Modelo Laudo

April 2, 2018 | Author: Eugênio Pacelly | Category: Depreciation, Engineering, Economics, Market (Economics), Investing


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Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo Athos Ubirajara da Frota Silva – [email protected] Auditoria, Avaliações e Perícias de Engenharia Instituto de Pós-Graduação e Graduação – IPOG Curitiba, PR, 27/09/2012 Resumo No ramo de Engenharia de Avaliações é comum a avaliação de máquinas e equipamentos, que, primordialmente, deve ser realizada por um Engenheiro Mecânico. Assim, o objeto de pesquisa do presente trabalho acadêmico é a forma de se avaliarem esses bens sob a ótica dos métodos de depreciação e comparativo. Faz-se necessário, sem dúvida, amplo conhecimento daquilo que se avalia, a fim de se emitir laudo confiável, objetivo e exato. Considerando, ainda, que nunca será possível apontar um valor que seja padronizado para tais bens, também é papel do avaliador julgar, através do método comparativo com bens existentes no mercado, se seu parecer não extrapola aqueles valores aceitáveis. Para desenvolver o presente artigo, foi de fundamental importância o conteúdo que a literatura da área oferece, incluindo normas técnicas, realizando uma revisão dele, somado à experiência obtida com a prática no ramo. Como resultado, conclui-se a eficiência da utilização dos dois métodos analisados – depreciação e comparativo – para a avaliação de bens, destacando-se as máquinas e equipamentos industriais. Palavras-chave: Máquinas. Equipamentos. Depreciação. Avaliação. Engenharia. 1. Introdução De acordo com a norma ABNT 14653-1, perícia é a “atividade técnica realizada por profissional com qualificação específica, para averiguar e esclarecer fatos, verificar o estado de um bem, apurar as causas que motivaram determinado evento, avaliar bens, seus custos, frutos ou direitos”. A norma ainda define a pessoa do Engenheiro de Avaliações, normalmente intitulado de perito, como o “profissional de nível superior, com habilitação legal e capacitação técnico-científica para realizar avaliações, devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA”. A partir dessas definições, tem-se a ideia da importância da presença e do processo de trabalho do profissional avaliador, já que são especificamente definidos, e o motivo de se realizar uma perícia. Não obstante, deve-se registrar, ainda, a existência do “Manual de Fiscalização de Engenharia de Avaliações” (CREA-PR), o qual define os objetivos da Engenharia de Avaliações, bem como seus princípios e bases legais, que deverão ser sempre levados em conta em um procedimento avaliativo. No ramo da Engenharia de Avaliações, observa-se com grande frequência a necessidade de se avaliarem máquinas e equipamentos, seja para compra, venda, alienação, mensuração de avarias ou levantamento de patrimônio industrial, para efeitos de contabilidade industrial. Para tanto, o mais indicado é que o avaliador, nesse caso, seja um profissional da área mecânica, ou possua formação similar, já que essas transações, muitas vezes, envolvem grandes valores, o que exige grande conhecimento técnico. O profissional em questão é, geralmente, um engenheiro mecânico, podendo este, para melhor desempenho, possuir especialização na área em questão. ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG - Goiânia - 5ª Edição nº 005 Vol.01/2013 – julho/2013 Como se sabe. Assim. como algo em que se acredita. em geral. errado. o que não está errado. a fim de que se conclua se elas poderão ou não ser utilizadas em trabalhos subsequentes. Quando está realizando seu planejamento de avaliação. a materialidade de informações antigas deve ser analisada. hipotecários. k) partilha de bens. Assim. notou-se a escassez de estudos e livros focados nos métodos que possibilitem realizar a avaliação de máquinas e equipamentos. com base nas alíneas acima. c) Uma boa avaliação apresenta uma estimativa precisa do valor. diante da justificativa da realização desse estudo. i) desapropriações e servidões administrativas. g) análises de viabilidades de empreendimentos. caso eles surjam. uma interpretação primária e superficial – portanto restrita – gera o entendimento de que o fruto desse processo é a obtenção do valor de um bem. erroneamente. no senso comum. alguns “mitos sobre avaliações” são propostos por Demodaran (1996): a) Uma vez que os modelos de avaliação são quantitativos. melhor a avaliação. sendo suas aplicações diversas.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 Quando se fala em avaliação de bens. o processo avaliatório. Doravante. b) atualização do valor de ativos. a avaliação é objetiva.Goiânia . entre outros. subentende-se que não são verdade. tais como: a) comercialização (venda e locação). a economia mundial é altamente instável. garantias.5ª Edição nº 005 Vol. Por serem denominados “mitos”. esse trabalho altamente complexo pode ser utilizado objetivando-se finalidades secundárias. ocasionando alterações nas cotações de moedas e nos índices de inflações dos diversos países. objetivou-se: apresentar os ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . apesar de. m) lançamentos fiscais (planta genérica de valores). f) determinação do valor de mercado. e) análise de investimentos imobiliários (lastro). de maneira a não ser surpreendido. d) análise de carteira de portfólios imobiliários. o profissional deve tentar mitigar os possíveis riscos e elaborar planos de ação. b) Uma avaliação bem pesquisada e bem executada é atemporal. Outro ponto é a fonte dessas informações. Outro ponto a ser relevado é a importância do mercado em um processo de avaliação de bens. Nesse sentido. uma matriz de planejamento pode ser criada para facilitar o gerenciamento de riscos do processo. com o intuito de que seja possível esclarecer e apresentar as possibilidades de desenvolvimento do trabalho pelo engenheiro mecânico que se direciona ao ramo de avaliações. Desse modo. para que elas sejam tidas como fidedignas. Um avaliador deve sempre levar em consideração os riscos que podem surgir durante o processo avaliativo. Porém. c) avaliação para fins de seguros. ao consultar a literatura a respeito da temática em questão. d) Quanto mais quantitativo o modelo. j) indenizações. diante da incerteza gerada pelos fatores econômicos e financeiros que cerceiam o mercado de compra e venda de bens. portanto ele deve tentar prevê-los.01/2013 – julho/2013 . l) revisionais e renovatórias de valor de locação. Portanto. a revisão da literatura foi o caminho mais apropriado e escolhido para desenvolver esse estudo. serem tidos. não. além de representativas. que deve ter sua confiabilidade questionada. f) O produto da avaliação é o que importa. e) O mercado está. h) análise de highest and best use. do IBAPE/SP. Como citado. etc. além de eventuais problemas com terceiros. perda de valor ou. interferências de ações de terceiros. que causam necessidade de reparos ou reformas. ainda. f) segurança na atualização de ativos imobiliários. podendo impactar ou não em aumento de valor. Para isso. envolvendo: a) metodologias construtivas e tipo de materiais empregados. eventualmente. 2. c) observações quanto à necessidade de investimentos futuros. deve-se destacar que. decorrentes de problemas com obras vizinhas ou outras intervenções. quais sejam: a) classificação correta do padrão construtivo. ou não. envolvendo problemas construtivos.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 métodos da depreciação e comparativo na avaliação de máquinas e equipamentos. dentre outros aspectos importantes para a classificação correta de processos de depreciação de construções. utilizando-se de um método confiável. ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . Vantagens da avaliação de Engenharia Ao se realizar a avaliação de um bem. refletindo diretamente no cálculo do valor do bem avaliando. esse ponto é de grande importância num processo de avaliação. se os corretos aspectos técnicos de engenharia forem aplicados à atividade de avaliação. se apresentam vícios construtivos ou não. ao se abordar a importância de uma avaliação confiável e. equipamentos. resultam em um investimento maior no bem avaliando com alteração de seu valor. dentre outros. verificando se os mesmos são duráveis ou não. máquinas. ou ainda. que é a inspeção física do bem avaliando.Goiânia . já que serão identificados diversos parâmetros que implicam um possível abatimento do valor ofertado. do emprego de novas tecnologias nas instalações existentes.5ª Edição nº 005 Vol. que podem viabilizar ou inviabilizar determinados usos e negócios. b) identificação técnica dos sistemas existentes que podem gerar valorização ou desvalorização. ainda. o que será determinante na realização da vistoria. algumas vantagens e benefícios serão garantidas no resultado. identificando eventuais falhas de manutenção que poderão causar problemas de desvalorização precoce. a vistoria é responsável pela identificação de parâmetros técnicos do bem. b) levantamentos de anomalias nas instalações e sistemas existentes. Segundo a Cartilha de Avaliação (2007). ainda. e) segurança na aquisição de bens. é necessário conhecimento técnico prévio. d) versatilidade na negociação em casos de compra e venda de bens. expressem as adequações necessárias ao uso almejado. a vistoria também ajuda a reconhecer o mercado em que o bem a ser avaliado está imerso. Além desses fatores. que impossibilitam e restrinjam o futuro uso desejado. c) constatações gerais quanto à integridade do bem. porque inúmeras questões envolvendo depreciação são analisadas e ponderadas. tipo e estado de conservação. as vantagens dela decorrentes. Por fim. e) existência. ou. além de eventuais problemas com terceiros. que.01/2013 – julho/2013 . segundo a Cartilha do IBAPE/SP. d) verificação da necessidade de reformas e/ou em geral. implicam investimentos não previstos no bem avaliando. por conseguinte. deve-se fazê-lo de forma correta. consequentemente. pois aspectos físicos são ponderados e analisados. vizinhos. que representem algum diferencial de mercado. fundamentam o valor calculado na avaliação. impactando ou não em possibilidades de valorização ou desvalorização do bem. em condições normais de utilização e manutenção. compra ou locação). devido a modificações em seu estado ou qualidade. a importância e responsabilidade do profissional de avaliação. h) credibilidade e confiabilidade. como se observa: a) Depreciação – perda de valor de um bem. entre fatores que podem agravar o fenômeno. base para avaliação de bens. que efetuará um trabalho minucioso. Assim.Goiânia . l) confiabilidade e fundamentação do valor calculado na Avaliação com a apresentação clara e transparente de todas as etapas de estudo e cálculos que validam o valor arbitrado. k) segurança na indicação e estudos de viabilidade de investimentos. e) Obsoletismo – superação tecnológica ou funcional. inicia-se um processo de “perda de valor” dele. o que desvaloriza ainda mais esse bem). d) Mutilação – retirada de sistemas ou componentes originalmente existentes. O desgaste funcional é oriundo de três formas de uso incorretos – inadequação. o fator “desvalorização” deve ser abordado de forma correta e que se aproxime da exata.01/2013 – julho/2013 . para que o bem venha a ser avaliado. independentemente de questões físicas. bem como o melhor momento de fazê-lo (venda. A norma NBR 14653-1.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 g) credibilidade na avaliação executada. fundamentado. c) Deterioração – desgaste de seus componentes em razão de uso ou manutenção inadequados. O desgaste físico é consequência da utilização do equipamento. Isso pode ser decorrência da sua utilização (ou má utilização. i) indicam viabilidades de uma negociação do bem. ainda. quer ele seja novo ou usado. iniciando pela depreciação “propriamente dita”. e seu preço se aproxime do real. modificações que ele venha a sofrer ou obsolescência. 3. se há potencialidade de investimentos para que este bem aumente seu posicionamento nesse mercado. refletindo a situação do bem. o que pode oferecer melhores retornos ao investidor ou comprador. falta de um plano de manutenção sobre essa máquina ou equipamento. o que gera um desgaste constante (decrepitude). Para melhor entendimento. Segundo o Engenheiro Hélio Roberto Ribeiro Caires apud Gatto (2007). já que o bem avaliando está devidamente caracterizado. a Figura 2 esquematiza o que foi descrito acima. b) Decrepitude – desgaste de suas partes construtivas. Assim. inclusive com a correta identificação de mercado no qual está inserido. m) indicam se o bem avaliando possui características que o posicionam no nível superior ou inferior das médias calculadas para o mercado estudado e. ou decorrente do mau uso ou avarias bruscas. Depreciação A partir da aquisição de um bem. a segunda seria o que se define como obsoletismo. o fenômeno da depreciação se dá por dois grandes grupos: de ordem física e de ordem funcional. superação e anulação. A primeira é motivada por falhas na concepção do projeto. mais uma vez. a fim de gerar e disponibilizar informações claras. concisas e fidedignas ao que se avalia. em consequência de sue envelhecimento natural. j) indicam potencialidades ou retrações do mercado que impactam em desvalorização ou valorização do bem. e não participa da transação comercial propriamente dita. ressalta-se. ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG .5ª Edição nº 005 Vol. estabelece modalidades de depreciação. visto que o profissional avaliador não tem interesse na negociação do bem avaliando. e a terceira ocorre quando o bem não possui condições de se adaptar a novas funções que venha a desempenhar. O método da linha reta prevê uma depreciação linear. vida transcorrida. ao final do trabalho. Para se avaliar a depreciação de um bem.01/2013 – julho/2013 . representando apenas o valor do material de que o bem é composto. Ross. através de diferentes tabelas encontradas na literatura pertinente. a seguir.Goiânia . Métodos para o cálculo da depreciação Ao se aprofundar na temática Avaliação de máquinas e equipamentos. Gatto (2007) ensina que depreciação é a decadência no valor de um bem e que esse fenômeno é contínuo. até que esse atinja o fim de sua vida-útil. que serão brevemente apresentadas no próximo capítulo do presente trabalho. estimar o tempo de vida útil para o bem em questão. verifica-se a existência de alguns métodos para a obtenção do seu valor de mercado em determinada data. Após selecionar a metodologia a ser utilizada. devem-se levar em conta fatores determinantes. Um exemplo dessas tabelas é apresentado anexo. medidas de proteção. como vida remanescente. ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . do termo “valor de sucata”.5ª Edição nº 005 Vol. Os métodos citados e que. tratam da depreciação de um bem. Kuentzle. Desse modo. mas nunca eliminá-las. disponível na literatura. para o cálculo da depreciação. já que se apresentam logo a partir da compra dele. entre outras. o valor de sucata de um automóvel é aquele pelo qual um ferro-velho pagaria por ele. segundo a norma ABNT 14653. Neste ponto cabe a definição. valores residuais e estado de conservação e obsolescência do bem. onde lhe restará apenas o “valor de sucata”. quando este seja inservível ao fim a que se destinava quando em atividade. método da linha reta. deve-se selecionar uma metodologia consagrada. Ross. conservação ou adaptação das máquinas e equipamentos podem retardar as formas de desvalorização do bem. ou constante. Por exemplo. quais sejam os principais: método da linha reta. sem que esses sejam utilizados para fins produtivos”. e que poderá ser reaproveitado na fabricação de outro bem.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 Figura 2 – Depreciação e suas fontes causadoras Fonte: Gatto (2007) Ainda segundo Caires. é possível partir para o esclarecimento dos métodos para avaliar o referido fenômeno. deve-se. que é o “valor de mercado dos materiais reaproveitáveis de um bem. por exemplo. Ross-Heidecke. como. Ross-Heidecke. Portanto. é o valor residual do bem. Ou seja. serão brevemente descritos. 4. Kuentzle. entre outros. do bem ao longo do tempo. com o conceito inicial de depreciação apresentado. na condição de desativação. que podem ser esquematizados de acordo com a Figura 1. como na linha reta. como na Figura 1. onde se considera que o equipamento já chegou ao fim de sua vida útil. linhas 2 e 3. Os métodos explicitados são o da linha reta (o mais simples deles). O critério de Kuentzle também é conhecido como “método da parábola”. em condição de desativação dele. isto é.01/2013 – julho/2013 . além de outros. Ambas as definições consideram o valor ao fim da vida útil do equipamento. caso o mesmo tivesse que ser vendido como sucata ou apenas para aproveitamento de algumas de suas partes constitutivas. verifica-se que seus ponto de extremidade são os mesmos. todos eles levam em conta a idade e a vida útil do equipamento. O método de Ross consiste em um “meio-termo” entre os dois métodos explicitados anteriormente. percentual constante e fundo de amortização. a depreciação é maior nos primeiros anos de utilização do bem e vai aumentando progressivamente. no gráfico. ele se situa entre as linhas estabelecidas pelos métodos linear e Cole (linhas 1 e 2. Nele. como já destacado. Dos métodos já descritos.Goiânia . até que se atinja o fim de sua vida-útil. o comportamento da depreciação pelo método de Kuentzle se assemelha ao de Cole ou ao de percentagem constante. restando apenas seu valor de sucata. quando terá apenas seu valor de sucata como residual. Percebe-se que todos eles partem do mesmo ponto (início de vida do bem) e terminam juntos. O critério de Ross-Heidecke é o primeiro a considerar esse fator e. Apesar de não estar explícito na Figura 1. No critério do arquiteto George Kuentzle. respectivamente). segundo Gatto ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . Cole (ou soma dos dígitos dos anos).5ª Edição nº 005 Vol. mas ao plotar um gráfico comparativo com os dois métodos. que ensina que é “o valor do bem determinado na base do que ele se auferiria. Figura 1 – Comparação de alguns métodos para calcular depreciação de bens Fonte: Abunahman. mas nenhum considera o estado de conservação dele. no gráfico da Figura 1. A Figura mostra a comparação de alguns métodos utilizados para se calcular a depreciação.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 Outra definição para “valor de sucata” é proposta por Abunahman (2006). sem ter possibilidades comerciais de voltar à utilização primitiva para o qual o bem foi produzido”. a depreciação não é constante. 2006. Assim. respectivamente. desde que legal. bens diferentes terão preços proporcionais às diferenças verificadas nesses bens. anular os efeitos da depreciação. entre outras. d) Princípio da substituição ou da equivalência: dois bens fungíveis (aqueles que podem ser substituídos por outros de mesmas características). seu preço é diminuído. auxiliam no entendimento dos procedimentos de avaliação e da variação dos cenários em determinadas datas. decorrentes da sua utilização. em mercados semelhantes. mas que não terão. o volume de produção terá seu valor aumentado. mas varia de forma inversamente proporcional com a oferta e diretamente com sua procura. muitas vezes. manutenção preditiva (com o intuito de “prever” possíveis falhas. têm preços semelhantes. com a utilização dos mesmos equipamentos. o preço é aumentado. depreende-se que qualquer ação preventiva e de conservação aplicada sobre uma máquina ou equipamento industrial será benéfico para esse. Isto é.01/2013 – julho/2013 . tais como máquinas e equipamentos – binômio comumente citado na Engenharia de Avaliações –. Em contrapartida. o que influencia a avaliação. enquanto que um bem mal conservado deprecia-se mais rapidamente. por isso. Ainda como efeito secundário. ao passo que as despesas serão menores nos períodos de produção. e que se enquadre nas condições de mercado correntes. g) Princípio do maior e melhor uso: um bem que possua várias formas de utilização e emprego. fazendo com que possa ter seu tempo limite para funcionamento (vida útil) aumentado. algumas estratégias de manutenção foram desenvolvidas.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 (2007). essas ferramentas devem ser compatíveis e coerentes com a finalidade. f) Princípio da finalidade: a finalidade da avaliação condiciona as ferramentas (método e técnica) a serem utilizadas para tal. do ponto de vista da unidade produtora. tem como princípios básicos: a) a depreciação é perda de valor que não pode ser recuperada com gastos de manutenção. Princípios gerais de avaliação Este capítulo é totalmente baseado na “Norma de avaliação de bens do Ibape/SP” (2005). se há grande oferta. b) as reparações podem apenas dilatar a durabilidade. utilizando técnicas de avaliação como termografia e análise de vibrações). e o inverso é verdadeiro. A fim de zelar pela conservação dos bens industriais. Ainda. apenas reduzi-los. Algumas dessas ferramentas são a manutenção preventiva (periodicamente realizada para evitar desgastes excessivos). c) Princípio da proporcionalidade: bens semelhantes disponíveis do mercado terão preços semelhantes. Assim.Goiânia . O Ibape cita os seguintes princípios. c) um bem regularmente conservado deprecia-se de modo regular. mas existe um período de tempo em que ele permanece constante. com grande procura. seu entendimento comprometido: a) Princípio ou “lei” da oferta e da procura: institui que o preço de um bem não é estático. de forma alguma.5ª Edição nº 005 Vol. b) Princípio da permanência: admite que um preço tem suas variações. que serão comentados de forma simplificada. 5. e) Princípio da rentabilidade: o valor de um bem explorado economicamente é função das expectativas de renda que ele proporcionará no futuro. Por conseguinte. A importância de se apresentarem os princípios da avaliação é que eles. será empregado da melhor forma econômica. ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . mas não poderá. como ele será afetado por aquilo que está em seu entorno. além de uma visão geral da máquina (em se tratando de máquinas e equipamentos – objetivo do presente trabalho). segundo a norma NBR 14653. que sejam razoáveis. fluxogramas. Determinado o fim para o qual a avaliação está sendo realizada. desenhos esquemáticos. detalhes. deve-se levar em consideração o meio em que o bem avaliando se encontra. que podem ser. Gatto (2007) menciona que se devem fotografar as principais partes e componentes. assim. Se esses pontos forem seguidos pela pessoa do avaliador. Equipamentos. Item Descrição Graus III II I ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . em muito. facilita o entendimento daquele que lê o referido documento. Esses princípios. como já abordado. A avaliação de um bem Para se avaliar o bem em questão (máquinas e equipamentos para efeitos dessa produção acadêmica). Além de elas facilitarem o trabalho a ser realizado. facilitado. servem como base para comprovação dos valores.5ª Edição nº 005 Vol. ou seja. na medida em que. i) Princípio da prudência: são adotados valores mais conservadores e que ofereçam maior liquidez ao bem avaliando. o parecer do perito. são itens norteadores ao se realizar um trabalho de Engenharia. leiautes. existem as provas documentais. manuais. que conterá. a objetividade e integridade da atividade. devem ser adotadas aqueles mais prováveis. informações e dados obtidos no decorrer da tarefa de avaliação. Ainda.Goiânia . mantendo. pode-se definir o grau de fundamentação para que o engenheiro de avaliações planeje as etapas que deverá seguir para tal procedimento. Para registrar informações e dados do bem. j) Princípio da transparência: o laudo ou parecer técnico deve conter as informações necessárias e suficientes. é indispensável conhecimento técnico prévio daquilo que se está avaliando e de instalações industriais em geral. principalmente.01/2013 – julho/2013 . Para tanto. 6. além de ser uma aplicação direta do princípio da transparência. Parte 5 – Máquinas. Instalações e Bens Industriais em geral) exibe a Tabela 1. ao primar pelo profissionalismo. Assim. escrituras e documentos dominiais para unidades industriais.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 h) Princípio da probabilidade: quando existirem várias condições de cenário e ou possibilidades de eleição. A presença de fotos no laudo. deve-se realizar a vistoria. esse material servirá para a elaboração posterior do laudo técnico resultante da vistoria e avaliação. Como ferramentas auxiliares. acessórios. propostos pelo Ibape – conceituada instituição na área de Perícias e Avaliações de Engenharia –. o processo será. a norma NBR 14653-5 (Avaliações de bens. equipamentos. Isto quer dizer que. documentação de origem e guias de importação para máquinas isoladas. de fácil compreensão e detalhando as hipóteses e documentação utilizadas. plantas. não poderá ser questionado quanto ao seu ceticismo e conduta. relativa ao grau de fundamentação para os laudos resultantes de uma avaliação. paineis e acionamentos.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 Caracterização completa e identificação fotográfica do bem. Graus Pontos mínimos Restrições III 10 Todos os itens no mínimo no grau II II 6 Itens 2 e 4 no mínimo no grau II e os demais no mínimo no grau I I 4 Todos os itens no mínimo no Grau I Tabela 2 – Enquadramento dos laudos segundo seu grau de fundamentação (avaliação de máquinas. do Grau II. equipamentos ou instalações isoladas) ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . incluindo seus componentes.01/2013 – julho/2013 . As informações e condições de As informações e condições fornecimento devem estar de fornecimento devem documentadas no laudo. para a mesma especificação ou pelo menos 3 especificação ou pelo cotações de bens novos menos 2 cotações de bens similares. Não foi possível observar o funcionamento. Para valor de mercado: 1 dado de mercado de bem similar no estado do avaliando. Para valor de reedição: uma cotação direta para bem novo similar. 4 Depreciação Implícita no valor de mercado do bem. Fonte: NBR 14653-5 (2005) A Tabela 1. apresenta 3 Graus (I ao III) e 4 itens (1 ao 4). 3 pontos. Arbitrada. eficiência e manutenção estão relatadas no laudo. Citada a fonte da informação. para a mesma no fabricante. Dessa forma. atendendo à Tabela 2. 1 Vistoria Caracterização sintética do bem e seus principais complementos. O enquadramento global do laudo deverá considerar a soma de pontos obtidos para o conjunto de itens. com fotografias.Goiânia . Calculado por metodologia consagrada. estar relatadas no laudo. acessórios. Para valor de mercado: no Para valor de mercado: 2 mínimo 3 dados de mercado de dados de mercado de bens bens similares no estado do similares no estado do avaliando. O funcionamento foi observado pelo engenheiro de avaliações. equipamentos ou instalações isoladas. avaliando. com fotografia. Tabela 1 – Graus de fundamentação para laudos de avaliação de máquinas. novos similares. em sua estrutura.5ª Edição nº 005 Vol. a seguir. 2 pontos e do Grau 3. Caracterização sintética do bem. 3 Fontes de informação e dados de mercado Para valor de reedição: cotação Para valor de reedição: direta do bem novo no cotação direta do bem novo fabricante. o atendimento a cada exigência do Grau I somará 1 ponto. 2 O funcionamento foi observado pelo engenheiro de avaliações e Funcionamento as condições de produção. também. admitindo-se pequenas variações. o documento oficial resultante de uma avaliação é o laudo técnico que o Engenheiro de Avaliações deverá elaborar. Método Comparativo Não é o suficiente apenas calcular o valor que o bem depreciou desde o início de sua utilização – cálculo que parte do valor inicial do bem –. comparar o valor obtido com o valor de bens similares presentes no mercado. quando for informado ao Engenheiro de Avaliações pelo solicitante. e é ele que será a referência para consultas futuras para obtenção de informações sobre o processo de avaliação do bem em questão. O laudo é o produto final da avaliação.Goiânia . já que. mais uma vez. constituintes da amostra”. Por isso. incluindo as fotos que foram tiradas. Assim. mas como necessário e inerente à atividade que se realizar. por certo. b) finalidade do laudo.5ª Edição nº 005 Vol. portanto. d) grau de agregação da avaliação. c) tipo de avaliação. deve-se apresentá-las de forma clara e objetiva. ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . citados por Abunahman (2006). na mesma proporção o trabalho do avaliador. ele deve conter algumas informações. Diante do exposto. Essa concatenação de informações se faz necessária. mais do que isso: deve-se compará-lo a outros bens. Mas. identificando o valor de mercado do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis. Também maior será. que segundo a norma NBR 14653 são imprescindíveis. É necessário. quer seja ele pessoa física ou jurídica. Laudo técnico De posse de todas as informações necessárias para avaliar um bem. quanto maior a soma obtida. mas. esses valores não deverão ser intensamente discrepantes. 8. Por isso. Dependendo do profissional. e) pressupostos. Juliano (2009) define que “Método Comparativo de Dados de Mercado ou simplesmente Método Comparativo é aquele que define o valor através da comparação com dados de mercado assemelhados quanto às características intrínsecas e extrínsecas. leva-se em conta apenas o bem isolado. 7. mais precisamente máquinas e equipamentos. no ambiente em que se encontre. Ao obter informações acerca do valor de mercado de determinado bem dois detalhes são destacados. considerando as diferentes épocas de transação. diferentes valores poderão ser encontrados. do laudo. ressalvas e fatores limitantes. que devem ser relevados quando da ocorrência dessa ocasião: a) procurar referências de vendas ou alugueis de propriedades [ou bens] comparáveis. ao se avaliar a depreciação por métodos de cálculo. para que às partes interessadas não restem dúvidas ou ocorram questionamentos. maior será o grau de detalhamento da avaliação e. É aí que entra o chamado “Método comparativo”. ressalta-se que a utilização dessas hipóteses facilita a obtenção de uma informação que nem sempre é fácil de conseguir: o valor de mercado de um bem. Não se veja esse acréscimo de volume de tarefas como simples melindre.01/2013 – julho/2013 . contempla-se a necessidade do conhecimento técnico que o perito deve possuir ao realizar uma avaliação de bens. b) atualizar os preços dos valores dos bens tomados como referência. por conseguinte.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 Fonte: NBR 14653-5 (2005) Cabe ressaltar que. já que ela possuirá – pode-se deduzir – maior grau de complexidade. tais como: a) identificação do solicitante. já que essa metodologia advém da percepção e experiência daquele que a realizar. Goiânia . o Método Comparativo.5ª Edição nº 005 Vol. tipo de valor e alcance da avaliação. k) resultado da avaliação e data de referência. para avaliações de máquinas e equipamentos. Ainda hoje. Por fim. frequentando palestras da área. que deve ser parte integrante do laudo. 2002. para que os contatos futuros sejam facilitados. Rio de Janeiro. na maioria das vezes) de um profissional para outro. Assim. somadas ao Método Comparativo. g) diagnóstico de mercado. h) indicação da metodologia utilizada. fazendo com que muitos fatores e informações sejam transmitidas informalmente (de forma verbal. exibindo suas qualidades e sendo reconhecido por aquilo que faz. 9. aconselha-se que o engenheiro guarde consigo uma cópia do laudo para consultas posteriores que. ao dificultar que páginas sejam inseridas ou retiradas. dar continuidade na carreira acadêmica. ao consultar algumas fontes literárias. a metodologia é segura. é de fundamental importância que haja as informações de contato do profissional de avaliação. Em contrapartida. indica-se assinar todas as páginas do laudo para evitar possíveis fraudes e falsificações provenientes de má-fé de terceiros. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Conclusão Conclui-se. como previsto. como disposto na alínea l) acima. sempre mais requisitado no mercado. esse tipo de literatura é escasso. j) especificação da avaliação. Além disso. mesmo que difíceis de serem encontradas no mercado. além de promover o profissional no mercado de trabalho. Acerca da assinatura do engenheiro. foi possível expandir os conhecimentos na área. que.01/2013 – julho/2013 . efetuando contatos com colegas do mesmo ramo de atuação.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 f) identificação e caracterização do bem avaliando. “arredonda” esse valor ou o corrobora. objeto. Através das pesquisas bibliográficas realizadas para o desenvolvimento do presente trabalho acadêmico. como em muitas outras áreas. Para finalizar. pelo mesmo motivo anterior. Referências ABNT. construindo e aprimorando o corpo de conhecimento científico que envolve esta temática e. como é o proposto pelo curso de pósgraduação em questão. ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . é de fundamental importância a paginação do documento. l) qualificação completa e assinatura dos profissionais responsáveis pela avaliação. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. i) tratamento de dados e identificação de resultados. em que é analisado. é facilitada a execução do trabalho para o qual o profissional foi contratado. Acredita-se que. sejam necessárias. assim. constituindo ferramentas básicas e suficientes para tal. é necessário grande conhecimento. também no tempo atual. ao utilizar as diferentes metodologias consagradas de depreciação. porventura. se alia ao domínio teórico. através da equiparação com outros bens similares. As metodologias de depreciação ajustam o valor do bem para o tempo atual. além da formação acadêmica. em seu cotidiano de trabalho. enfatiza-se que. Ademais. que confere segurança ao Engenheiro nos momentos em que desempenha sua função. com explicação da finalidade. o Engenheiro de Avaliações deve sempre se atualizar. Pois o domínio prático. proveniente da experiência com trabalhos correlatos. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. JULIANO. 2001. GATTO. FERNANDES. instalações e bens industriais em geral. 1997. FACHIM. 2000. Rio de Janeiro. Fundamentos de Metodologia. Eva Maria.Goiânia . NBR 14724: formatação de trabalhos acadêmicos. 2007. Rio de Janeiro. Goiânia: Kelps. O que é e como contratar.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 ABNT. John Wiley & Sons. 2001. ABNT.01/2013 – julho/2013 . São Paulo: PINI. São Paulo: Ibape. 2002. ABNT. Rio de Janeiro. ABNT. LAKATOS. Aswath. DEMO. Rio de Janeiro. Engenharia de Avaliações / Ibape SP – Capítulo 18: Avaliação de máquinas e equipamentos. 1996. São Paulo: Cortez. NBR 6028: resumo: elaboração. GUIMARÃES. ARQUITETURA E AGRONOMIA DO PARANÁ. 2002. Monografia graduação em Ciências Contábeis – UFSC. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Atlas. Pedro. Sérgio Antonio. Curitiba. Adriano Dutra. ABNT. Rui. 2006. Metodologia Científica. José. Rio de Janeiro. 2005. Estudo comparativo entre os métodos de depreciação e valor de mercado da frota de veículos de uma empresa comercial de Florianópolis. NBR 10520: citações: elaboração. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Odília. equipamentos. Osório. São Paulo: PINI. Norma de avaliação de bens do Ibape – Parte 1: Procedimentos gerais. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Metodologia Científica em Ciências Sociais. Avaliação. 2001. ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . parte 1: procedimentos gerais. Curso básico de Engenharia Legal e de Avaliações. CREA-PR. ABUNAHMAN. São Paulo: Ibape.5ª Edição nº 005 Vol. 2007. DEMODARAN. 2009. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2009. Técnicas de Estudo e Pesquisa. CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA. 1991. NBR 14653-5: avaliação de bens. IBAPE/SP. Manual de Perícias. NBR 14653-1: avaliação de bens. IBAPE/SP. Rio Grande: Rui Juliano. Investment Valuation. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2002. Manual de fiscalização de Engenharia de Avaliações. 2008. parte 5: máquinas. et al. 1996. São Paulo. Acesso em 23 Mai 2012. Ana Maria de B.ibape-sp. SEVERINO.5ª Edição nº 005 Vol. Alcides Ferrari. Metodologia do Trabalho Científico. Antônio Joaquim. Dias de. NETO. São Paulo: Martins Fonte. Elaboração da Pesquisa Científica. SALOMON. 1996.01/2013 – julho/2013 . Como fazer uma monografia.Goiânia .Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 MORAES. São Paulo: Cortez. Avaliação: o que é e como contratar. Irani Novah. Décio Vieira.org. 1995. Cirlene Mendes da. Rio de Janeiro: Ateneu. OLIVEIRA. http://www. 2007. SILVA.br. ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . PINI. Curso básico de Engenharia Legal e de Avaliações.01/2013 – julho/2013 .Goiânia .5ª Edição nº 005 Vol. S. A. vidro ou ferro Arquivos de madeira Cofres Máquinas de escrever. elétricas Máquinas de calcular Máquinas de contabilidade Aparelhos de ar condicionado central Aparelhos de ar condicionado Aparelhos de comunicação Máquinas copiadoras Equipamentos de Informática CPU Impressoras matriciais Impressoras jato de tinta Impressoras laser e jato de cera Vídeos VGA mono e color Periféricos Equipamentos de transporte Aeronaves comerciais Aeronaves particulares Automóveis táxis Automóveis particulares Ônibus Veículos utilitários Caminhões leves Caminhões pesados Reboques (quinta roda) Caminhões betoneiras Caminhões basculantes Caminhões “fora de estrada” Vagões ferroviários e locomotivas [transporte interno (dentro da empresa)] Vagões ferroviários e locomotivas (transporte externo) Embarcações uso comercial Embarcações uso lazer Equipamentos para transporte hidroviário Mínimo 8 8 20 6 4 6 5 14 14 6 4 Mínimo 3 6 5 4 6 5 Mínimo 5 6 3 4 6 4 4 6 6 5 5 4 14 12 14 12 16 Máximo 14 12 25 10 6 8 8 20 18 10 6 Máximo 6 10 8 8 10 8 Máximo 8 10 5 8 12 6 6 8 8 7 7 8 20 16 20 25 22 ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG . 3ª ed. Equipamentos de Escritório Mesas de madeira. mecânicas Máquinas de escrever.Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 PERÍODOS SUGERIDOS DE DEPRECIAÇÃO TOTAL (VIDA ÚTIL) Fonte: ABUNAHMAN. Goiânia .Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 Equipamentos e instalações industriais Bombas Compressores Correias de linhas de produção Correias transportadoras ao tempo Elevadores Sopradores Tubos de cobre Tubos de inox Tubos fora de alvenaria Geradores Equipamentos e instalações agrícolas Arados Estufas Tratores Equipamentos e instalações minerais Extração de minerais metálicos Extração de minerais não metálicos Produção de petróleo Gás natural Perfuração de poços de petróleo e de gás Exploração de depósitos de petróleo Refinação de petróleo Instalações e tubulações para transporte Instalações para armazenagem em aço Instalações para armazenagem em fibra Equipamentos para construção civil Equipamentos básicos para construção Gruas e elevadores Fabricação de produtos alimentícios e bebidas Indústria moageira (inclusive moinhos de cereais) Usinas açucareiras e refinadoras de açúcar Fabricação de cigarros.01/2013 – julho/2013 . charutos e fumos Equipamentos da indústria têxtil Malharia Fiação e tecelagem Acabamento e tingimento Roupas/confecções de borracha e de couro Mínimo 14 14 18 16 16 14 24 24 10 14 Mínimo 8 10 10 Mínimo 7 7 7 7 5 10 18 15 10 10 Mínimo 5 15 Mínimo 12 15 10 Mínimo 5 10 10 10 Máximo 20 20 25 24 24 20 26 26 15 20 Máximo 12 20 15 Máximo 15 15 15 15 8 20 25 25 20 25 Máximo 10 20 Máximo 25 25 16 Máximo 10 25 20 25 ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG .5ª Edição nº 005 Vol. 01/2013 – julho/2013 .Avaliação de máquinas e equipamentos – Uma abordagem pelos métodos da depreciação e comparativo julho de 2013 Produção de madeira Serrarias – permanentes Serrarias – temporárias Carpintaria e marcenaria Compensados Lâminas de madeira Usinas de tratamentos de moirões e postes Máquinas universais para uso em ferramentaria Tornos mecânicos Plainas Fresas Eletroerosão Prensas hidráulicas Furadeiras radiais Máquinas universais para uso em manutenção Tornos mecânicos Plainas Fresas Eletroerosão Mínimo 10 5 15 10 15 10 Mínimo 15 15 12 10 20 20 Mínimo 20 20 15 10 Máximo 15 10 25 25 25 20 Máximo 20 25 20 15 25 25 Máximo 25 25 25 15 ISSN 2179-5568 – Revista Especialize On-line IPOG .5ª Edição nº 005 Vol.Goiânia .
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