle de Caldeiras. Alredador del trabajo de los metales. Barcelona: Labor. Desenho Técnico. ARIZA.2 e 3. A.d.. Barcelona: Reverte. 2012. ARAÚJO. J. 1974. Rio de Janeiro: Almeida Neves.. 2011. Vol. R. BEGA. COSTA. Editora Interciência. 1966. JR. s. M. JOHNSTON. A. São Paulo: s. 1973. A. Estratégias e Dinâmicas. ALESSANDRI. trabajo. s. AUTORES.13 8. P. 2008. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. N. 3ª Ed. 9ª edição. volumes 1... Siderurgia São Paulo: LEMA. R. Editora LTC. W. Fabricação mecânica. V. 2008. ALMEN. L. 1976. ALVIM. São Paulo: s. Editora FGV. Rio de Janeiro: Reverte. Editora Érica. Normas para eletrodos de soldagem. F. 2011. Manual del ingeniero de taller. Porto Alegre: 1983. Alrededor del torno. E. Residual stresses and fatigue in metals. Manutenção Elétrica Preventiva e Preditiva. Curso de soldagem. Editora Manole.n. R. 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BUZZONI. 1968. 1984..Gerenciamento. BUSSAB. Recife: Escola técnica Federal de Pernambuco. 4a Ed. Barcelona: Gustavo Gili. DIRETORIA DO ENSINO INDUSTRIAL.14 Editora Atlas. DIRETORIA DO ENSINO INDUSTRIAL. BONACORSO. São Paulo: Edart. 1964. C. BRUNETTI.. São Paulo: Edart. M.. W. l. M. 1997. New York: Industrial. G. A. Editora Pearson / Prentice Hall. Resistencia dos Materiais. Solda autogena. I. 2008. Lubrificantes e lubrificação. Complementar 100° edição. H. 2011. Manual de operadores de máquinas de escavação e terraplenagem. C. s. 2008. CALLONI. BRASIL. Resistencia dos Materiais para Entender e Gostar. H. São Paulo: Editora Lep. 1998. H. Editora Edgar Blucher. Buenos Aires: Alsina. M. 1961 BLANCO. Motores e explosão. W. RIO DE JANEIRO. V.. Vapor. Teoria y practica de las herramientas.1 BIANCHINI. Irwin Series. Recife: ETFPE. 2012. M. 1975 BRASIL. 1984. NOLL. F. 1974.. o Planejamento e o Controle da Manutenção. Torneiro mecânico . BRASIL. BOTELHO. São Paulo: Edart. C. Turbinas hidráulicas. BLACK. São Paulo: Atlas. H. Tooling methods and ideas. BORNANCINI. I. PACCOLA.. Mecânica dos Fluidos. Retificador. H. H. 1968. Editora Moderna. A Organização. Recife: ETFPE. Brasília: Departamento de Documentação e Divulgação.José C. São Paulo: Edart. F. Editora Studio Nobel.1968. 2003. 1968 CAMPANHOLE. BUZZONI. Soldador oxi-acetilenico. D. Milão: Urico Hoepli. 1968. Editora Blucher. CAJUEIRO. F. LTC 8ª edição. E.. BERTOLINE. DIRETORIA DO ENSINO INDUSTRIAL. 2 v. Desenho técnico básico. Editora Ciência Moderna. H. F. E. BOTELHO. BRASIL. 1983. DIRETORIA DO ENSINO INDUSTRIAL. Curso de Matemática. M. CIÊNCIA DE ENGENHARIA DE MATERIAIS: UMA INTRODUÇÃO. BREDIN. 2008. F. BRASIL. 1967. DIRETORIA DO ENSINO INDUSTRIAL. São Paulo: Atual. 2º Edição.. H. CAJUEIRO. Porto Alegre: Sulina. M. I. 2010. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.L. N. 1974. 2006. A. 1971 CASTRUCCI. São Paulo: Editora Macgraw-Hill. R. L. CHER. São Paulo.. S.l. Ferramenta de corte. V. Centro de Formação Profissional de Paulo Afonso. A. H. O torno: tecnologia e praticas. Editora Edgar Blucher. DIRETORIA DE OPERAÇÕES. 1952. São Paulo: Mestre Jou.B. Centro de Formação Profissional de Paulo Afonso. s. São Paulo: Hemus. 1.1970 CARVALHO. R. A. CHIAVENATO. CHOLLET.1995. 1961. G. CIARDULO. A L. F. . H. motores a álcool. ÇENGEL. H. Curso prático e profissional para mecânicos de automóveis: o veículo e seus componentes.. 2003. 21ºEd. B. 1965 CASILLAS. Teoria da Usinagem dos Materiais.d. Editora Campus-RJ. BELMIRO. A. M. CATÁLAGO SKF FERRAMENTAS.d. A. Some consequences of the la test developments in diesel engines. TECNOLOGIA MECANICA. Tratamentos Térmicos das Ligas Metálicas. Rio de Janeiro: Exped. MOURA.. A. CARRETEIRO. R. Editora McGrawHill. R.. M. Editora Atlas. MACHADO. R. C. CASILLAS.T. ABRÃO. 2011. R.. 2 E 3. M. s. CHESF. Editora Interciência. Editora Érica. M. Turbinas a gás. 2011. Belo Horizonte – MG. CARSTENSEN. Rio de Janeiro: Livro Técnico. 1979 CASILLAS. B. Gestão da Qualidade: Conceitos e Técnicas. 1966. H. Eletroeletrônica automotiva – Injeção eletrônica. M. de. 3ª Ed.15 CAMPOS.d. CHIAVERINI. Vamos abrir um novo negócio. Mecânicos de automóveis – O motor e seus acessórios. Editora da ABM – Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais. P. Órgãos de máquinas. Arquitetura do motor e Sistemas embarcados. CHOLLET. Ajustador mecânico (manual). 1ª Ed. CAPELLI. 1970. CIMBLERIS.. Editora Erica. 1998. Resistência dos materiais. Recife: SENAI. Editora Makron-Books. COELHO. Y. V. P. Japan: Burmeister & Wain. Curso prático e profissional para mecânicos de automóveis: o motor e seus acessórios. SILVA. São Paulo. SEGURANÇA NO TRABALHO E PREVENÇAO DE ACIDENTESCARPINETTI. Empreendedorismo na Veia – Um Aprendizado Constante. CARRETEIRO. Controle automático. Controle de Qualidade Total (no estilo japonês). VOL. Transferência de calor e massa: Uma abordagem prática. 2012. P. Instalações elétricas prediais – Estude e Use. S. São Paulo: Mestre Jou. 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Gestão em Processos de Fabricação Tecnologia de Dispositivos . H. 4 ª Ed. ROSSI. Barcelona: Ed. s. J. Máquinas operatrizes modernas: comandos oleadinâmicos.1970. A. Maquinas– herramientas modernas. Simulation of mechanical systems: na introduction. SHIGLEY. SHIGLEY. R.. Artliber. PONOMAREV.. SHIGLEY.. . H. 2002. W. Editora Mcgraw-Hill. utensilios. R. SHITSUKA. 1977. Prontuário para Projeto de Fabricação de Equipamentos Industriais. Barcelona: Gustavo Gili. s. Pearson. ROSSI. S. A. SHIGLEY. H. SAHLING. V. SALEN.. J. M. 2010. Cinemática dos mecanismos. Utililajes mecânicos y fabricaciones em serie. Mechanical engineering design. Bombas e instalações hidráulicas. MISCHKE. Barcelona: Blume. SETO. 4 ª Ed. E. Barcelona: Gustavo Gili. tempos de produção. M. J. 1ª Ed. H.Mecânica para Engenharia .F. 1969. CIÊNCIA DOS MATERIAIS. ajustes. 5ª Ed. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL.d. J.. 2009. S. A.24 ROGNITZ. H. M. E..l. 1966. New York: McGraw Hill. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. D.Mecânica para Engenharia . SANTOS. E. SANTOS. MAQUINAS – HERRAMIENTAS MODERNAS. M. 2008. 1972. La técnica de la soldadura en la ingenieria de construccion.G.1969. J. Tóquio: McGraw Hill.Vol. 1965. V. SHITSUKA. Guia para el deseno de utillages. Bookman . Fundamentos da Termodinâmica Técnicas. L. CBC soldador a arco elétrico CIUO 8-72.E.. Editora LCTE. s.. A. S. Tornearia: manual de tecnologia. Rolamentos aplicados em veículos nacionais. E. SOUZA. Curso de mecânica aplicadas às máquinas. Barcelona: Ceac. 1971. Editora Ensino Profissional.: Ed UFSC. SMITH. SKF. L. PEIXOTO. SKF.: s. s. . Barcelona: Labor. B. SPECK. Editora da UFSC. São Paulo: Mestre Jou. Editora Atlas. A. J.1989 SKF. Editora All Print. 8º Ed. 1ª Ed. s. 2007.l. s. F.J. H. B. G. S. G. V. Ensaios mecânicos de materiais metálicos: fundamentos teóricos e práticos. Florianópolis. R. SOUZA. F. s. São Paulo: Edart. s . S. 2009. 1968. Ferramentas de Corte I. 1ª Ed. SILVA JR. N. São Paulo:Nobel. Resistência dos materiais: notas de aula.l. 1988. 2006. E. Engenharia Integrada por Computador e Sistemas CAD/CAM/CNC Princípios e Aplicações. 1941. Florianópolis: Ed UFSC.l. Métodos e ferramentas para montagem e desmontagem. 1998.S. 2011.1969. Elementos de mecânica aplicada. 4ª ed.. Instrumentação industrial. Controle automático de processos industriais SILVA. Guia de manutenção e reposição de rolamentos. SLACK. 3ª Ed. Designação de produtos para rolamentos e acessórios. l. SOUZA. Manual de Desenho Técnico.l. 2009. 1969. Programação e Controle da Manutenção. Lathe works-South Bond Ind. 1992. 2004. 1967. s. SILVA. Estado Unidos da América: South Bend Ind. V. SOUZA... 1995. s. Falhas de rolamentos e suas causas. 1962.. Injeção Eletrônica de Motores Diesel. s.. Desenho Técnico Auxiliado pelo SolidWorks. ArtLiber Editora. T. Diseno y analisis de elementos de maquinas. 1ª Ed. C.. STAN. Uma introdução aos mancais de rolamento. CNC. Funilaria industrial: tratado teórico-prático de caldeiraria. Editora CETOP.. C. SILVA. SPECK H. E.. 2011. SMITH. C. J.l. Macgraw-Hill. C. W. SIGHIERI. SOUZA. Florianópolis.D.25 SIEMENS. 2009. Resistência dos materiais.. 1968. 1976. 2002. STEMMER.. Administração da Produção. STEMMER. Manutenção e operação do torno mecânico. C.. Princípio de Ciência e Engenharia dos Materiais.d. Tecnologia de rolamentos . . D. I. N. Editora Edgard Blucher. E. La medicion an el taller mecánico. s. 1980. SILVA. São Paulo: Siemens. México: Limusa-Wiley. s. SILVA. STEFFEN.1974. Projeto e construção de máquinas. Editora Érica. Produtos nacionais.. 1992. Compressores Alternativos Industriais: Teoria e Prática. Estudo das superfícies técnicas. Visual Books. São Paulo: Escola Pro-tec. H.. SKF.d. Editora Interciência. Rio de Janeiro: Livro Técnico. ULBRICH. 1ª Ed. l. s.l. Ferramentas de Corte II. SLAYMAKER.. G. Barcelona. 1988 SKF.1989 SKF.l. J. 1989 SKF.. R. SOMOLINOS. SPRINGER. Torneado copiador y calculo para torneros. Programação de Comandos Numéricos Computadorizados – Torneamento. K. Porto Alegre: Globo. SILVEIRA. S. S. Florianópolis.e.. N. S. F. H. R. STEMMER. Planejamento. Desenho Técnico Mecânico.1989 SKF. SOUTH BEND. E. 2007. F. F. Labor. Manual do torneiro. 1962. Turbinas à Vapor e a Gás. Editora da UFSC. J. B.. H. 1988. G. São Paulo: Edgard Blucher. 1964.D. controle. Buenos Aires: Libreria y Editorial Alsina. 2011. São Paulo: Edgard Blucher. Brasilia: INL. Análise dos motores de combustão interna. TRABALHO com chapa: uniões. Soldagem: processos e metalurgia. São Paulo: McGraw Hill. 1971. VEIGA. Fundação Roberto Marinho. E. . 1973. Rio de Janeiro: Antena s. 8 v. dimentsionamento. BRANDI. 2002. C.v. D.1959. São Paulo: Edgard Blucher. E. TERRA. Editora Globus. KINGSLEY. M. A. São Paulo: Edgard Blucher. geracão. Princípios de Ciência dos Materiais. V I M – Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais da Metrologia. 1958. 2000. M. 1979. G. S. E. Engrenagens: geometria.D. STIPKOVIC FILHO. Processo de soldagem TIG. V. L. TORREIRA. da Universidade de São Paulo. FITZGERALD. R. Rio de Janeiro: Interciência. PCM . VAN VLACK. Rio de Janeiro: Livro Ytécnico. R. Brasilia: INL. H. 2000.J. TECNOLOGIA prática industrial. E. H. H. E.H. V. WAINER. Barcelona: Ediciones Ceac. R.s. R. C. Editora Campus. São Paulo.H. Prevençao de acidentes em solda oxiacetilenica. MELLO. Tubulações industriais. 494p. Máquinas elétricas com introdução à eletrônica de potência. 3º Ed. A soldagem moderna dos metais ferrosos pelo arco elétrico. 1979. TELLES. 6ºEd. Resistência dos materiais. Materiais para equipamentos de processo. Recife: Escola de engenharia da Universidade do Recife. VASCONCELOS. S. São Paulo: Oren.d. H. Rio de Janeiro: Livro Técnico: Ed. 2011. 1970. 2 v. STRASSER. C. C.v. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. acabamento. A. 1992. 1963 TAYLOR. VAN VLACK. F. INMETRO. Processo de Soldagem Eletrodo Revestido. S. ciclo de trabalho. S. Empreendedorismo e Excelência em RH. C. 1994. 1978 3. WARRING.. Editora Gente. VEIGA. Editora Globus. Fundação Roberto Marinho. P. L. 2012.. TRABALHO com chapa: preparo da chapa: traçagem. São Paulo: Hemus. TELLES.. Rio de Janeiro: Livro Técnico. S. Cálculo e elementos de maquinas. 1971. São Paulo: Edgard Blucher. TELECURSO 2000 PROFISSIONALIZANTE. TOLERÂNCIAS. P. YOSHIDA. 2003. F. Editora Edgard Blücher Ltda. E. TIMOSHENKO. Editora Qualitymark. Vedadores e gaxetas. Manual básico de motores elétricos. VEIGA. 2008. Edgard Blucher. P. São Paulo: Brasiliense. Segurança na Soldagem. L. VEIGA.1 TÉCNICA de regulação de controle. de. Editora Globus. Mecânica: Manutenção. ROLAMENTOS E ENGRENAGENS. Brasilia: INL. Cálculos do mecânica ajustador. Processo de Soldagem MIG/MAG. Mecânica: Metrologia. VICENTE. 2011. 1995. E. M. R. 2006 VALLANCE. Pneumática & Hidráulica.26 STEWART. São Paulo: Polígono. 1971.d. 1974 UMANS. 1979.Planejamento e Controle da Manutenção. H... Editora Globus. 1974 TRABALHO com chapa: operações. Trucaje de motores de 2 tiempos. Editora Hemus. Editora Bookman. 1974. TELECURSO 2000 PROFISSIONALIZANTE. VIANA. 1 . J. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CALÇADA. W. Editora Fortaleza Crédito Brasileiro de Livros. Mecânica geral. Oren. Editora Atual.27 YOSHIDA. L. . Metais. S. 1973. Física Clássica. V.Mecânica.1983 11. São Paulo: L. Projetos estruturais de tubos enterrados. SAMPAIO. ZAIDLER. C. 2012. 1ª Edição. Ligas e Tratamento Térmico. A. 1979. YOSHIDA. São Paulo:Pini.. A. 154/04 – Regulamenta a Educação Profissional. de 2003 – Normas de estágio para alunos do Ensino Médio e da Educação Profissional. R. Resolução CNE/CEB nº 01. inclusive nas modalidades de Educação Especial e de Educação de Jovens e Adultos. Editora LTC. K. reconhecimento e certificação de estudos previstos no Artigo 41 da Lei nº 9..154/2004. de 2004 – Trata das normas para execução de avaliação. de 2008 – Proposta de Instituição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. Lei nº 11. HALLIDAY. de 2008 – Dispõe sobre estágio de estudantes. de 2008 – Dispõe sobre a obrigatoriedade do ensino da música na Educação Básica. Lei nº 9394. 2012 . Científica e Tecnológica. de 2005 – Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio às Disposições do Decreto nº 5.394/96 (LDB). Parecer CNE/CEB nº35. KRANE..28 Constituição Federal de 1988. Lei nº 11. Parecer CNE/CEB nº 11. D. de 2004 – Aplicação do Decreto nº 5. Decreto Federal nº 5. Ciência e Tecnologia.788. Parecer CNE/CEB nº 40. de 2008 – Institui a Rede Federal de Educação Profissional. Física .institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. RESNICK. . Parecer CNE/CEB nº39.Volume 1.154/2004 na Educação Profissional Técnica de nível médio e no Ensino Médio. de 2004 – Estabelece Diretrizes para a realização de estágio de alunos da Educação Profissional e do Ensino Médio. 2011.769. 5ª Edição. S.892. cria os Institutos Federais de Educação. Parecer CNE/CEB nº 11. Resolução CNE/CEB nº 01. e dá outras providências. de 1996 – Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Lei nº 11. Resolução CNE/ CEB nº 6/2012 . necessária ao povo brasileiro. Recife: Bagaço.institui o Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos.29 Resolução CNE/CEB nº 3. E a educação popular: ?? quê ??: Uma pedagogia para fundamentar a educação. . J. de 2012 – Dispõe sobre a instituição e implantação do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. de. Resolução CNE/ CEB nº 4/2012 . de 2012 – Atualiza o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. Resolução CNE/CEB nº 4. inclusive escolar.institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. SOUZA. 2007. F. 30 ANEXO – PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES . TOTAL 36 Aula expositiva. H. Ensaio dos materiais. seminários. Frequência. de Crédito s C. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS  Distinguir as diversas áreas da mecânica e identificar as áreas de atuação do técnico em mecânica. Aula expositiva dialogada com uso de multimídia ou registro em quadro. provas práticas. Materiais. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Metrologia. elaboração de recursos tecnológicos. participação e pontualidade. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 1º 0 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo das diversas áreas que compõem o curso técnico em mecânica. formativa e somativa. 36  Usinagem. escritas ou orais. Projetos. METODOLOGIA  AVALIAÇÃO  Diagnóstica. Estudos de caso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Automação. TOTAL (H/A) C. . Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Termofluidos. Soldagem.31 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Introdução à Mecânica Prérequisitos Não há 2 Nº. H. DO VALE. A. CIÊNCIA DE ENGENHARIA DE MATERIAIS: UMA INTRODUÇÃO. JR. W. Quadro branco. Introdução a Engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA WICKERT.32 RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. ORWIN. M. 2008.. São Paulo: Editora Bookman. A. P. 2010.conceitos. 1. ferramentas e comportamentos. LTC 8ª edição. Introdução à Engenharia Mecânica. B. W. C. Ed.G. Introduçao à Engenharia. DYM. Introduçao à Engenharia. São Paulo. D. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAZZO.. Introduçao a engenharia . 2013. 2006 LITTLE. VOL. 2012. CHIAVERINI. CALLISTER. 2006. BROCKMAN. Fundamentos de metrologia científica e industrial.. Editora Thomson Pioneira. Rio de Janeiro: LTC. P. J. V.. T. Editora Manole.. 2ª edição. E. ALBERTAZZI. J. R. A. TECNOLOGIA MECANICA. Materiais didáticos digitais e impressos. T. 2 E 3. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS . HOLTZAPPLE. 1996. e Souza. Editora Pearson. RIO DE JANEIRO. LTC. Ed UFSC. Pincel. 2010. L. multimídia ou registro em quadro. tipos. aplicação e conservação/manutenção. H. micrômetros e goniômetros.exercícios. TOTAL (H/A) C. tipos. de Crédito s C. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Introdução à metrologia 02  Conceito e fatos históricos da metrologia.  Leitura e utilização. aplicações e conservação/manutenção. tipos. 15 Leitura em escalas milimétrica. 03  Ética na medição 03 TOTAL METODOLOGIA Aula expositiva. Nônio/Vernier e cálculo da resolução. construção. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Identificar escalas e seus sistemas de unidades. Paquímetros Nomenclatura. aplicação e conservação/manutenção. Micrômetros:  Nomenclatura. 11 Goniômetro:  Nomenclatura. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. H. Apresentação e discussão de vídeos. tipos. construção. Escalas Nomenclatura.  Execícios de leitura. Manusear e utilizar adequadamente os instrumentos de medição e efetuar leituras de medições no sistema métrico e Inglês. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 3º 1 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo dos organismos da metrologia.  Nônio/Vernier e cálculo da resolução. utilizando paquímetros. polegada binária/ordinária/fracionária e polegada decimal/milesimal. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. 36 . 04 Sistemas de Unidades Métrico e Inglês e conversão entre sistemas .33 DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Metrologia I Prérequisitos Não há 1 Nº. construção. Aulas práticas. aplicações e conservação/manutenção. construção. Editora Manole. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE . 2011. 8ª Ed. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. 2008. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Telecurso 2000 profissionalizante. Mecânica: Metrologia. 2006. R. A. Metrologia na Indústria. RECURSOS DIDÁTICOS Computador ou tablet com acesso à internet. Fundamentos de metrologia científica e industrial. Lousa eletrônica. METROLOGIA. Julio C. Estudo dirigido. Editora Qualitymark. escritas ou orais. AVALIAÇÃO  Diagnóstica. micrômetros e goniômetros. Materiais didáticos digitais e impressos. Editora Globaltech. Fundação Roberto Marinho. Sistema de som. 1998. Pincel. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Metrologia Industrial. 1995. JR. Práticas com : Paquímetros. GUEDES. Editora Lidel – Zamboni. provas práticas.G. seminários. F. A Metrologia no Brasil. V I M – Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais da Metrologia. ALBERTAZZI. Estudos de caso. Editora Qualitymark. INMETRO. A. 2000. Quadro branco. elaboração de recursos tecnológicos. A. Projetor de multimídia. LIRA. P.34 Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. 1995. participação e pontualidade. Frequência. Editora Erica. e Souza. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FELIX.. GLOBALTECH Metrologia Mecânica. Laboratório Nacional de Padrões e Unidades de Medida. formativa e somativa. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS    Aplicar normas técnicas e leis associadas à saúde. 08 Riscos profissionais: Riscos operacionais / ambientais (químicos. de Crédito s C. RCP. Definir medidas preventivas de combate a incêndios. Queimaduras. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 3º 0 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo da segurança. SESMET. Agentes extintores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Introdução à Segurança e Higiene do Trabalho: Histórico: Higiene e Segurança no Trabalho. Primeiros Socorros: Caixa de primeiros socorros. TOTAL (H/A) C. Técnicas de extinção. conseqüências Socioeconômicas. Utilizar técnicas de primeiros socorros em situações de emergência. 08 Fraturas. no ambiente de trabalho. segurança e qualidade ambientais. CIPAS. H. Parada cárdio-respiratória. Propagação do fogo. 06 Extintores portáteis. EPI. biológicos e ergonômicos). saúde e meio ambiente. Transporte de acidentados. H. entorses e luxações Segurança no transporte: Transporte o idoso Transporte do cadeirante 02 TOTAL 36 . Pontos de combustilidades. 12 Prevenção e combate a incêndios: Definição de fogo / triângulo de fogo. físicos. Acidente: Causas.NR15 e NR16.35 Código Nome Segurança do Trabalho Prérequisitos Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 2 Não há Nº. Insalubridade e periculosidade . REIS. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. 2013. 2ª Edição. 1ª Edição. R. Edição o Autor. R. Estudo dirigido. Rio de Janeiro.. Seminários temáticos em sala de aula. AVALIAÇÃO  Diagnóstica. Segurança no Trabalho em 1 200 Perguntas e Respostas. CAMPANHOLE. 1995. BIBLIOGRAFIA BÁSICA . S. Materiais didáticos digitais e impressos. O. F. Apresentação e discussão de vídeos. H. São Paulo: LTR. formativa e somativa. escritas ou orais. Quadro branco. MIGUEL. . Complementar 100° edição São Paulo: Atlas. Informações Básicas sobre Segurança e Saúde no Trabalho. Consolidação das Leis e Trabalho e Legislação. participação e pontualidade. L. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. GONÇALVES. Editora Atlas. Segurança e Saúde no Trabalho – esquematizada . Aula expositiva dialogada com uso de lousa eletrônica. 1999. R. Pincel. Estudos de caso.1998. Frequência. E. A. Porto Editora. provas práticas. multimídia ou registro em quadro. Sistema de som.. S. 1997. 2010. Segurança e Saúde no Trabalho – Normas Regulamentadoras. Editora Método. Editora Yendis. elaboração de recursos tecnológicos. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo.Ed. NUNES. J. RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. A. F. 11ª Edição. 11ª Edição. FALCÃO. . Manual de Higiene e Segurança do Trabalho.. CARDELLA. . 1ª Edição. Tecnologia de Proteção Contra Incêndios. Segurança no trabalho e prevençao de Acidentes.Normas Regulamentadoras 01 a 09 e 28. CIPA. B.Uma Abordagem Holistica. K. T.. S.36 METODOLOGIA Aula expositiva. 1998. D. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PIAZA. 2012.. São Paulo. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. seminários. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. H.37 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Desenho Técnico Prérequisitos Não há Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 1 2 Nº. bem como sua interpretação e representação. H. de Crédito s C. TOTAL (H/A) C. .5 3º Co-Requisitos Não há EMENTA Estudo de desenho técnico aplicado a mecânica. formativa e somativa. AVALIAÇÃO  Diagnóstica. Práticas com as pranchetas de desenho. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. participação e pontualidade. elaboração de recursos tecnológicos. Frequência. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Desenho Geométrico  Traçado de elementos geométricos. multimídia. seminários.  Caligrafia técnica.38 COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Correlacionar as técnicas de desenho e de representação gráfica com seus fundamentos matemáticos e geométricos. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Quadro e Legenda Perspectivas Cavaleira 05 05 06 Isométrica Projeções Ortográficas Sistemas de projeção Vistas principais Supressão de vistas Cortes Total Em desvio Cotagem Escalas Representação de Tolerâncias Dimensionais 05 06 05 05 05 Geométricas TOTAL 54 METODOLOGIA Aula expositiva. prancheta ou registro em quadro. 06 Formato.  Figuras geométricas. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Tipos de Linhas e suas aplicações 06 Desenho à Mão Livre  Técnicas de traçado.  Representar vistas ortográficas e cortes derivados de sólidos geométricos. escritas ou orais. provas práticas. . Ler e interpretar as normas de indicações de tolerâncias e ajustes. Projetor de multimídia. Quadro branco. Desenho Técnico Mecânico. Desenho Técnico Mecânico.: Ed UFSC. Porto Alegre: Sulina. V.abnt. [On-Line] Disponível na Internet via WWW.José C.. força e energia a situações práticas. [On-Line] Disponível na Internet via WWW. 1990. J. URL: http://www. 4ª ed. TOTAL (H/A) C. Desenho Técnico. Desenho Técnico. 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORNANCINI. Aplicar conceitos de inércia.1981. Florianópolis. 1976..39 RECURSOS DIDÁTICOS Prancheta. 2007. Peixoto. H.usp.futuro. M. André Monteiro do. de Crédito s C. Desenho técnico básico. Coletânea de normas de desenho técnico. Júlio César et al. Manual de Desenho Técnico.I e II. SILVA. vol.org ABNT/SENAI. Florianópolis: Ed UFSC. São Paulo. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico . Home Page da Associação Brasileira de Normas Técnicas. COUTO. Materiais didáticos digitais e impressos. Pincel. URL: http://www.. H. 1976. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Efetuar cálculos básicos de estruturas estáticas no plano.bibvirt. Recife: GrafComputer. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABNT. Material didático. SCHNEIDER.br PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Mecânica Técnica Prérequisitos Não há Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 3 Nº. . et al..5 4º 0 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo dos cálculos básicos de estática de estruturas planas. H. W. BIBLIOTECA VIRTUAL DA USP. SENAI-DTE-DTMD. SPECK. 1999. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico.. BACHMANN e FORBERG.. Vínculos estruturais. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. 06 Força. elaboração de recursos tecnológicos. Estática do corpo rígido no plano: Momento de uma força. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. trabalho e potência. Ética no Projeto. Sistema de som. CH CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Estática do ponto material no plano: Vetores no plano. TOTAL 01 54 METODOLOGIA Aula expositiva.40  Analisar as forças atuantes em uma estrutura mecânica em equilíbrio estático. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Princípios fundamentais da dinâmica da partícula e do corpo rígido  Leis de Newton. participação e pontualidade. . RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. Aula expositiva dialogada com uso de lousa eletrônica. Atividades práticas com os instrumentos de medições. Cálculo de reações de apoio. Frequência. Representação vetorial da força e do deslocamento. Equações da estática no plano. Equilíbrio no plano. provas práticas. velocidade e aceleração angular do corpo rígido. Visitas às instituições. Estudos de caso. formativa e somativa. AVALIAÇÃO  Diagnóstica. 12 Operações com vetores: equilíbrio do ponto material. 35 Momento de inércia de figuras planas. escritas ou orais. multimídia ou registro em quadro. Centro de gravidade. seminários. Movimento circular. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Apresentação e discussão de vídeos. Seminários temáticos em sala de aula. 41 Quadro branco; Pincel; Materiais didáticos digitais e impressos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MELCONIAM, S. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. Editora Érica, 2009. HIBBELER, R. C. Estática. 7ª ed. Pearson, 2010 SHAMES, A. H. Estática - Mecânica para Engenharia - Vol. 1, 4 ª Ed., Pearson, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., Estática – Mecânica Vetorial para Engenheiros, Editora Bookman, 9ª edição, 2011. SHAMES, A. H. Dinâmica - Mecânica para Engenharia - Vol. 1, 4 ª Ed., Pearson, 2002. HIBBELER, R. C. Dinâmica. 7ª ed. Pearson, 2010. NELSON, E. W. Engenharia Mecanica – Estatica. Editora Bookman; 2013. FREITAS NETO, José de Almendra; SPERANDIO JUNIOR, Ernesto; Exercícios de Estática e Resistencia dos Materiais; Editora Interciência; 1979. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Introdução à Ciência dos Materiais Prérequisitos 3 Nº. de Crédito s C. H. TOTAL (H/A) C. H. TOTAL (H/R) Período 3 54 40,5 4º 0 CoRequisitos Não há Não há EMENTA Estudo de técnicas de reconhecimento e aplicação de material comumente usados na industrial mecânica. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS  Identificar, avaliar e especificar as características e propriedades dos materiais de construção mecânica mais comuns. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH 42 Classificação dos Materiais: características, propriedades e aplicações. Metais; Cerâmicas; Polímeros; Compósitos; Biomateriais. 06 Estruturas cristalinas dos materiais metálicos Estado cristalino e amorfo; Célula unitária, cristal, grão e contorno de grão; Estruturas cristalinas dos metais; CCC, CFC, HC. 06 Propriedades mecânicas dos materiais; Tensão versus deformação; Ductilidade; Dureza; Tenacidade. 09 Ligas Metálicas ferrosas Alotropia do ferro; Diagrama Fe-C; Aços: classificação, propriedades e aplicações; Ferros fundidos: tipos, propriedades e aplicações. 12 Noções de Siderurgia Obtenção do aço Obtenção do ferro fundido 06 Ligas não ferrosas Ligas de cobre: classificação, propriedades e aplicações; 06 Ligas de alumínio: classificação, propriedades e aplicações. Tratamentos térmicos dos materiais ferrosos 06  Noções de tratamentos térmicos e termoquímicos. Corrosão Reações; Tipos de Corrosão; Métodos para Controle da Corrosão. 03 TOTAL 54 METODOLOGIA Aula expositiva; Aula expositiva dialogada com uso de lousa, multimídia ou registro em quadro; Apresentação e discussão de vídeos, filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula; Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo; Estudos de caso; Seminários temáticos em sala de aula; AVALIAÇÃO  Diagnóstica, formativa e somativa, sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo; Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos, provas práticas, escritas ou orais, seminários, elaboração de recursos tecnológicos; Frequência, participação e pontualidade. 43 RECURSOS DIDÁTICOS Lousa eletrônica; Projetor de multimídia; Sistema de som; Quadro branco; Pincel; Materiais didáticos digitais e impressos; Estudo dirigido; Microscópio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALLISTER, W. D. CIÊNCIA DE ENGENHARIA DE MATERIAIS: UMA INTRODUÇÃO; LTC 8ª edição, RIO DE JANEIRO, 2012. CHIAVERINI, V. TECNOLOGIA MECANICA, VOL. 1, 2 E 3, Editora Pearson, 2ª edição, São Paulo, 1996. SHACKELFORD, J.F. CIÊNCIA DOS MATERIAIS, Editora Pearson, 6ª edição, São Paulo, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GENTIL, V. Corrosão, Editora LTC, 6ª edição , São Paulo, 2011. COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns, Edgard Blücher Ltda, São Paulo, 2008. FERREIRA, R. A. S. Transformação de Fase – Aspectos Cinéticos e Morfológicos, Editora Universitária da UFPE, 2002. PUIGDOMENECH, J. P. Tratamento Térmico dos Aços (Teoria e Prática), Editora LEP, 1962. VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais, Editora Campus, 2003. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Tecnologia Mecânica Prérequisitos Não há Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 3 Nº. de Crédito s C. H. TOTAL (H/A) C. H. TOTAL (H/R) Período 3 54 40,5 4º 0 CoRequisitos Não há EMENTA Cálculos dos parâmetros de usinagem e identificação dos diversos processos de fabricação para componentes mecânicos. velocidade de corte • 09 Educação ambiental (Rejeito dos fluidos de corte e aproveitamento dos cavacos)  Custos Envolvidos na Usinagem Tolerâncias e Ajustes  Definições Nomeclatura 03 09 Desvio Cadeia Cinemática das máquinas operatrizes  Rotação Velocidade tangencial. noções de tolerância e ajuste. Engrenagens. rotação e potencia Cálculo de relação de transmissão 06 Elementos de transmissão (Eixo. especificação e cuidados) Dinâmica do Corte Principais movimentos e tempo de usinagem Forças e Potencias envolvidas na usinagem • Cálculos técnicos envolvendo movimento de avanço. calcular tecnicamente variáveis do processo como velocidade de corte e potencia. profundidade de corte. Especificar fluidos de corte. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Processos de Fabricação por Usinagem (Tornearia. custos de usinagem. Polias e Correias) Processos de conformação plástica dos metais (Caracteristicas técnicas do Processo)  Laminação Extrusão Trefilação Forjamento Estampagem 09 . Fresagem e Ajustagem) Classificação Processos de operação e nomenclatura 09 Movimentos de Corte Ferramentas de Corte Geometria das ferramentas de corte e Materiais Processos de formação do cavaco e tipos 09 Fluídos de Corte (tipos.44 COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Identificar os processos de usinagem. nomenclatura. Editora Edgar Blucher. ABRÃO. 8ª Ed. CHIAVERINNI. A. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUNHA.. N.45 54 TOTAL METODOLOGIA Aula expositiva. H. I . FITZPATRICK. MARCONDES. Makron Books. A.S. CALLISTER JR. formativa e somativa. elaboração de recursos tecnológicos. provas práticas. 2008. V. 6 Edição. A. Manual Prático do Mecânico. 2000. Aula expositiva dialogada com uso de lousa eletrônica.. RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. & RETHWISCH. Sistema de som. 1º Edição. São Paulo. R. participação e pontualidade. CHIAVERINNI. McGraw-Hill.. Editora da ABM – Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Apresentação e discussão de vídeos. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. COELHO. 2012. Ciência e Engenharia de Materiais .B. COLPAERT. Materiais didáticos digitais e impressos. Teoria da Usinagem dos Materiais.Uma Introdução. SILVA. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns.. Pincel. 6ª Edição. Tratamentos Térmicos das Ligas Metálicas. 2006.. 2011. D. Visitas às instituições. W. 2º Edição.. L. . 2008. Seminários temáticos em sala de aula. COPPINI. MACHADO. Fundamentos da Usinagem dos Metais. R. Editora Hemus. Edgard Blücher Ltda. M. G. D. Tecnologia Mecânica Vol. 2003. FERRARESI. Tecnologia da Usinagem dos Materiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA º DINIZ.. D. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo.T. Frequência. 1996. M. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos.P. AVALIAÇÃO  Diagnóstica. Editora LTC. 2013. multimídia ou registro em quadro. V. M. M. Estudos de caso... escritas ou orais. Quadro branco. Editora Artliber. São Paulo. CRAVENCO. Introdução aos processos de Usinagem. F. Editora Edgar Blucher. seminários. Aplicar os processos de fundição e técnicas de modelagem de peças. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH . TOTAL (H/A) C. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS    Identificar os fatores metalúrgicos envolvidos nos processos de fusão e solidificação de metais.46 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Processo de Fabricação I Prérequisitos 1 Nº. H.5 5º 2 CoRequisitos Não há Não há EMENTA Estudo dos processos de fabricação aplicados a peças fundidas. H. de Crédito s C. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. Aplicar os materiais utilizados para ferramentas de corte e as técnicas de afiação.  Frequência. rebarbação e acabamento. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. seminários. Importância dos modelos na mecânica. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Fabricação de peças fundidas Estudo dirigido. escritas ou orais. Apresentação e discussão de vídeos. elaboração de recursos tecnológicos. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. matérias utilizados) Materiais utilizados em ferramentas de corte Geometria da ferramenta de corte Gabaritos para ferramentas de corte Afiação de ferramentas de Desbastar 18 Educação ambiental (Rejeito dos fluidos de corte e aproveitamento dos cavacos) TOTAL 54 METODOLOGIA Aula expositiva. Ferramentas e Máquinas. tipos. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. . AVALIAÇÃO Diagnóstica. Desmoldagem. 18 Afiação Noções gerais de operação e tipos de motoesmeril Equipamentos (Tipos) Precauções Rebolos (granulometria.  Construção de caixa de machos de peças. 18 Construção de modelos sob medidas. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. contração e formação dendritica) Equipamentos e ferramentas Fundição em moldes de areia (não permanentes) Fundição em moldes permanentes Fundição de precisão (processo com cera perdida) Fundição Centrifuga Fundição em Molde metálico Prática de moldagens diversas. dimensões.  Noções de prototipagem rápida. formativa e somativa. multimídia ou registro em quadro. provas práticas.47 • • • • • • Modelagem Noções gerais de modelagem. Fusão e vazamento do metal. Materiais utilizados nas confecções dos modelos. Segurança na fabricação de modelos. participação e pontualidade. Fundição Fusão dos materiais (temperatura de fusão de diversos materiais e tipos de fornos) Solidificação (Velocidade de resfriamento. 2012.48 RECURSOS DIDÁTICOS  Lousa eletrônica. 2002. 1977. J. e Cravenco. M. V. Materiais didáticos digitais e impressos. FERRAREZI. S. LESKO. CUNHA. 2011. Quadro branco. DINIZ. MARCONDES. Serras. Sistema de som. O.. Edição. Manual Prático do Mecânico. V. Editora Icone. Introdução a Engenharia de Fabricação Mecânica.S. 2010. COPPINI. tarugos de alumínio.P. Madeira. Editora Edgar Blucher. Tecnologia mecânica. McGraw-Hill. 2008. Introdução aos processos de Usinagem. Pincel.Editora Mousa Salen Simhon. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NOVASKI. A. C. D. Design Industrial – Guia de Materiais e Fabricação. Editora Artliber. Prontuário para Projeto de Fabricação de Equipamentos Industriais. L. 1994. 3. Tecnologia da Usinagem dos Materiais. 2013. Projetor de multimídia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVERINI. Editora Edgar Blucher. 2000. L. caixas. Gestão em Processos de Fabricação Tecnologia de Dispositivos . Editora Edgar Blucher. M. F.. M. Lixadeiras. 6a. A. Editora McGraw Hill. . SALEN. N. FITZPATRICK. Vol. E. Fundamentos da usinagem dos metais. Editora Hemus. SANTOS. TOTAL (H/A) C. de Crédito s C. assim como realizar medidas de identificação de valores de corrente. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 5º 1 CoRequisitos Não há Não há EMENTA Desenvolvimento dos conceitos básicos de eletricidade.49 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Fundamentos de Eletricidade Prérequisitos 1 Nº. tensão elétrica. temperatura e rotação que serão utilizadas para manutenção de circuitos de alimentação e de equipamentos. H. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS  Entender o funcionamento básico de um circuito elétrico aplicado a instalações elétricas residências e industriais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH . H. ligação de motores elétricos (ligação em delta e estrela). Associação Série/Paralela de Cargas Resistivas. cálculo de tomadas de uso especifico. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. 12 Principais Grandezas Elétricas. 3 6 Eletromagnetismo (campo magnético em fios. Resistores Fixos. Quadro branco. Sistema de som. disjuntores. TOTAL 36 METODOLOGIA Aula expositiva. seminários. bobinas e solenoides). escritas ou orais. provas práticas. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Materiais didáticos digitais e impressos. AVALIAÇÃO  Diagnóstica. cálculo de tomadas de uso geral. Seminários temáticos em sala de aula. multimídia ou registro em quadro. Frequência. Pincel. participação e pontualidade. Técnicas de Medidas de Tensão. potencia ativa. fator de potencia. Capacitores e Indutores Instalações Elétricas Residenciais e Industriais: Distribuição de energia elétrica. elaboração de recursos tecnológicos. potencia reativa. cálculo de rotação. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. formativa e somativa. Técnicas de Manutenção em Circuitos Elétricos Básicos. Associação Série de Cargas Resistivas.50 Circuito Elétrico Básico. medidas de rotação e temperatura em motores elétricos. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. . Leis Fundamentais dos Circuitos. RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. condutores (fios. Estudos de caso. Multímetro. Técnicas de Manutenção em Circuitos Elétricos Básicos. Estudo dirigido. Apresentação e discussão de vídeos. Associação de Pilhas e Baterias. 9 6 Motores elétricos: Motores síncronos e assíncronos. cabos e especificações). Multímetros e quadros elétricos. Choque Elétrico. Associação Paralela de Cargas Resistivas. 7ª Ed. 2013.D. 2006. Editora Mcgraw-Hill. 15ª Ed. Editora LTC. 2ºEd.. KINGSLEY.Fundamentos.. C. Editora Erica.5 5º 0 CoRequisitos Não há EMENTA Cálculos de esforços em estruturas e dimensionamento básico de componentes.J.A.51 BIBLIOGRAFIA BÁSICA SADIKU. Volume 1. Editora Erica. Fundamentos de eletricidade – Corrente alternada e instrumentos de medição. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Dimensionar estruturas simples submetidas a cargas estáticas de tração e compressão. E. CREDER. CRUZ. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH . Instalações elétricas prediais – Estude e Use. CAVALIN. M. H.. 2013. UMANS. Fundamentos de circuitos elétricos. 2009. A. ANICETO. 2011. Volume 2. Instalações Elétricas. Fitzgerald. FRANCISCO. Estudar sumariamente o fenômeno da flambagem em colunas sujeitas à compressão axial. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOWLER. Editora Lidel-Zamboni. E. Prática e Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais. 2012. de Crédito s C. Fundamentos de eletricidade.A. flexão e torção. R. 21ºEd. Motores elétricos. G. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Resistência dos Materiais Prérequisitos Mecânica Técnica 3 Nº.. Editora Bookman. Instalações Elétricas . 5ª Ed. Editora Bookman. TOTAL (H/A) C. 7ºEd. H. FOWLER. 2013. 6ºEd.. H. L. R. Máquinas elétricas com introdução à eletrônica de potência. 2013. Editora Bookman.C. 2ºEd. S. A. RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. AVALIAÇÃO Diagnóstica. 1995. M. Estudos de caso. Materiais didáticos digitais e impressos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MELCONIAM. 15 Determinação de esforços internos em eixos e vigas: Diagrama de esforços cortantes e momentos fletor. 2012. 08 Noções de instabilidade estrutural: Flambagem. S. Quadro branco.. provas práticas. R. C. 01 TOTA L 54 METODOLOGIA Aula expositiva. 03 Ética nos projetos. F. Editora Edgar Blucher. • • • • • • • • • • •  21 Torção pura: Equação da torção pura.. escritas ou orais. • • • •  Definição de deformação axial e angular. Dimensionamento de eixos e vigas submetidos à flexão pura. JOHNSTON. seminários. Editora Érica. 3ª Ed. Aula expositiva dialogada com uso de multimídia ou registro em quadro.   Diagrama tensão versos deformação axial. Resistencia dos Materiais. Seminários temáticos em sala de aula. Editora Makron Books. E. 2013. Resistência dos Materiais. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Lei de Hooke. BOTELHO. participação e pontualidade. formativa e somativa. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Diagrama de momento fletor. Deformação angular de árvores e barras circulares. Cisalhamento puro: esforços de corte. BEER. Pincel. Conceito de tensão última e coeficiente de segurança. Dimensionamento de árvores e barras circulares. P. Tração e compressão pura: cálculo de esforços internos em barras. H. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. 10ª Ed. Elementos de máquinas. 06 Flexão pura: Esforços internos em eixos e vigas.52 Tensão e deformação: Definição de tensão normal e tangencial.  . elaboração de recursos tecnológicos.. Frequência. 2003. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS    Correlacionar as técnicas de desenho e de representação gráfica com seus fundamentos matemáticos e geométricos. RICARDO. O. Editora Interciência. PARETO. 2010. M. de Créditos C. Aplicar comandos de softwares para desenvolvimento de representações gráficas e geométricas.. C. Editora Hemus. Representar vistas ortográficas e cortes derivados de sólidos geométricos em CAD. A. Resistencia dos Materiais para Entender e Gostar. H. H. Exercícios de Estática e Resistencia dos Materiais.5 6º CoRequisitos Não há EMENTA Estudo de técnicas de desenho auxiliado por computador. HIBBELER. C. SPERANDIO JUNIOR. FREITAS NETO. L. Introdução a Resistencia dos Materiais. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Desenho Auxiliado por Computador Prérequisitos Desenho Técnico Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prátic a 1 2 Nº. Editora Studio Nobel. E. Resistência dos Materiais.. 7ª Ed. TOTAL (H/A) C. Resistencia e Ciência dos Materiais. Editora Pearson. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. . G.53 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOTELHO. 1979. J. H. R. Editora UNICAMP. 1998. 1997. 54 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aspectos gerais Histórico Terminologia Importância CH 03 Vantagens Introdução ao CAD Barras de comando Periféricos 03 Ferramentas padrão Comandos básicos Ferramentas de ajustes Ferramentas de criação Ferramentas de edição 09 Ferramentas de precisão • • Camadas Virtuais (layers) 03 Dimensionamento 03 Comandos avançados Criação de arquivos 24 Inserção de arquivos  Organização Noções de plotagem 03 Noções de 3D 06 Ética  Utilização de software não licenciados para uso de CAE/CAD/CAM  Ética nos projetos de componentes mecânicos 02 TOTAL 54 METODOLOGIA Aula expositiva. AVALIAÇÃO Diagnóstica. Estudos de caso. Frequência. RECURSOS DIDÁTICOS  . seminários. elaboração de recursos tecnológicos. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. provas práticas. Apresentação e discussão de vídeos. escritas ou orais. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. multimídia ou registro em quadro. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. Seminários temáticos em sala de aula. formativa e somativa. participação e pontualidade. COSTA. Projetor de multimídia. C.1981. BALDAM. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Processo de Fabricação II Prérequisitos Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 1 Tecnologia Mecânica. Lousa eletrônica. São Paulo: Editora Erica. H. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORNANCINI. vol. Quadro branco. 1999.para Windows.I e II. 4ª ed. A. Materiais didáticos digitais e impressos. 2012. Florianópolis. SPECK. PEIXOTO. A. SILVA. FIALHO. B. Pincel. Desenho Técnico Mecânico..55 Computador ou tablet com acesso à internet. Nº. Desenho técnico básico. Desenho Técnico Mecânico. C. Recife: GrafComputer. L. TOTAL (H/R) Período 4 72 54 6º 3 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo dos processos de usinagem de fresamento. Editora Érica. de Crédito s C.Utilizando Totalmente. Estudo Dirigido de AutoCAD 2013 . Porto Alegre: Sulina. São Paulo: Editora Erica. Editora Érica. Florianópolis: Editora UFSC. torneamento e ajustagem. TOTAL (H/A) C.Teoria e Prática no Desenvolvimento de Produtos Industriais Plataforma para Projetos CAD/CAE/CAM. SolidWorks Premium 2012 . Editora UFSC. M. 2012. COUTO. H. R. Plataforma CAE do SolidWorks. J. Metrologia I e Desenho Técnico. Estudo dirigido. Sistema de som. C. J. Manual de Desenho Técnico. C. 2007. A. LIMA. J. V. 2007. C. B. M.. AutoCAD 2013 .. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIALHO. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS . 2009. H. roscamento e torneamento de canais. rosqueamento manual. ferramentas e instrumentos Cálculo técnico (Rotação. tipos de furadeiras. Desenvolver operações de limagem manual. furação e traçado e puncionamento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Fresamento Nomeclatura Noções gerais de dispositivos e acessórios Funcionamento das fresadoras vertical e horizontal Ferramentas (Tipos e Especificações) Segurança no fresamento Cálculos técnicos envolvidos no fresamento Fresamento frontal e tangencial de superfícies com perfis variados Fresamento de Cremalheiras Fresamento de engrenagens de dentes retos a partir do processo de divisão direta Educação ambiental (Rejeito dos fluidos de corte e aproveitamento dos cavacos) Torneamento Nomeclatura Noções gerais de dispositivos e acessórios Manuseio dos comandos Funcionamento do torno universal Ferramentas (Tipos e Especificações) Faceamento Furo de centro Torneamento cilíndrico externo Torneamento cônico externo Torneamento de canais e perfis Recartilhamento Roscamento de uma entrada (rosca métrica) Educação ambiental (Rejeito dos fluidos de corte e aproveitamento dos cavacos) Ajustagem Noções de usinagem manual Funcionamento dos equipamentos. recartilhamento. tipos de ferramentas. torneamento cônico. Confeccionar engrenagens de dentes retos através de divisão direta. avanço da furadeira. os tipos de equipamentos e os processos de fresamento de cremalheiras e fresamento de perfis. especificações de ferramentas) 30 30 30 Rosqueamento manual (Interno e Externo) com machos e cossinete Educação ambiental (Rejeito dos fluidos de corte e aproveitamento dos cavacos) TOTAL 90 . Furo-Rosca. furo de centro. Mesa-Traçado) Traçado e puncionamento Operações de ajustagem Segurança na ajustagem Serragem manual e mecânica Limagem manual Furação (Equipamentos..56    Realizar os cálculos técnicos envolvidos no fresamento. Desenvolver operações de faceamento. Tecnologia mecânica. 3. M. D. 2000. plainas. Sistema de som. 2011. escritas ou orais. E.P. McGraw-Hill. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Design Industrial – Guia de Materiais e Fabricação. Editora Mousa Salen Simhon. Editora McGraw Hill. 2008. FERRAREZI. MARCONDES. Pincel. 2012. Manual Prático do Mecânico. elaboração de recursos tecnológicos. Tecnologia da Usinagem dos Materiais. L. Estudo dirigido. FITZPATRICK. Apresentação e discussão de vídeos. e CRAVENCO. DINIZ. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. Projetor de multimídia. Editora Edgar Blucher. Editora Hemus. SALEN SIMHON. SANTOS. fresadoras. 2013. CUNHA. Editora Artliber. M. formativa e somativa. provas práticas.57 METODOLOGIA Aula expositiva. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NOVASKI. Editora Icone. Editora Edgar Blucher. serras. Aulas práticas. 1994. COPPINI.S. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Estudos de caso. V. .  RECURSOS DIDÁTICOS Computador ou tablet com acesso à internet. M. Frequência. Materiais didáticos digitais e impressos. O. Gestão em Processos de Fabricação Tecnologia de Dispositivos.  BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVERINI. F. N. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Quadro branco. participação e pontualidade. 6ª Ed. LESKO. Vol. Práticas com as máquinas de usinagem: tornos. C. Introdução aos processos de Usinagem.. Lousa eletrônica. V. multimídia ou registro em quadro. Introdução a Engenharia de Fabricação Mecânica. Fundamentos da usinagem dos metais. A. A. L. 2002.. AVALIAÇÃO Diagnóstica. Seminários temáticos em sala de aula. 2010. J. Editora Edgar Blucher. Prontuário para Projeto de Fabricação de Equipamentos Industriais. 1977.. furadeiras. seminários. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Introdução: Conceito de manutenção. H. H. TOTAL (H/A) C. Atribuições da manutenção. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 6º 0 CoRequisitos Não há Não há EMENTA Estudo dos tipos. planejamentos e controles de manutenção. Tipos de Manutenção: 06 . de Crédito s C.58 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Manutenção I Prérequisitos 2 Nº. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS  Elaborar planos de manutenção de equipamentos. Formas organizacionais da manutenção. AVALIAÇÃO Diagnóstica. RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. ishikawa. Visitas às instituições. multimídia ou registro em quadro. Aula expositiva dialogada com uso de lousa eletrônica. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Quadro branco. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA  . elaboração de recursos tecnológicos. preventiva. Seminários temáticos em sala de aula. escritas ou orais. Apresentação e discussão de vídeos. Frequência. Critérios de escolha. Pincel. participação e pontualidade. Gantt. formativa e somativa. provas práticas. 06 Introdução à elementos de máquinas (tipos e funções) Planejamento da manutenção: Lay-out Listagem e codificação (maquinas. Materiais didáticos digitais e impressos. Gráfico de tendências) Análise de falhas 06 Análise e divulgação de resultados TOTAL 36 METODOLOGIA Aula expositiva. equipamentos e peças) Análise dos componentes e tipos de manutenção Periodicidades Custos 10 Uso das ferramentas na gestão da manutenção (brainstorming. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. histograma. proativa e autônoma. preditiva. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Estudos de caso. PERT/COM) Controle da manutenção:  Ficha de histórico de equipamentos/peças (cadastro em software) • Criação dos formulários para os diferentes tipos de manutenção (check-list)  Criação de formulários de OS • Cronograma de manutenção 08 Análises na manutenção:  Introdução à ferramentas estatísticas (Pareto.59 Corretiva. seminários. Sistema de som. F. TPM/MPT – Manutenção Produtiva Total. Dimensionar eixos e árvores. 2010. Planejamento. A Organização. V. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MONCHY. A Função Manutenção. BRANCO FILHO. 2002. H. Programação e Controle da Manutenção. Y. Editora Durban-Ebras. seleção e dimensionamento de chavetas.5 6º 0 CoRequisitos Não há EMENTA Considerações gerais sobre projetos de elementos de máquinas: conhecimentos básicos para um projetista. Editora Qualitymark. G. VIANA. TOKAHASHI. H.Planejamento e Controle da Manutenção. H. CUIGNET. materiais utilizados e suas propriedades. R. T. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. de Crédito s C. Editora Ciência Moderna. . G. o Planejamento e o Controle da Manutenção. parafusos. PCM . 2000. D. 2008. árvores e mancais. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS    Dimensionar e selecionar elementos de fixação e união utilizados em máquinas: chavetas. rebites. S. Selecionar mancais de rolamento. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Elementos de Máquinas I Prérequisitos Resistência dos Materiais Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 3 Nº.. 1989. . Editora de Desenvolvimento Gerencial. 2011. 2011. R. Editora Imam. OSADA.60 PRADO. Gestão da Manutenção – Melhores os Desempenhos Operacionais e Financeiros da sua Manutenção. visando a identificação. Editora All Print. TOTAL (H/A) C. rebites e parafusos. eixos. 1998. Mecânica: Manutenção. Fundação Roberto Marinho. SOUZA. TELECURSO 2000 profissionalizante. PERT/COM. C. Editora Lidel. Elementos de máquinas. Editora Érica. Quadro branco. Transmissão de torque e potência: chavetas. Materiais didáticos digitais e impressos. 10ª Ed. seminários. escritas ou orais. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Estudos de caso. MISCHKE. Pincel..  RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. Projeto de Componentes de Máquinas. M. Apresentação dos elementos de máquinas. e BUDYNAS. generalidades e seleção. JUVINALL.G. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MELCONIAM.. Rebites: Geometria e Dimensionamento Básico. Bancada de Elementos de máquinas. MARSHEK.. provas práticas. AVALIAÇÃO Diagnóstica. R. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR . participação e pontualidade. K. 24 Acoplamentos rígidos e flexíveis: Tipos e Aplicações Mancais de rolamento  Tipos.E. elaboração de recursos tecnológicos. Aula expositiva dialogada com uso de multimídia ou registro em quadro. 7ª Ed. S. 2012. 2008.R. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. C. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. LTC. 15 Introdução a Fadiga 03 Eixos e árvores Dimensionamento: considerações sobre entalhes (concentração de tensões). R. SHIGLEY. Frequência. Projeto de engenharia mecânica.Ed. C. J.. formativa e somativa. 2005. Bookman . 9 Ética na execução de projetos mecânicos 3 TOTAL 54 METODOLOGIA Aula expositiva. .61 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Elementos de fixação e de união Parafusos: Geometria e Dimensionamento Básico. componentes e sistemas. seus ciclos de funcionamento. Estudo do ciclo Otto e diesel. Bookman. 2006. mistura estequiométrica para diversos combustíveis Funcionamento de motores de 2 e 4 tempos para os ciclos Otto e diesel Estudo do ciclo Otto real – cruzamento de válvulas Coletor de admissão e de descarga 12 . PHILPOT. Elementos de Máquinas. Elementos de Máquinas vol 1.. J. LTC. Edgard Blucher.62 CUNHA. L. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS     Identificar os principais componentes de um motor de combustão interna do tipo alternativo. R. COLLINS. Mecânica dos Materiais – Um Sistema Integrado de Ensino. 2013. H. 2 ª Ed. LTC.A.. 2005.. Órgãos fixos e móveis dos motores alternativos Transformação do fluido operante – tipos de misturas. Projeto de Máquinas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • • • • • • • • • CH Princípio de funcionamento dos motores de combustão interna Princípio da combustão. de Crédito s C. 2013. T. Classificação dos motores. Diferenciar os motores de ciclos Diesel dos motores de ciclo Otto. G.A. 4 ª Ed. NORTON.  Realizar cálculos dimensionais dos motores. Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas. NIEMANN. B. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Motores de Combustão Interna Prérequisitos 3 Nº. LTC.2 e 3. Efetuar diagnósticos de falhas em motores de combustão interna do tipo alternativo e seus sistemas. 1971. H. Entender as propriedades dos combustíveis. TOTAL (H/A) C.5 7º 0 CoRequisitos Não há Não há EMENTA Estudo dos motores de combustão interna. HP e watt Curvas características de um motor (curvas de torque e de potência) 06 Sistemas de lubrificação Principais tipos de sistemas de lubrificação Principais componentes do sistema de lubrificação forçada Radiador de óleo Tipos de procedimentos de filtragem e tipos de filtros Principais tipos de bombas de óleo Circuito de óleo 03 Sistema de arrefecimento Tipos de refrigerantes utilizados Tipos de sistemas quanto ao aproveitamento da água como refrigerante Principais componentes do circuito de refrigeração por líquido e suas funções 03 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Bomba d’água Radiadores e seus tipos.63 • • • • • • • Cálculo dimensional dos motores de combustão interna Definição de PMS. com relação ao acionamento Válvula termostática Reservatório auxiliar Aditivos utilizados nos líquidos refrigerantes e suas vantagens Tipos de sistemas de arrefecimento utilizando ar Quando deve ser aplicado este tipo de arrefecimento • • • • • • • • • • Combustível Classificações dos combustíveis com relação: ao estado físico. à composição química. Principais combustíveis utilizados em motores de combustão interna Poder calorífico de um combustível Poder anti-detonante de um combustível Pré-ignição do combustível Teoria da detonação Número de octanagem de um combustível  Aditivos 03 . com relação à colméia Válvula de pressão e depressão Ventiladores e seus tipos. à volatilidade. PMI e curso Determinação do volume unitário e da cilindrada total de um motor Relação entre curso e diâmetro do pistão Volume da câmara de combustão Cálculo da taxa de compressão Definição de potência e conversão entre unidades cv. Apresentação de Motores físicos e seus funcionamentos. Apresentação e discussão de vídeos. Estudos de caso. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. seminários. multimídia ou registro em quadro. Frequência. Funcionamento dos componentes de injeção Estratégias de trabalho da E. vantagens e desvantagens 16 Sistema de ignição Ordem de ignição dos motores com 4.U. elaboração deavaliativos: recursos tecnológicos. Seminários temáticos em sala de aula. escritas ou orais.  Simulação e defeitos mecânicos e elétricos. Leitura e interpretação de esquemas elétricos. Aula expositiva dialogada com uso de lousa eletrônica. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. participação e pontualidade.64 • • • Sistema de alimentação Carburador Princípio de funcionamento e principais componentes de um carburador elementar  Injeção eletrônica • • • • Classificação e características.  Diagnósticos dos sistemas de ignição e injeção. formativa e somativa. Instrumentos exercícios teóricos ou práticos..C. 6 e 8 cilindros Sistema de ignição dinâmico e estático Avanço da ignição Tipos de velas de ignição Bateria 06 Sistema de Partida Comutador de ignição Estudo do circuito elétrico Motor de partida 03 Educação no trânsito 02 TOTAL 54 METODOLOGIA Aula expositiva. e E.C. AVALIAÇÃO Diagnóstica.I. • Turbo-compressores – principais tipo. Visitas às instituições. RECURSOS DIDÁTICOS . provas práticas. 1975. Editora Instituto Piaget. 3ª edição. Tipos de motores. 1983. São Paulo.. SILVA. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAPELLI.. P. J. J. 65 BIBLIOGRAFIA BÁSICA HEMUS. 1ª Ed. Estudo dirigido. 2011. Sistema de som. D. 1999. H. Materiais didáticos digitais e impressos. A. Editora Hemus. KONDEPUDI. O livro do Mecânico de Automóveis.. 1ª Ed. PENIDO FILHO. Os Motores a Combustão Interna. Quadro branco. Injeção Eletrônica de Motores Diesel. Componentes dos motores. Mecânicos de automóveis – O motor e seus acessórios. Rio de Janeiro. Motores de Combustão Interna. Editora Hemus. 1982... HEMUS. CHOLLET. Termodinâmica dos Motores Térmicos: As Estruturas. M. E. Editora Lemi S. . J. Motores translúcidos.A. 1ª Ed. . Editora Ensino Profissional. Arquitetura do motor e Sistemas embarcados. Editora Publindustria. I. Eletroeletrônica automotiva – Injeção eletrônica. Pincel. MARTINS. PRIGOGINE. Motores Diesel. Editora Érica. São Paulo. 1ª Ed.Projetor de multimídia. Editora Hemus. 2006. Conceituação. Relações interpessoais:  Relações étnico raciais Empresas: Conceituação. planejar e implantar pequenas empresas. tributários. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. documentais. TOTAL (H/A) C. oportunidades. Elaboração de planos de negócios. importância. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Identificar oportunidades de negócios. Habilidades e competências do empreendedor. aspectos relevantes. TOTAL METODOLOGIA Aula expositiva. recursos empresariais. Avaliar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Empreendedorismo: conceituação. Plano de Negócios: Negócios e oportunidades de negócios. importância. 06 08 12 02 08 Aspectos legais. multimídia ou 36 .  Gerir negócios. estrutura. de Crédito s C. H. importância. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 7º 0 CoRequisitos Não há Não há EMENTA Desenvolvimento do perfil empreendedor para implantação de novas empresas. H.66 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Empreendedorismo Prérequisitos 2 Nº. outros. Pincel. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNARDI. 2008. Hélio Rangel. Editora Campus-RJ. E.67 registro em quadro. Quadro branco.1995. Vamos abrir um novo negócio. L. Recife: Editora BAGAÇO. Estudos de caso. 2009. . Editora Atlas. Formação empreendedora na educação profissional. escritas ou orais. LEITE. M. 2013. J. Estudo dirigido.A. A. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Empreendedorismo na Veia – Um Aprendizado Constante. Sistema de som. CHIAVENATO. São Paulo: Editora Macgraw-Hill. Frequência. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. GARCIA. Materiais didáticos digitais e impressos. Apresentação e discussão de vídeos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DORNELAS. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Lições de Empreendedorismo.C. TERRA. Empreendedorismo e Excelência em RH. 2001. Editora Manole. Seminários temáticos em sala de aula. Projeto Integrado MEC/SEBRAE de Técnicos Empreendedores. participação e pontualidade. CHER. Transformando idéias em negócios. HASHIMOTO. formativa e somativa. F. Estratégias e Dinâmicas. AVALIAÇÃO Diagnóstica. I. L. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Editora Gente.  RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. 2000. elaboração de recursos tecnológicos. R. seminários. Rio de Janeiro: Editora Campos. Manual de Empreendedorismo e Gestão – Fundamentos. O fenômeno do empreendedorismo. provas práticas. 2008. Roscamento passo a passo. de Crédito s C. Interpolação linear com avanço controlado. H. H.68 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Programação em CNC Prérequisitos Não há Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 2 Nº. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 7º 0 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo dos códigos para fabricação de componentes mecânicos em máquinas que utilizam Controle Numérico Computadorizado (CNC). CH 14 . COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS  Produzir programas de peças em linguagem CNC. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Comandos básicos de programação CNC Sistema de coordenadas Tipos de funções Funções preparatorias Interpolação linear com avanço rápido. Interpolação circular. TOTAL (H/A) C.  RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. 8º Ed. BROWNE. Quadro branco. elaboração de recursos tecnológicos. 2005.D. Projeto Integrado de Produtos. C. • • • • 20 Ciclo de faceamento paralelo. ArtLiber Editora. Frequência. F. provas práticas. Pearson. W. PAHL. ADDISON WESLEY. multimídia ou registro em quadro. 2011. B. M. Materiais didáticos digitais e impressos. Sistema de som. BACK. N. C.. J. S. • Ciclo automático de desbaste longitudinal  Ciclo de acabamento.69 Programação de ciclos de usinagem. 2009. 02 TOTAL 36 METODOLOGIA Aula expositiva. G. • Ciclo de roscamento automático. 2013. Technical Graphics Communication. Ciclo de canais. Introdução à Usinagem com CNC. BEITZ. Projeto na Engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACHADO. A. 1997. Edgard Blücher. SOUZA. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Irwin Series. São Paulo: Icone. participação e pontualidade. MC.. AVALIAÇÃO Diagnóstica. Compensação do raio da ferramenta Fluxograma de programação Ética e Educação ambiental Utilização de software não licenciados para uso de tecnologia CAM. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GROOVER. Automação Industrial e Sistema de Manufatura. SILVA. seminários. 1986. escritas ou orais. 1998. Comando Numérico Aplicado às Máquinas Ferramentas. McGraw-Hill. MAHON. 2008. Programação de Comandos Numéricos Computadorizados – Torneamento. Rejeito dos fluidos de corte e aproveitamento dos cavacos. 2009. CAD/CAM: Principles. . Pincel. CNC. Engenharia Integrada por Computador e Sistemas CAD/CAM/CNC Princípios e Aplicações. Practice and Manufacturing Management.. • Ciclo de roscamento semi-automatico. Uso do Software para simulação. L. Manole. A. Editora Érica. 3ª Ed. Aula expositiva dialogada com uso de lousa eletrônica. BERTOLINE. ULBRICH. M. FITZPATRICK.. formativa e somativa. H. TOTAL (H/R) Período 4 72 54 7º 3 CoRequisitos Não há EMENTA Desenho de elementos de máquinas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Vistas Auxiliares Rebatidas Especiais Meia vista Vista localizada Supressão de vistas CH 10 . H.70 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Desenho Mecânico Prérequisitos Desenho auxiliado por computador Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 1 Nº. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS    Aplicar as normas de simbologia de acabamento superficial. de Crédito s C. Interpretar as convenções de representação sem deformações de vistas ortográficas e cortes derivados de sólidos geométricos complexos. TOTAL (H/A) C. Interpretar e representar os elementos de máquinas segundo os fundamentos e Normas de Desenho Técnico. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. escritas ou orais. provas práticas. Desenhista de máquinas. 1999. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. formativa e somativa. Pincel. AVALIAÇÃO Diagnóstica. Lousa eletrônica. multimídia ou registro em quadro. F. 1973. 1973. A. M. Apresentação e discussão de vídeos. Materiais didáticos digitais e impressos. São Paulo: Publicações Prótec. Projetor de multimídia. Frequência. PROVENZA. São Paulo: Publicações Prótec. RECURSOS DIDÁTICOS Computador ou tablet com acesso à internet. Quadro branco. F.71 Cortes Rebatido Meio corte Corte parcial Omissão de corte 10 Secções 05 Encurtamentos 05 Representação de Desenhos em 3 dimensões (CAD 3D) 05 Elementos de Máquina Parafuso Polias Molas Engrenagens 40 Noções de projeto e de representação de conjuntos e detalhes Mecânicos 13 Ética Pirataria dos programas CAE/CAD/CAM Ética nos projetos de componentes mecânicos 02 TOTAL 90 METODOLOGIA Aula expositiva. participação e pontualidade. seminários. Desenho Técnico Mecânico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COUTO. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. Sistema de som. PROVENZA. Estudos de caso. Projetista de máquinas. Recife: GrafComputer. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos.  . elaboração de recursos tecnológicos. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. Utilizar a plaina e furadeira radial para confecção de peças. Manual de Desenho Técnico. J.C. Desenho técnico básico. H.I e II. 1976. TOTAL (H/R) Período 4 72 54 7º 3 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo dos processos de usinagem: ajustagem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Fresagem Nomeclatura Noções gerais de dispositivos e acessórios Ferramentas (Tipos e Especificações) Cálculos técnicos envolvidos na fresagem Fresamento de engrenagens de dentes retos utilizando diferencial Fresamento de engrenagens helicoidais através do processo diferencial Fresamento de engrenagens de dentes retos pelo processo de geração FELLOWS Fresamento de engrenagens de dentes Helicoidal pelo processo de geração RENANIA  Educação ambiental (Rejeito dos fluidos de corte e aproveitamento dos cavacos) 30 . vol.72 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SILVA. de Crédito s C. Florianópolis: Editora UFSC. W. torneamento cônico interno e abertura de roscas de duas entradas. SPECK. C. BACHMANN e FORBERG. 1981. 2007. 1976. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Processo de Fabricação III Prérequisitos Processo de Fabricação II 1 Nº. BORNANCINI. Porto Alegre: Sulina.. 4ª ed. Desenvolver operações simples de torneamento cilíndrico interno. fresamento e torneamento. Desenho Técnico. TOTAL (H/A) C. J. V. H. torneamento cilíndrico externo. Desenho Técnico. PEIXOTO. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS    Confeccionar engrenagens de dentes retos e helicoidais pelo processo de diferencial e utilizando processos de geração (Fellows e Renania). Ed UFSC. M. Desenho Técnico Mecânico. Florianópolis. 2007. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. J. H. SCHNEIDER. Sistema de som. Frequência. fresadoras. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. acessórios e funcionamento da plaina limadora Precauções e segurança Ferramentas (Tipos e Especificações) Aplainamento de superfícies planas Aplainamento escalonado Furação com furadeira radial (Noções gerais de dispositivos. plainas. elaboração de recursos tecnológicos. Estudo dirigido. provas práticas. furadeiras. Materiais didáticos digitais e impressos. Uso dos equipamentos: tornos. escritas ou orais.  . Projetor de multimídia. Lousa eletrônica. formativa e somativa. acessórios e funcionamento e ferramentas) 30 Rosqueamento com furadeira Radial Educação ambiental (Rejeito dos fluidos de corte e aproveitamento dos cavacos) TOTAL 90 METODOLOGIA Aula expositiva. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. participação e pontualidade. Pincel. AVALIAÇÃO Diagnóstica. Apresentação e discussão de vídeos. RECURSOS DIDÁTICOS Computador ou tablet com acesso à internet. Prática no laboratório de usinagem. seminários. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Quadro branco.73 Tornearia Operações de faceamento Furo de centro Torneamento cilíndrico externo (utilização de ferramentas diversas e analise do acabamento) Furação Torneamento cilíndrico interno Torneamento cônico interno Roscamento interno Roscamento de uma entrada Whitworth Roscamento de duas entradas (Rosca Métrica) Roscamento de uma entrada (a direita e a esquerda) Educação ambiental (Rejeito dos fluidos de corte e aproveitamento dos cavacos) 30 Ajustagem Noções gerais de dispositivos. Florianópolis. D. M.. M. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 7º 0 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo dos principais processos de soldagem e corte. 6a. São Paulo. E. 1977.S. 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MACHADO. Editora Hemus. Tecnologia mecânica. CUNHA. Editora da UFSC. 2000. Edição. TOTAL (H/A) C. Vol. A. 1975.74 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVERINI. COELHO. M. B. A. de Crédito s C. 1992. H. L. Ferramentas de Corte I. STEMMER. 1992. T. C. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH . Artliber. FERRAREZI. Identificar e empregar corretamente os diversos processos de soldagem. Ferramentas de Corte II. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Aplicar as Técnicas de soldagem ou cortes térmicos aplicáveis na reparação e ou fabricação de elementos mecânicos. Introdução aos processos de Usinagem. Editora McGraw Hill.. Teoria da Usinagem dos Materiais. E. McGraw-Hill. M. ABRÃO. Tecnologia da Usinagem dos Materiais. V. Manual Prático do Mecânico. Editora da UFSC. E. Edgar Blücher. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Tecnologia da Soldagem e Corte Prérequisitos 2 Introdução a Ciência dos Materiais Nº. 3. R. 2012. Fundamentos da usinagem dos metais. e CRAVENCO. R. LTC. FITZPATRICK. Tecnologia mecânica. DINIZ. Freire. H. C. Florianópolis. J. SILVA. M. Edgar Blucher.P. Rio de janeiro. 2002. 2013. A.. STEMMER. Qualificação e Certificação Introdução Normas em Soldagem Registro e Qualificação de Procedimentos e de Pessoal 04 Processo de Soldagem e Corte a Gás 10 SOLDAGEM A GÁS Fundamentos Equipamentos Consumíveis Segurança na Soldagem Técnica Operatória Aplicações Industriais .75 Introdução à Soldagem Métodos de União dos metais Definição de Soldagem Formação de uma Junta Soldada Processos de Soldagem Comparação com outros Processos de Fabricação Breve Histórico da Soldagem 04 Terminologia e Simbologia de Soldagem Introdução Terminologia de Soldagem Simbologia da Soldagem 06 Princípios de Segurança em Soldagem e Preocupação Ambiental Introdução Roupas de Proteção Choque Elétrico Radiação do Arco Elétrico Incêndios e Explosões Fumos e Gases Outros Riscos 04 Arco Elétrico de Soldagem Introdução / Conceito Características Elétricas do Arco Características Térmicas do Arco Características Magnéticas do Arco 04 Fontes de Energia para Soldagem Introdução Requisitos Básicos das Fontes Fontes Convencionais Fontes com Controle Eletrônico 04 Normalização. multimídia ou registro em quadro. WAINER.. A. Soldagem: processos e metalurgia. BRACARENSE. 456p. Editora Edgard Blücher Ltda. elaboração de recursos tecnológicos. provas práticas. Soldagem: Fundamentos e Tecnologia. participação e pontualidade.. Estudo dirigido.76 Prática de Soldagem a Gás OXI-CORTE Fundamentos Equipamentos Consumíveis Segurança no Corte Técnica Operatória Aplicações Industriais Prática de Oxi-corte TOTAL 36 METODOLOGIA Aula expositiva. Materiais didáticos digitais e impressos. Rio de Janeiro. p. 2007.. C. BRANDI. T.V.  RECURSOS DIDÁTICOS Lousa eletrônica. formativa e somativa. MELLO. Projetor de multimídia. Quadro branco. Frequência. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Estudos de caso. Sistema de som. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. AVALIAÇÃO Diagnóstica. P. escritas ou orais. São Paulo. .  BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARQUES. seminários. P. MODENESI..Q. Belo Horizonte: Editora UFMG. 1982. OKUMURA. D. Apresentação e discussão de vídeos. Seminários temáticos em sala de aula. Aula expositiva dialogada com uso de lousa..D. S. 494p. TANIGUSHI. Editora Livros Técnicos e Científicos. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Prática de soldagem e corte.J. 1992.51-125. F. Máquinas de soldagem. Pincel. Engenharia de soldagem e aplicações. E.H. D. Unidade de conservação e utilização final do ar. Editora Globus. VEIGA. A. Processo de Soldagem MIG/MAG. R. Soldagem MIG/MAG. Processo de soldagem eletrodo revestido. E. 2011. Artliber. H. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Hidráulica e Pneumática I Prérequisitos Não há 1 Nº. VEIGA. 06 Atuadores pneumáticos Atuadores: classificação. 2011. 2012. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Projetar e analisar circuitos pneumáticos e hidráulicos combinatórios e sequenciais. SCOTTI. TOTAL (H/A) C. Soldagem. Controle e processamento de sinais: temporizadores e contadores. Bookman Companhia. 2º Ed..77 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SCOTTI. Efetuar manutenção em sistemas hidráulicos e pneumáticos. A. GEARY. Tratamento posterior do ar e rede de distribuição. E. MILLER. H.. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. Comando de atuadores: válvulas direcionais como elementos de comando. Artliber. REIS. Editora Globus. Fundamentos e Prática da Soldagem a Plasma. VEIGA. 06 Circuitos pneumáticos combinatórios Elementos lógicos e correspondentes pneumáticos. 2008. VEIGA.. 2011.. 06 .5 7º 2 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo do projeto e manutenção de sistemas hidráulicos e pneumáticos. Editora Globus. Segurança na Soldagem. Controle de velocidade de atuadores: válvulas reguladoras de fluxo. tipos e simbologia. Editora Globus. 2007. E. PONOMAREV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Produção e tratamento do ar comprimido O ar atmosférico: composição e características. Processo de soldagem TIG. V. 1ª Ed. de Crédito s C. R. P. Sensores pneumáticos de fim-de-curso. Compressão do ar: dificuldades e custo energético. E. Materiais didáticos digitais e impressos.  RECURSOS DIDÁTICOS Computador ou tablet com acesso à internet. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Quadro branco. Válvulas redutoras de pressão: atuação no controle da velocidade do atuador e da pressão máxima de funcionamento. • • • • 15 Operação no lado de sucção da bomba: cavitação e pseudo-cavitação. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Apresentação e discussão de vídeos. • Método cascata para seqüências simples. multimídia ou registro em quadro. seminários. Bancadas de hidráulica e pneumática. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Projetor de multimídia. Controle de velocidade nos atuadores: válvulas reguladoras de fluxo – medição na saída e na entrada. Práticas de circuitos hidráulicos e pneumáticos. TOTAL 54 METODOLOGIA Aula expositiva. AVALIAÇÃO Diagnóstica. 12 Comando de atuadores: válvulas direcionais. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula.78 Circuitos pneumáticos seqüenciais • Diagrama trajeto-passo e trajeto-tempo. escritas ou orais. • O “método intuitivo” para resolução de seqüências simples: limitações. Estudo dirigido. Estudos de caso. Fluidos hidráulicos Educação Ambiental: Descarte dos fluidos hidráulicos. Sistema de som. Seminários temáticos em sala de aula. classificação e simbologia. Atuadores hidráulicos. formativa e somativa. provas práticas. controle da velocidade e da pressão  Tipos. participação e pontualidade. Lousa eletrônica. Frequência. Reservatório e válvula de segurança. elaboração de recursos tecnológicos.  .  passo-a-passo para seqüências simples. 09 Método Unidade de Potência hidráulica • Pressão e vazão: relação com a força e a velocidade dos atuadores  Componentes da unidade de potência hidráulica. Pincel. V. Pneumática & Hidráulica. 3º Ed. N. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. instrumentos. V. TOTAL (H/A) C. 2009. PRUDENTE. A. instalar. LINSINGEN. Editora LTC.79 BIBLIOGRAFIA BÁSICA PARKER-HANNIFIN.Didatics. UFSC.. Automação Pneumática – Projetos. montar. Tecnologia Pneumática Industrial.5 7º 2 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo dos procedimentos da manutenção em equipamentos industriais. A. máquinas e ferramentas relacionadas com manutenção mecânica. STEWART. Automação Eletropneumática. I. 2008. Editora Hemus. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Manutenção 2 Prérequisitos 1 Manutenção 1 e Motores de Combustão Interna Nº. Fundamentos de Sistemas Hidráulicos. de Crédito s C. Parker-Hannifin. 2011. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH . calibrar e testar equipamentos. 2009. L. Tecnologia Hidráulica Industrial. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS  Manusear. 2013. G. Automação Industrial – Pneumática: Teoria e Aplicações. Automação Hidráulica – Projetos. Dimensionamento e Análise de Circuitos. 3º Ed.. Dimensionamento e Análise de Circuitos. Parker-Hannifin . B. FIALHO. Editora Érica. Editora Érica. BONACORSO. H. NOLL. 2011. PARKER-HANNIFIN. F. H. B. Editora Érica.Didatics. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIALHO. lubrificação e manutenção de motores. H. Informações sobre o diagnóstico e reparos dos principais defeitos. Lubrificação Introdução aos lubrificantes. AVALIAÇÃO 54 . multimídia ou registro em quadro. Ética na manutenção dos motores. Educação Ambiental: Reutilização e descarte dos lubrificantes. compressores. alcalinidade livre e acidez livre. 18 Manutenção em equipamentos (Bombas. Introdução à alinhamento. Principais prevenções a serem realizadas. Apresentação e discussão de vídeos. Orientações para a desmontagem de um motor de combustão interna e realização prática. corrente. consistência. nivelamento e balanceamento. Práticas de manutenção. Manutenção de equipamentos industriais: Explanação das ferramentas a serem utilizadas. Elevação e transporte de cargas utilizado na manutenção. Métodos de lubrificação: sistema de lubrificação intermitente. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. Estudos de caso. ponto de gota. contaminastes de óleo e sua remoção. 18 Manutenção de óleos lubrificantes durante o serviço: vazamento. propriedades. móveis e auxiliares. TOTAL METODOLOGIA Aula expositiva. sistema de circulação de óleo e outros sistemas de lubrificação.80 Prática com motores Explanação das ferramentas a serem utilizadas. Identificação dos sistemas de arrefecimento e lubrificação. Armazenagem e manuseio de lubrificantes: manipulação. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Análise dimensional do motor Orientações para a montagem de um motor de combustão interna e realização da prática. Seminários temáticos em sala de aula. fatores que prejudicam os produtos estocados. Ética na manutenção de equipamentos industriais. redutores). Manutenção em sistemas de transmissão (por correia. Ensaios em óleos lubrificantes e seus significados: ensaios físicos e químicos Graxas lubrificantes: generalidades. 18 Identificação dos órgãos fixos. eixos e engrenagens). ensaios. presença de água. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Manutenção em mancais (deslizamento e rolamento). separação de óleo e teste de rolamento. S. Editora Lemi S.Diagnóstica. São Paulo. de Crédito s C. São Paulo. Lubrificantes e lubrificação. DRAPINSKI. Mecânicos de automóveis – O motor e seus acessórios. escritas ou orais. Editora Makron-Books. 81  RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. seminários. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. CARRETEIRO. editora Publindustria. H. Bancada de manutenção. Editora McGraw-hill. Editora Hemus. Rio de Janeiro. Sistema de som. DEN HARTOG. P. MOURA. Pincel. PENIDO FILHO. 2000. provas práticas.1972. Quadro branco. H. 2001. C. Produtos SKF para manutenção e lubrificação. Manual de manutenção mecânica básica. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. J. R. elaboração de recursos tecnológicos. Editora Edgar Blücher. P.5 7º . R. Materiais didáticos digitais e impressos. 1983. Estudo dirigido. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. J. participação e pontualidade. Mecânica: Manutenção. Os Motores a Combustão Interna. 1ª edição. formativa e somativa. CATÁLAGO SKF FERRAMENTAS. TOTAL (H/A) C. 1978. São Paulo. Motores de Combustão Interna. Fundação Roberto Marinho.A. Motores didáticos. 2011. 1998. P. CHOLLET. Vibrações nos Sistemas Mecânicos.. Frequência.. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARTINS. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Elementos de Máquinas II Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 3 0 Nº. H. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TELECURSO 2000 PROFISSIONALIZANTE. M. J. Cilíndrica de dentes retos: geometria. visando a identificação. correntes e cabos de aço. 3 Correias de transmissão  Tipos. Ética nos projetos. correias. relação de transmissão e dimensionamento. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS  Dimensionar e selecionar correias de transmissão e cabos de aço. 1 54 .  Esforços na Transmissão Engrenagens. Tipos e generalidades. materiais utilizados e suas propriedades.82 Prérequisitos Elementos de Máquinas I CoRequisitos Não há EMENTA Considerações gerais sobre projetos de elementos de máquinas: conhecimentos básicos para um projetista. seleção e dimensionamento de engrenagens. Estudos de caso. 21 Seleção de Redutores 9 Correntes Tipos e generalidades. Cilíndrica de dentes helicoidais: geometria e relação de transmissão. Aula expositiva dialogada com uso de multimídia ou registro em quadro. 2  Transmissão de potência e seleção. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Movimento Circular. 3 Cabos de aço  Tipos. 15  Transmissão de potência e seleção.  Identificar os principais elementos da transmissão por engrenagens cilíndricas. Funcionamento e aplicações. TOTAL METODOLOGIA Aula expositiva. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Torção Simples e Rendimento das Transmissões. J. . participação e pontualidade. COLLINS. Frequência. 10ª Ed.. Projeto de Máquinas. formativa e somativa. 4 ª Ed. LTC. Edgard Blucher. H. S. C. 2 ª Ed. C. Materiais didáticos digitais e impressos. LTC.Ed. 2013. 7ª Ed.. Bookman . K. 2006. R. R. e BUDYNAS. Quadro branco. Mecânica dos Materiais – Um Sistema Integrado de Ensino. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MELCONIAM. Bookman. H. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Metrologia II Pré- Metrologia I Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 1 1 Co- Nº. Pincel. Projeto de engenharia mecânica.. 2013. escritas ou orais.G. TOTAL (H/A) C. LTC. PHILPOT. seminários. LTC. CUNHA.. NIEMANN. 2012.E. Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas. Elementos de Máquinas vol 1. JUVINALL.. 2005. NORTON. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos.A..2 e 3. provas práticas. 2008. T. B. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SHIGLEY. 2005.A. R. Elementos de Máquinas.83 Seminários temáticos em sala de aula. MARSHEK. G. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo.. Editora Érica. 1971. M. J. MISCHKE. de Crédito s C. Elementos de máquinas. L. elaboração de recursos tecnológicos. RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. Projeto de Componentes de Máquinas. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 8º Não há  . AVALIAÇÃO Diagnóstica.R. tipos. tipos. 04 Leitura. Mesa-de-seno e régua-de-seno: 05  Nomenclatura. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS  Empregar os termos metrológicos de acordo com o V I M (Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais da Metrologia). aplicação e conservação/manutenção. Máquinas de Medição Ótica:  Microscópio de Medição .84 requisitos Requisitos EMENTA Estudo dos organismos da metrologia. aplicação.nomenclatura e processo de medição.  Projetor de Perfil. aplicações e conservação. 10 04 Parâmetros de Rugosidade. 02 Calibrador traçador de altura:  Nomenclatura. construção. empregos dos termos metrológicos. Equipamentos controladores de superfícies. 02 Calibradores:  Tipos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Organismos da Metrologia Nacional: 02  Conmetro.nomenclatura e processo de medição. Sinmetro e Inmetro – Organograma e atribuições.  Identificar os processos e procedimentos de controle metrológico. aplicações e conservação/manutenção 02 Relógio comparador: Nomenclatura. 04 Blocos padrão:  Construção. 01 . Controle de Superfícies: Rugosidade. Terminologia:  Vim. Vocabulário Internacional de Termos fundamentais e Gerais de Metrologia. processo de medição.  Principais Erros de Medição segundo o VIM. utilização e exercícios.  Prática de utilização. tipos. aplicações e conservação/manutenção.  Identificar os sistemas de medição da metrologia de controle. estudo dos erros nas medições e sistemas de metrologia de controle. Ética na medição. 2007. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos.85 36 TOTAL METODOLOGIA Aula expositiva. Materiais didáticos digitais e impressos. R. GLOBALTECH. e SOUZA. FELIX. A. 2012. A. Editora Erica. LIRA. 8ª Ed. 2006. elaboração de recursos tecnológicos. Aula expositiva dialogada com uso de lousa eletrônica. Atividades práticas com os instrumentos de medições. J.  RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. formativa e somativa. participação e pontualidade. J. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Visitas às instituições. Metrologia Industrial.G. S. Editora Globaltech. AVALIAÇÃO Diagnóstica. Instrumentos de medições. Metrologia na Indústria. Metrologia e Controle Dimensional. C. Editora Lidel – Zamboni. NETO. F. 2008. JR. 2011. provas práticas. Sistema de som. A Metrologia no Brasil. Editora Telecurso – Singular. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. METROLOGIA. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBERTAZZI. seminários. Editora Qualitymark. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR . Livro Profissionalizante de Mecânica – Metrologia. 1998. 1995. Apresentação e discussão de vídeos. MARINHO. Editora Elsevier – Campus. A. Seminários temáticos em sala de aula. C. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUEDES. R. Pincel. Metrologia Mecânica. Frequência. Editora Qualitymark. Editora Manole. Laboratório Nacional de Padrões e Unidades de Medida. P. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Estudos de caso. Fundamentos de metrologia científica e industrial. multimídia ou registro em quadro. escritas ou orais. F. Quadro branco. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Noções de termometria: Definição de temperatura Medição de temperatura Escalas termométricas (Celsius.5 8º 0 CoRequisitos Não há Não há EMENTA Estudo dos sistemas de geração de energia térmica: caldeiras. Identificar em uma rede industrial os componentes de alimentação à água. Fahrenheit. TOTAL (H/A) C. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. Kelvin) e suas conversões Calorimetria: Calor Calor sensível Capacidade térmica e calor específico Leis gerais de mudanças de estado Calor latente Isolamento térmico 03 06 Diagrama termodinâmico (T x V) Transmissão de calor: Definição de transmissão de calor Mecanismos de transferência de calor (condução.86 CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Sistemas a Vapor Prérequisitos 3 Nº. turbinas e trocadores de calor. H. convecção e radiação) Trocadores de Calor 06 03 . H. Identificar os principais componentes de uma rede industrial de vapor de água para geração e aproveitamento de energia. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS    Aplicar as leis da termodinâmica a gases e líquidos e compreender os fenômenos induzidos pela variação de pressão e temperatura. de Crédito s C. Corrosão nas superfícies de aquecimento e tratamento químico interno. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. estágio Bauman. multimídia ou registro em quadro. Apresentação e discussão de vídeos. Características construtivas dos dispositivos e superfícies da caldeira Operação de caldeiras Tipos de caldeiras industriais. Distribuição: Tubos e acessórios Fixação Isolamento térmico Sistema de recuperação Turbinas a vapor: Introdução e Histórico Classificações Esquema simplificado de uma instalação de turbina a vapor Estágio de uma turbina a vapor Perdas que influenciam sobre o rendimento interno Turbinas de vários estágios: estágio de velocidade (estágio curtis).87 Caldeiras a vapor convencionais: Histórico Classificações das caldeiras de vapor Principais componentes das caldeiras Aquatubular e Flamotubular. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da 54 . Águas industriais: Tipos 06 06 Tratamentos. Turbinas de contrapressão e condensação Operação de turbinas em regime de carga variável Sistema de lubrificação Configurações e modelos de turbinas térmicas a vapor 06 09 Energias renováveis 02 Turbinas a gás: Introdução e histórico Turbinas axiais e radiais Resfriamento das palhetas Características dos principais componentes da turbina a gás: Adição de vapor Circuito aberto Circuito fechado 07 Tipos de turbinas industriais TOTAL METODOLOGIA Aula expositiva. Sistemas de combustão: Fornalhas e Queimadores. 2004. A. escritas ou orais. Nascimento. Vol. formativa e somativa. 2003. Rio de Janeiro – RJ. 1ª Ed. Instrumentação Aplicada ao Controle de Caldeiras.  RECURSOS DIDÁTICOS Lousa eletrônica. Editora CETOP. S.. Editora LTC. A. projeto e operação. Editora Interciência. E. elaboração de recursos tecnológicos. Geração termelétrica: planejamento. Turbinas à Vapor e a Gás. Práticas com bancada de sistema a vapor e bancada de trocadores de calor. 3ª Ed. 1995. J.1. SILVA. S. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. A. Sistema de som. Editora Reverte. E. . MACINTYRE. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. A. Projetor de multimídia. N. R. Frequência. Vol. 3ª Ed. Nascimento. Quadro branco. Bancada trocadores de calor. Estudos de caso. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEGA. Estudo dirigido. E. Rio de Janeiro – RJ. ÇENGEL. Geradores de vapor de água (caldeiras). 1996. E. Rio de Janeiro – RJ. Editora Interciência. LORA. T. 1997. Materiais didáticos digitais e impressos.  BIBLIOGRAFIA BÁSICA PERA. A. N. AVALIAÇÃO Diagnóstica. 1966. Seminários temáticos em sala de aula. Bancada de sistemas a vapor. H. Equipamentos industriais e de processo.88 aula. 1ª Ed. M.. Editora McGrawHill. seminários. R. participação e pontualidade. Transferência de calor e massa: Uma abordagem prática. Y. provas práticas. Editora Politécnica da USP/SP. 2009.2. E. Editora Interciência. LORA. H. SHAPIRO. M. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Geração termelétrica: planejamento. 2004. Pincel. Fundamentos da Termodinâmica Técnicas. projeto e operação. normas ISO 9000 e 14000. kanban e CI M. TOTAL (H/R) Não há EMENTA Estudo das ferramentas da qualidade. H. de Créditos C. TOTAL (H/A) 2 36 0 CoRequisitos Período C. Aplicar as normas ISO 9000 e ISO 14000 no contexto industrial. H. Identificar os planos de instalação e organização de uma indústria. 27 8º . Identificar os métodos de produção: just in time. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS     Aplicar as ferramentas básicas do gerenciamento pela qualidade total.89 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Gestão da Qualidade e Produtividade Prérequisitos Não há Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 2 Nº. e controle de processos. Metodos Avançados de Produção: Just In Time. Programa 5 S’s.90   Aplicar os conceitos e métodos básicos do controle estatístico de processo Comparar as técnicas de controle da qualidade referente aos processos. Estudo dirigido. Norma ISO – 14000. Qualidade ambiental. Práticas de circuitos hidráulicos e pneumáticos. escritas ou orais. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Seminários temáticos em sala de aula. insumos e produtos relacionados com a manutenção de equipamentos mecânicos e com produtos. formativa e somativa. Método de Solução de Problemas. Kanban.Controle Estatístico do Processo Qualidade de vida: Obesidade e alimentação Direitos humanos Direito do idoso Acessibilidade Relações interpessoais TOTAL 13 06 02 01 54 METODOLOGIA Aula expositiva. RECURSOS DIDÁTICOS  . Noções de C E P . Frequência. AVALIAÇÃO Diagnóstica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Conceito de qualidade: 02  Abordagem do conceito de qualidade no mundo. Norma ISO – 9000. seminários. elaboração de recursos tecnológicos. multimídia ou registro em quadro. participação e pontualidade. Apresentação e discussão de vídeos. C I M. As ferramentas da qualidade:  Controle da Qualidade Total  Ciclo P D C A. Estudos de caso. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. provas práticas. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. 12 Diagrama de Ishikawa. Fundação Cristiani Ottoni/Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais. W. A. R. de Crédito s C. Administração da Produção. Rio de Janeiro: ABNT. Editora Atlas. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Identificar os ensaios destrutivos e não destrutivos em materiais. F. 2008. M. V. Vários. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BUSSAB. Belo Horizonte – MG. 2012. Editora Cengage. C. C. D. Estatística Básica. MIGUEL. Gestão da Qualidade.Lousa eletrônica. 2000. Editora Atlas. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Ensaios de Materiais Prérequisitos Introdução à Ciência dos Materiais 1 Nº. Gestão da Qualidade: Conceitos e Técnicas. Pincel. H. Materiais didáticos digitais e impressos. MAREIRA. Projetor de multimídia.. 1992. CARPINETTI.. Sistema de Qualidade Básica. São Paulo: Atual. M. TOTAL (H/A) C. Editora FGV. 2010. C. NBR ISO 9001:2000. Gestão da Qualidade ISSO 9001 2008. L. Administração da Produção e Operações. CARPINETTI. A. Quadro branco. L. Sistema de som. 2002. Controle de Qualidade Total (no estilo japonês). Efetuar e analisar resultados dos ensaios de materiais. 4a Ed. P. CAMPOS. 1987. 2011. N. 91  BIBLIOGRAFIA BÁSICA AUTORES.. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH . Pedro A. H.. GEROLAMO. R. SLACK. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 8º 1 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo dos ensaios destrutivos e não destrutivos em materiais. C. Editora Atlas. Normas técnicas dos ensaios destrutivos e não-destrutivos. • Equipamentos utilizados. • Procedimentos para execução do ensaio. • Procedimentos para execução do ensaio. • Fatores que afetam as indicações.  Medição de espessura. Principais equipamentos utilizados. • Equipamentos utilizados. • Procedimentos para execução do ensaio. Educação Ambiental • Descarte dos resíduos oriundos dos END’s. Normas e códigos para os ensaios não-destrutivos • ABENDE e o Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal em END • SNQC/END. Ensaios de ultrassom: • Princípios básicos do método. • Vantagens e limitações do ensaio. Ensaios de partículas magnéticas: • Princípios básicos do método. Ensaios de radiografia industrial: • Princípios básicos do método. • Procedimentos para execução do ensaio. Ensaios Não-Destrutivos: Inspeção visual e iluminação: • • Princípios fundamentais.92 Noções Preliminares: O significado do ensaio mecânico. Ensaios por líquidos penetrantes: • Noções fundamentais. • Equipamentos utilizados. 18 . • • Características. • Técnica do ensaio de dobramento. provas práticas. 2000. Ensaios de dureza: • Noções preliminares. Aula expositiva dialogada com uso de lousa eletrônica. Ensaio de impacto • Noções preliminares sobre o ensaio.  . • Características. multimídia ou registro em quadro. Efeito da temperatura. • Dureza por penetração (HB. formativa e somativa. elaboração de recursos tecnológicos.93 Ensaios Destrutivos: Ensaio de tração: • Ensaio de tração convencional. RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Spim... Pincel. Materiais didáticos digitais e impressos. C. escritas ou orais. seminários. Frequência.  • 18 Técnica do ensaio. participação e pontualidade. • Propriedades mecânicas obtidas através do ensaio de tração. Ensaios Dos Materiais. Apresentação e discussão de vídeos. Técnica do ensaio de impacto. Santos. Seminários temáticos em sala de aula.  Microdureza. TOTAL 36 METODOLOGIA Aula expositiva. Quadro branco. Equipamentos de Ensaios destrutivos e não destrutivos. Editora LTC. A. J. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GARCIA. A. A. Sistema de som. AVALIAÇÃO Diagnóstica. HV e HR). filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Ensaio de dobramento • Noções preliminares sobre o ensaio.  Técnicas dos ensaios. 2008. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução.H. Guanabara Dois. L.94 SOUZA. DIETER. Edgard Blucher. Ciência e Engenharia dos Materiais. Rio de Janeiro. Princípio de Ciência e Engenharia dos Materiais. Dimensionar sistemas de bombeamento. Ensaios mecânicos de materiais metálicos: fundamentos teóricos e práticos. 1970. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Classificar as várias máquinas motrizes e operatrizes hidráulicas. LTC.D. de Crédito s C. S. W. Princípios de Ciência dos Materiais. Macgraw-Hill. H. H. TOTAL (H/A) C. ASKELAND. TOTAL (H/R) Período 3 54 40.. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Máquinas Hidráulicas Prérequisitos 3 Nº. Pearson. CALLISTER JR. 7ª Ed. D. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH . 2004. J. 2006. SHACKELFORD. Editora Edgard Blucher.. G. 3ª Ed. E. F.A. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SMITH. R. VAN VLACK.. Cengage Learning. F. 1981. 2008. Rio de Janeiro. 1998. Metalurgia mecânica.. 2ª Ed. Classificação e principio de funcionamento das máquinas hidráulicas e operatrizes e dimensionamento de sistemas de bombeamento.5 8º 0 CoRequisitos Não há Não há EMENTA Estudo dos elementos que compõe a mecânica dos fluidos. W. Ciência dos Materiais. Máquinas Hidráulicas: Máquinas motrizes. Viscosidade Movimentos laminar e turbulento – Número de Reynolds 09 Cálculo de perdas de carga em tubulações • Perdas de carga ao longo dos tubos e perdas de carga localizadas  Comprimento equivalente. funcionamento e características. Potência e rendimento do conjunto motor-bomba Velocidades nas linhas de recalque e sucção Curvas características de uma bomba Curvas características de um encanamento Regulagem das bombas atuando no registro e variando a velocidade do motor 12  Influência dos cortes nos rotores no funcionamento das bombas   Associações das bombas centrífugas Dimensionamento econômico da linha de recalque .95 Estática dos fluidos Densidade absoluta. Francis. peso específico e densidade relativa Conceito sobre pressão Pressão de uma coluna líquida (teorema de Stevin) Equilíbrio de líquidos em vasos comunicantes Experiência de Torricelli (Pressão barométrica) Pressão manométrica e pressão absoluta Pressão em coluna líquida Unidades de pressão e suas conversões Tipos de manômetros líquidos e metálicos Princípio de Pascal Prensa hidráulica 12 Dinâmica dos fluidos Vazão Classificação dos movimentos dos líquidos Equação da continuidade Equação de Bernoulli para escoamento de fluidos incompressíveis ideais. máquinas mistas. Definições Máquinas motrizes (Pelton. carneiro hidráulico) 06 Máquinas operatrizes Classificação e descrição das bombas Bombas de deslocamento positivo: tipos. Hélice e Kaplan) Energias renováveis Máquinas mistas (injetoras. 06 Encanamento de recalque Tubulações de sucção Tubulações de recalque Determinação da altura estática de sucção e recalque. classificações e funcionamento. emprego Turbobombas: Principais componentes. e alturas totais. suas características. máquinas operatrizes. 09 • Cálculos de perda de carga em tubulações para fluidos incompressíveis mais comuns. 96      Instalação de bomba centrífuga Defeitos e funcionamento do sistema Cavitação: Definição, precauções para evitar a cavitação NPSH: Definição, determinação do NPSH disponível e requerido. Determinação do fator de cavitação. TOT AL 54 METODOLOGIA Aula expositiva; Aula expositiva dialogada com uso de lousa eletrônica, multimídia ou registro em quadro; Apresentação e discussão de vídeos, filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula; Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo; Estudos de caso; Seminários temáticos em sala de aula; Visitas à instituições. AVALIAÇÃO Diagnóstica, formativa e somativa, sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo; Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos, provas práticas, escritas ou orais, seminários, elaboração de recursos tecnológicos; Frequência, participação e pontualidade. RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia; Sistema de som; Quadro branco; Pincel; Materiais didáticos digitais e impressos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 2º Edição, revisada, Editora Pearson / Prentice Hall, 2008. FOX, R.W., McDonald A.T. e Pritchard, P.J. Introdução à Mecânica dos Fluidos. Editora LTC, 2006. LIMA, E. P. C. Mecânica das bombas. 1ª ed., Editora Interciência, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MACINTYRE, A. J. Bombas e instalações de bombeamento. 2ª ed., Editora LTC, 1997. MATTOS, E. E. e Falco, R. Bombas industriais. 2ª ed., Editora Interciência, 1998. PROVENZA, F. e Souza, H. R. Hidráulica. Pro-tec, 2º ed., Editora F. Provenza, 1976. SANTOS, S. L. Bombas e instalações hidráulicas. 1ª ed., Editora LCTE, 2007. SILVA, N. F. Compressores Alternativos Industriais: Teoria e Prática. 1ª Ed., Editora Interciência, 2009.  97 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Metalografia e Tratamento Térmico Prérequisitos Introdução a Ciência dos Materiais 1 Nº. de Crédito s C. H. TOTAL (H/A) C. H. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 8º 1 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo das técnicas de preparação e realização de ensaios metalográficos e tratamentos térmicos em ligas de aço. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Efetuar as técnicas de preparação e realizar ensaios metalográficos. Identificar os fatores envolvidos e os efeitos dos tratamentos térmicos e termoquímicos nas ligas metálicas ferrosas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Tratamentos térmicos e termoquímicos • Fatores que influenciam os tratamentos térmicos • Efeito dos tratamentos térmicos sobre os micro-constituintes das ligas ferrosas.  Uso do Diagrama Fe-C para definição das temperaturas de tratamento térmico. 18 98 Curvas TTT e TRC. Recozimento. Normalização. Têmpera e revenimento. Martêmpera e Austêmpera. Cementação e Nitretação. Reaproveitamento dos fluidos dos tratamentos térmicos. Metalografia Principais aplicações da metalografia Técnicas para realização de Macrografia e Micrografia (Microscopia ótica, varredura e transmissão) Técnicas de analise químicas para determinação de composição  amostas. 18 Corte e preparo de Ataque químico. Análise macrográfica. Análise micrográfica Avaliação do teor de carbono de amostras ferrosas. Identificação dos constituintes e de tratamentos térmicos por análise metalográfica TOTAL 54 METODOLOGIA Aula expositiva; Aula expositiva dialogada com uso de lousa eletrônica, multimídia ou registro em quadro; Apresentação e discussão de vídeos, filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula; Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo; Estudos de caso; Seminários temáticos em sala de aula; Visitas à instituições; Práticas de metalográfia e tratamentos térmicos. AVALIAÇÃO Diagnóstica, formativa e somativa, sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo; Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos, provas práticas, escritas ou orais, seminários, elaboração de recursos tecnológicos; Frequência, participação e pontualidade.  RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia; Sistema de som; Quadro branco; Pincel; Materiais didáticos digitais e impressos; Estudo dirigido; Uso de equipamentos de metalográfia; Uso de equipamentos para tratamentos térmicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA  TOTAL (H/A) C. A. H. de Créditos C. São Paulo. A. W. & RETHWISCH. Ciência e Engenharia de Materiais . Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 1996. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Programar e operar máquinas de comando numérico computadorizado. Editora Universitária da UFPE. G. H. Makron Books. 2003. V. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Códig o Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Manufatura Auxiliada por Computador Prérequisitos 1 3 Nº. 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CALLISTER JR.. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH FRESAMENTO CNC: Introdução à programação fresamento CNC Interpolação linear e circular Compensação de altura de ferramenta 30 . Tratamento Térmico dos Aços (Teoria e Prática). H. Editora Campus. Transformação de Fase – Aspectos Cinéticos e Morfológicos. D. Modelar operações de usinagem com auxílio do computador. Tecnologia Mecânica Vol. Tratamentos Térmicos das Ligas Metálicas. FERREIRA. TOTAL (H/R) Período 4 72 54 8º Processo de Fabricação III e Programação Coem CNC Requisitos Não há EMENTA Estudo de programas e operações de máquinas CNC.99 CHIAVERINNI.. Editora Fortaleza Crédito Brasileiro de Livros. 2003. Edgard Blücher Ltda. CHIAVERINNI. S. Ligas e Tratamento Térmico. 2012. 8ª Ed. 2008. D. Editora LEP. PUIGDOMENECH. Editora da ABM – Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais. 1962. P. I . Metais.. bem como efetuar operações de usinagem com auxílio do computador. YOSHIDA. COLPAERT. J. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. L. 1973. São Paulo. R. V.Uma Introdução. VAN VLACK. H. Editora LTC. 100 Compensação de raio de ferramenta Chanfros Sub-Programa Ciclo de furação simples Ciclos fixos de furação Generalidades das máquinas CNC Seleção de Ferramentas Montagem das ferramentas Operação de Máquinas CNC Painel de comando Edição de programas Teste de programas Ferramentas e corretores Zeramento de ferramentas Definição do zero peça Execução de programas Execução de peças TORNEAMENTO CNC: Programação torneamento CNC Montagem/Preparação de Máquinas CNC Generalidades das máquinas CNC Seleção de ferramentas Montagem das ferramentas Operação de Máquinas CNC Painel de comando Edição de programas Teste de programas Ferramentas e corretores Zeramento de ferramentas Definição do zero peça Execução de programas Execução de peças SIMULAÇÃO CAM Introdução aos sistemas CAD/CAM MANIPULAÇÃO DE ENTIDADES 3D EM PROGRAMA CAM: Abertura de Sólidos Posicionamento de Sólidos Reconhecimento Automático de Características Criação de Elementos Bruto e Fixação Criação de Bruto Automático Criação de um Perfil Bruto e Extração de Geometrias 2D Inserir um Sólido para Bruto FRESAMENTO DE ENTIDADES 3D EM PROGRAMA CAM: Operação de Faceamento Operação de Desbaste Externo 30 30 . Frequência. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. escritas ou orais. Práticas em máquinas CNC. Pincel.101 Operação de Acabamento Externo Operação de Canal Externo Operação de Furação Operação de Desbaste Interno Operação de Acabamento Interno Operação de Roscar Operação de Sangrar Operação de Canal na Face Gerando código CNC TORNEAMENTO DE ENTIDADES 3D EM PROGRAMA CAM: Operação de Faceamento Operação de Desbaste Operação de Perfilar Operação de Desbaste Operação de Acabamento de áreas planas Operação de Furação Operação de Chanfrar Operação de Rosqueamento Gerando o código CNC. AVALIAÇÃO Diagnóstica. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. seminários. Estudos de caso. provas práticas. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Sistema de som. Lousa eletrônica.  RECURSOS DIDÁTICOS Computador ou tablet com acesso à internet. Ética nos projetos de componentes mecânicos TOTAL 90 METODOLOGIA Aula expositiva. elaboração de recursos tecnológicos. Estudo dirigido.  . sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. Uso de máquinas CNC. Seminários temáticos em sala de aula. Quadro branco. multimídia ou registro em quadro. participação e pontualidade. Materiais didáticos digitais e impressos. Apresentação e discussão de vídeos. Projetor de multimídia. formativa e somativa. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MC. Irwin Series. PAHL. Practice and Manufacturing Management. 1997.. Introdução à Usinagem com CNC. 2013. B. ULBRICH. BACK. McGraw-Hill. ArtLiber Editora. Automação Industrial e Sistema de Manufatura. 2009. S.. A. CNC – Programação de Comandos Numéricos Computadorizados – Torneamento. 8º Ed. M. Pearson. 1998. G. 3ª Ed. N. Editora Érica. SILVA. 2008. Projeto Integrado de Produtos. MAHON. C. Editora Edgard Blücher.102 BIBLIOGRAFIA BÁSICA FITZPATRICK. 2009. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE . Ed. J. Technical Graphics Communication. W. Engenharia Integrada por Computador e Sistemas CAD/CAM/CNC Princípios e Aplicações. F. Manole. C e Browne. SOUZA. 2005. GROOVER.... Editora ADDISON WESLEY. CAD/CAM: Principles. BEITZ. M. 2011. Projeto na Engenharia..D. BERTOLINE et al. L. desenho e modelagem de peças 2D e 3D.  Capacitar o estudante a modelar conjuntos mecânicos e detalhar conforme os padrões industriais. TOTAL (H/A) C. Aplicar as Técnicas de soldagem ou cortes térmicos aplicáveis na reparação e ou fabricação de elementos mecânicos. TOTAL (H/R) Período 4 72 54 8º 2 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo dos processos de soldagem a arco elétrico. CH CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Processo de Soldagem com Eletrodos Revestidos Fundamentos Equipamentos Consumíveis Classificação AWS Segurança na soldagem Técnica Operatória Aplicações Industriais Prática de soldagem Processo de Soldagem MIG / MAG e com Arame Tubular Fundamentos Equipamentos Consumíveis . COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Capacitar o estudante a identificar e empregar corretamente os diversos processos de soldagem.103 Código Nome Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Processo de Fabricação IV Prérequisitos Tecnologia da soldagem e corte 2 Nº. H. de Crédito s C. H. 104 Técnica Operatória Aplicações Industriais Prática de soldagem Processo de Soldagem TIG Fundamentos Equipamentos Consumíveis Segurança na soldagem Técnica Operatória Aplicações Industriais Prática de soldagem Processo de Soldagem e Corte a Plasma Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica Operatória Aplicações Industriais Prática de soldagem Processo de Soldagem a Arco Submerso. Tendências atuais do mercado e a utilização do 2D ou 3D. Desenho 2D (ESBOÇO): 45 . Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica Operatória Aplicações Industriais Prática de soldagem Outros Processos de Soldagem não Convencionais Noções de Metalurgia da Soldagem Introdução ao CAD: Histórico de desenvolvimento da tecnologia CAD. Apresentação e discussão de vídeos. multimídia ou registro em quadro. Estudos de caso. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Adição de dimensões. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. Seminários temáticos em sala de aula. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. AVALIAÇÃO 90 . Perfis. Ética nos projetos de componentes mecânicos TOTAL METODOLOGIA Aula expositiva.105 Definição de planos. Montagem de conjunto mecânico (montagem):  Conceitos sobre montagem mecânica Adição de componentes a uma montagem Verificação de interferências Graus de liberdade Análise de montagem Montagem explodida. Relações e restrições geométricas. Utilização de software não licenciados para utilização de tecnologia CAE/CAD/CAM. Práticas de soldagem e corte. 45 Modelagem 3D (PEÇA):  Extrusão Adição de furos Revolução Chanfros Arredondamentos Padrões de repetição (LINEAR E CIRCULAR) Dimensões Nervuras Peças de paredes finas (VASOS DE PRESSÃO). Detalhamento: Normas ABNT aplicáveis Gerando as vistas dos modelos Gerando vistas de detalhe Projetada Seção Manipulando dimensões Criando cortes Criando lista de materiais e tabelas Anotações Impressão. Processo de Soldagem MIG/MAG. 4ª ed. BRANDI.Diagnóstica.D. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WAINER. OKUMURA. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. T. MATT LOMBARDI . . Estudo dirigido. Soldagem: processos e metalurgia.E. Lousa eletrônica. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo.V. P. participação e pontualidade. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. SCOTTI. 1982. escritas ou orais. A. 2012. 2008. Soldagem: Fundamentos e Tecnologia.. USA: John wiley & Sons. Florianópolis. A.J. E. Visual Books.Q.H. V. Desenho Técnico Mecânico. A.J. Editora Livros Técnicos e Científicos. Projetor de multimídia. 2011. Florianópolis. 2009. provas práticas. Globus Editora. SPECK. Materiais didáticos digitais e impressos.J. Recife: GrafComputer. São Paulo. Rio de Janeiro. MELLO. 1999. P.. C. B. Editora Érica. 494p.. Ed. Pincel. Rio de Janeiro. Artliber. 2007. M. T. 2007. SILVA. 2011. VEIGA. TANIGUSHI. H. MODENESI. 1ª Ed.. 20ª edição. COUTO. elaboração de recursos tecnológicos. C. J. seminários. Soldagem MIG/MAG. Quadro branco. UFMG. C. Manual de Desenho Técnico.Teoria e Prática no Desenvolvimento de Produtos Industriais Plataforma para Projetos CAD/CAE/CAM. Utilização de máquinas e equipamentos de soldagem e corte. SPECK H. 1ª Ed. PONOMAREV. Belo Horizonte. 1985. Sistema de som. A. FIALHO. J. Engenharia de soldagem e aplicações. E. Editora UFSC. 106  RECURSOS DIDÁTICOS Computador ou tablet com acesso à internet. PEIXOTO. Frequência. S.. D. V. 2007. Desenho Técnico Mecânico. Editora Edgard Blücher Ltda. F. Desenho Técnico Auxiliado pelo SolidWorks. Editora Globo.. formativa e somativa. 1992.. & VIERCK. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARQUES. Editora UFSC.. BRACARENSE. SolidWorks Premium 2012 . SolidWorks 2009 Bible. FRENCH.. Mediana e Moda Estimativa da Incerteza de Medida 06 . H. TOTAL (H/A) C. H.107 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática Nome Instrumentação Prérequisitos 1 Nº. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Introdução à Instrumentação: Conceitos de Instrumentação -Terminologia e simbologia Grandezas Físicas Unidades de Medida Algarismos Significativos 06 Incerteza de Medidas: Média. de Crédito s C. bem como fazer a leitura e conhecer o princípio de funcionamento dos mesmos. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 8º 1 CoRequisitos Não há Não há EMENTA Estudo dos principais instrumentos de medição utilizados na indústria. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS  Identificar os principais instrumentos de medição utilizados na indústria. provas práticas. Estudo dirigido. RECURSOS DIDÁTICOS  . filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Tipo Bocal e Tubo de Pitot  Medidor de Fluxo Ultrassônico 08 Medição de Nível: Medição de Nível por Métodos Diretos Indicadores e visores de nível Medidores de nível com boias e flutuadores Indicador de nível magnético Medição de Nível por Métodos Indiretos Medidores de nível capacitivo. condutividade. Frequência. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Práticas de instrumentação. ultrassom. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. elaboração de recursos tecnológicos. Apresentação e discussão de vídeos. por pesagem. vibração e radiação 08 TOTAL 54 METODOLOGIA Aula expositiva. Estudos de caso. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. formativa e somativa. Tubo de Venturi. multimídia ou registro em quadro.108 Medição de Temperatura: Efeitos Mecânicos Termômetro de expansão de líquidos em bulbo Termômetro bimetálico Termômetros manométricos Termômetros de Resistência Elétrica Termômetros metálicos Termistores Termopares Princípios fundamentais Termopares comerciais Termômetros de Radiação Termômetros infravermelhos e pirômetros Tipos de termômetros de radiação Termopares infravermelhos 08 Medição de Vazão:  Medidor de Fluxo Baseado na Diferença de Pressão-Placa de Orifício. escritas ou orais. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. participação e pontualidade. Seminários temáticos em sala de aula. seminários. AVALIAÇÃO Diagnóstica. Editora LTC. 2ª ed. BALBINOT. Campinas. 1ª Ed. TOTAL (H/A) C. ISMAIL. A. Pincel. H. Editora Technical Books.. Instrumentação Industrial. 2000. A. Instrumentação e Fundamentos de Medidas.. Sistema de som. Materiais didáticos digitais e impressos. Na Supervisão Da Emissão De Poluentes.. 2007. Técnicas Avançadas de Instrumentação e Controle de Processos. TOTAL (H/R) Período 3 54 40. Editora e Gráfica Imagem.2012. 4ª Ed. 1ª ed. A. E. R.No Processo.Lousa eletrônica. P. e BEASLEY D. Vol. Bocais e Venturis. K. Na Area De Utilidades. Editora LTC. 2ª ed. 109  BIBLIOGRAFIA BÁSICA . DIAS. FIGLIOLA. Editora Erica. B. Projetor de multimídia. 2007. C. 2006. de Crédito s C. 2005. Manual de Medição de Vazão . MARTINS..Através de Placas de Orifício. Técnicas e Medidas de Instrumentação. N. Analisadores Industriais . COHN. Quadro branco. SP. A. Editora Interciência. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIALHO. 1998. 1ª ed. R. 2011. BEGA... Editora Interciência. A. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Hidráulica e Pneumática II Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 1 2 Nº.5 8º . 5ª Ed. Instrumentação Industrial. E. 1 e 2. e BRUSAMARELLO. Teoria e Projeto para Medições Mecânicas. H. V. Editora Interciência. Sistemas alta-baixa. 09 Circuitos combinatórios seqüenciais  Métodos da seqüência máxima e da seqüência mínima 09 Introdução à eletrohidráulica Válvulas direcionais com acionamento por solenóide: generalidades. Estudo dirigido. indutivos e magnéticos. Estudos de caso. Relés temporizadores. Aula expositiva dialogada com uso de lousa. Válvulas direcionais com acionamento por solenóide. Sensores óticos. Relés e solenóides. Memória SR (set-reset) e RS (reset-set): construção com relés. Circuitos em série e em paralelo. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH Introdução à eletropneumática Botões. filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Apresentação e discussão de vídeos. 15 Circuitos regenerativos. 09 Circuitos combinatórios simples Lógica de contatos: simbologia e representação em diagramas de blocos. construção e limitações. TOTAL METODOLOGIA Aula expositiva. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS   Projetar e analisar circuitos eletropneumáticos e eletrohidráulicos combinatórios e seqüenciais. interruptores. 54 . resistências e simbologia de circuitos elétricos. capacitivos. Circuitos hidráulicos economizadores de energia  Acumuladores: tipos e utilização no circuito.110 Prérequisitos Hidráulica e Pneumática I CoRequisitos Não há EMENTA Estudo de projeto e manutenção de sistemas eletrohidráulicos e eletropneumáticos . multimídia ou registro em quadro. Seminários temáticos em sala de aula. 12 Considerações sobre a energia: uso de eletroválvulas para pilotagem de válvulas limitadoras de pressão. Efetuar manutenção em sistemas eletrohidráulicos e eletropneumáticos. Práticas de circuitos hidráulicos e pneumáticos. escritas ou orais. Pincel. A. provas práticas. Automação Hidráulica – Projetos. L. PRUDENTE. NOLL. V. Érica. Frequência. TOTAL (H/R) Período 2 36 27 8º  . Parker-Hannifin. LINSINGEN. Tecnologia Pneumática Industrial.. F. Sistema de som. Tecnologia Hidráulica Industrial. 2013. Pneumática & Hidráulica. UFSC. N. 2011. 2009. 3º Ed. A. 2009. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. Dimensionamento e Análise de Circuitos. formativa e somativa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PARKER-HANNIFIN. PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR CURSOS TÉCNICOS DADOS DO COMPONENTE Código Nome Manutenção 3 Carga Horária Semanal (H/A) Teórica Prática 1 1 Nº. 2008. G. Quadro branco. Automação Pneumática – Projetos. B. H. H. elaboração de recursos tecnológicos. Érica. Hemus. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. 2011. Materiais didáticos digitais e impressos. BONACORSO. Érica. LTC. STEWART. Lousa eletrônica. RECURSOS DIDÁTICOS Computador ou tablet com acesso à internet. seminários.Didatics. I. participação e pontualidade. FIALHO. B. 3º Ed. H. Parker-Hannifin . Dimensionamento e Análise de Circuitos. Bancadas de hidráulica e pneumática. Automação Eletropneumática. PARKER-HANNIFIN. Automação Industrial – Pneumática: Teoria e Aplicações. TOTAL (H/A) C. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIALHO.111 AVALIAÇÃO Diagnóstica. Projetor de multimídia. V.Didatics. de Crédito s C. Fundamentos de Sistemas Hidráulicos. F. 2010. Fundação Roberto Marinho. 2012. TOTAL 36 METODOLOGIA Aula expositiva. compressores. multimídia ou registro em quadro. Instrumentos avaliativos: exercícios teóricos ou práticos. J. Estudos de caso. PELLICCIONE. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TELECURSO 2000 profissionalizante. A. vasos de pressão. Seminários temáticos em sala de aula. Sistema de som. 10 ensaios e monitoramento). filmes ou reportagens relacionados ao conteúdo da aula. Manutenção de Compressores . escritas ou orais. participação e pontualidade. umidade. P. elaboração de recursos tecnológicos. passivação. AFFONSO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MACINTYRE..Análise de Falhas e Solução de Problemas. provas práticas. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS  Efetuar manutenção em equipamentos industriais. Equipamentos Mecânicos . Aula expositiva dialogada com uso de lousa.Mecanismos de Danos e Casos Práticos. Materiais didáticos digitais e impressos. polarização. AVALIAÇÃO Diagnóstica. ultra-som). 2000. LTC. 6  Corrosão (conceitos básicos. S. 8  Análise dos lubrificantes (Ferrografia.Alternativos e Centrífugos. 12  Análise Preditiva (vibração. Análise de Falhas em Equipamentos de Processo . Editora Interciência. seminários. Práticas de manutenção. Uso de bancadas de manutenção. aspecto visual). RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de multimídia. Realização de exercícios téoricos/práticos individual ou em grupo. Synergia Editora. métodos de prevenção e controle. termografia. Apresentação e discussão de vídeos. Estudo dirigido. morfologia dos processos corrosivos. M. características técnicas e falhas de componentes). A. potencial elétrico. velocidade de corrosão. trocadores de calor. LEITE N. R. Frequência. 2012. Quadro branco. A. Equipamentos Industrias de Processos. 2011. caldeiras. redutores. formativa e somativa. MORAES. O.  . QUALITYMARK. turbinas hidráulicas e a vapor. L. sendo desenvolvidas de forma individual ou em grupo. partes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CH  Descrição dos diversos equipamentos industriais (tipos. Pincel..112 Prérequisitos Manutenção 1 e Manutenção 2 CoRequisitos Não há EMENTA Estudo da manutenção em equipamentos industriais. Equipamentos: bombas. Mecânica: Manutenção. M. M. H. T. V. 6ºEd.Col. C.. 2011. Gestão Estratégica e Técnicas Preditivas . ARIZA. BELMIRO. N. São Paulo. 2011. Editora LTC. CARRETEIRO. P. J. Editora Interciência. K. 2006.. H. GENTIL. Corrosão.Gerenciamento.113 BOTELHO. N. Controle e Manutenção. A. 1978. .. BARONI. Operação de Caldeiras . PINTO. Editora McGraw-Hill. F. Xavier. A. Manutenção Elétrica Preventiva e Preditiva. Manutenção. Editora Blucher. Qualitymark. BIFANO. A. Lubrificantes & Lubrificação Industrial. R. C..
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