Dinâmicas de recreação e descontração 02

March 30, 2018 | Author: alanjmo | Category: Prayer, Wheat, Jesus, Lord's Prayer, Bible


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Abra o Olho Aline, ?, 2000. Tema: Temos os olhos vendados para a violência?Duração: 5 minutos Público: adolescentes; mínimo 5 participantes. Material: Dois panos para fechar os olhos e dois porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete. Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um porrete de jornal. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam? Sugestões de textos: Marcos 10, 46-52; Lucas 10 25 a 37 ou Lucas 24, 13-34. Amar ao Próximo César O.(Assembéia de Deus), RS, 2001. Tema: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Duração: 20 a 30 minutos Público: adolescentes; mínimo 6 participantes. Material: lápis e papel Divida a turma em grupos ou times opostos. Sugira preparar uma gincana ou concurso, em que cada grupo vai pensar em 5 perguntas e 1 tarefa para o outro grupo executar. Deixe cerca de 15 minutos, para que cada grupo prepare as perguntas e tarefas para o outro grupo. Após este tempo, veja se todos terminaram e diga que na verdade, as tarefas e perguntas serão executadas pelo mesmo grupo que as preparou. Observe as reações. Peça que formem um círculo e proponha que conversem sobre: Se você soubesse que o seu próprio grupo responderia às perguntas, as teria feito mais fáceis? E a tarefa? Vocês dedicaram tempo a escolher a mais difícil de realizar? Como isso se parece ou difere do mandamento de Jesus? "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo", MT 23.39 Como nos comportamos no nosso dia a dia? Queremos que os outros executem as tarefas difíceis ou procuramos ajudá-los? Encerre com uma oração. Amigo Júlio Leo F., 2003. Tema: pecados da língua. Duração: 5min (dia 1) + 20min (dia 2). Público: jovens, mínimo 5 pessoas. Material: nenhum. Esta dinamica é sobre o poder da língua - leia Tiago 3. E tem como objetivo que as pessoas reflitam mais antes de fazer comentários sobre outros. Em todo ser humano existe a tendência de guardar na memória mais facilmente defeitos do que qualidades das pessoas. Uma fofoca ou um comentário maldoso ou impensado podem destruir a imagem e/ou a vida de alguém. DIA 1: O coordenador divide a turma em dois grupos. O grupo 1 sai da sala e o coordenador fala, ao grupo 2, sobre um personagem ficticio: "Eu tenho um amigo que se chama Júlio. Ele é um fofoqueiro, impulsivo, mentiroso, teimoso, ordeiro, honesto e competente." Depois fala ao grupo 2, sem que o grupo 1 ouça, só que inverte a ordem das qualidades e defeitos: "Eu tenho um amigo que se chama Júlio. Ele é muito competente, honesto, ordeiro, teimoso, mentiroso, impulsivo e fofoqueiro." Após estes 2 momentos, informe a ambos os grupos que na próxima reunião a atividade será concluida. DIA 2: No próximo encontro, pergunte as pessoas se lembram do seu "amigo Julio". É surprendente como as pessoas lembrarão em primeiro lugar os defeitos. Deixe que os participantes tirem suas próprias conclusões ou faça a leitura do texto sugerido acima e estimule a discussão. Benditas sejam estas mãos Valdemar S. (IECLB), RS, 2002. Tema: Bênção; tocar com as mãos. Duração: 20 minutos Público: adultos; mínimo 8 participantes. Material: Bíblia, hinários 1. Iniciar com canto de louvor. 2. Leitura Bíblica: Marcos 8. 22-25 3. Reflexão: "Se os olhos são o espelho do corpo, as mãos são o espelho da alma" (Zélia Duncan) Jesus usou o toque das mãos para curar. Portanto, não precisamos ter receio em bendizer, abençoar e tocar as pessoas concretamente (ao invés de uma "imposição aérea" das mãos), proclamando as poderosas palavras da graça de Deus. 4. Bênção: Convide as pessoas para que formem 2 círculos, um interno e outro externo (uma pessoa de frente para a outra, de mãos dadas). A pessoa que coordena lê a primeira frase e as outras repetem. Depois, as pessoas do círculo externo andam um passo a direita (para ficarem de frente para outra pessoa e formar um novo par, de mãos dadas). A pessoa que coordena lê então a segunda frase, as demais repetem e trocam de lugar; assim sucessivamente até a 12a frase. Bênção das mãos (Diann Neue) Convite: Olhemos nossas mãos, descubramos o seu poder e sua ternura, e bendigamos as nossas mãos. 1. Benditos sejam os trabalhos de nossas mãos 2. Benditas sejam estas mãos que tocaram a vida 3. Benditas sejam estas mãos que criaram coisas belas 4. Benditas sejam estas mãos que contiveram a dor 5. Benditas sejam estas mãos que abraçaram com paixão 6. Benditas sejam estas mãos que plantaram novas sementes 7. Benditas sejam estas mãos que cerraram seus punhos com indignação 8. Benditas sejam estas mãos que levantaram colheitas 9. Benditas sejam estas mãos que se endureceram com o tempo 10. Benditas sejam estas mãos que se enrugaram e se feriram trabalhando pela justiça 11. Benditas sejam estas mãos que se deram e foram recebidas 12. Benditas sejam estas mãos que sustentaram as promessas do futuro 5. Encerrar com um Canto. Brasa no Braseiro João R. B. (IECLB), RJ, 2000 Tema: comunhão e participação Duração: 10min. Público: Adolescentes, mínimo 5 pessoas. Material: braseiro com várias brasas acesas (pode ser uma churrasqueira pequena e carvão); 1 caixa de areia; 1 pinça. Ao início de uma reunião, o coordenador retira uma brasa do braseiro e coloca na caixa de areia, informando aos presentes que ao final voltará àquela brasa. Segue-se uma atividade ou brincadeira. Ao final chama-se a atenção para a brasa que foi isolada na caixa de areia. Ela está quase apagada, podendo até ser tocada com a mão, enquanto as demais, que se mantiveram juntas, trocaram entre si e mantiveram o calor. O coordenador promove um debate ressaltando o paralelo entre as brasas no braseiro e os cristãos na Igreja, mantendo aceso o "Fogo da Fé". Caminhando entre Obstáculos Lúcia, ?, 2002 Tema: Deus "não permitirá que sejais tentados além das vossas forças". Duração: 15min. Público: adolescentes, mínimo 4 pessoas. Material: garrafas, latas, cadeiras ou qualquer outro objeto que sirva de obstáculo, e lenços que sirvam como vendas para os olhos. Os obstáculos devem ser distribuídos pela sala. As pessoas devem caminhar lentamente entre os obstáculos sem a venda, com a finalidade de gravar o local em que eles se encontram. As pessoas deverão colocar as vendas nos olhos de forma que não consigam ver e permanecer paradas até que lhes seja dado um sinal para iniciar a caminhada. O coordenador, com auxilio de uma ou duas pessoas, imediatamente e sem barulho, tira todos os obstáculos da sala. O coordenador insistirá em que o grupo tenha bastante cuidado, em seguida pedirá para que caminhem mais rápido. Após um tempo o coordenardo pedirá para que todos tirem as vendas, observando que não existem mais obstáculos. Discutir as dificuldades e obstáculos que encontramos no mundo, ressaltando porém que não devemos temer, pois quem está com Cristo tem auxílio para vencer. Texto sugerido: I Coríntios 10:12-13. Casais - O que gosto e não gosto em você autor não identificado Tema: pontos positivos e negativos do casamento. Duração: 20 minutos Público: adultos; mínimo 4 casais. Material: papel e lápis. Antes de começar converse sobre sigilo e fofocas; peça aos integrantes que lembrem que assuntos discutidos no grupo não devem ser comentados fora da reunião. Para esta dinâmica é preciso um certo grau de confiança entre os participantes do grupo. Pegue a folha e divida ao meio (deitada). Do lado esquerdo escreva: O que eu mais gosto nele(a). Do lado direito escreva: O que eu não gosto nele(a). Peça aos casais que se separem para poderem escrever. Dê uns 10 a 15 minutos para finalizarem a tarefa. Peça que sejam o mais honestos possível, assegurando que não será revelado a identidade das pessoas. Peça que devolvam os papéis. Faça a leitura dos pontos positivos e dos pontos negativos, sem revelar nomes. (leia quantos puder, de acordo com o tempo disponível). Procure misturar os comentários de diversos papéis para garantir o anonimato. A reação dos casais é de riso e de constrangimento. Os elogios causam um bem-estar muito grande e os defeitos que são revelados produzem o início de uma mudança na relação do casal. Você também pode pedir que pessoas se reúnam em pequenos grupos e discutam soluções para alguns dos problemas levantados, e os apresentem aos demais. Pode ser utilizado o texto de Efésios 4:22-32. Você também pode encerrar com cada pessoa fazendo um cartão de agradecimento e elogios para entregar a seu cônjuge, ou fazer uma oração conjunta de agradecimento pelas coisas boas. Círculo Fechado Aline (Assembléia), PE, 2001 Tema: Exclusão; integração ao grupo. Duração: 15 min. Público: crianças e adolescentes; mínimo 10 participantes. Material: nenhum O coordenador pede a duas ou três pessoas que saiam da sala por alguns instantes. Combinar com grupo que fica que eles devem formar um círculo apertado com os braços entrelaçados e não deixar de forma nenhuma os outros (que estão fora da sala) entrar neste círculo. Enquanto o grupo se arruma o coordenador combina com os que estão fora que eles devem entrar na sala tentar se integrar ao grupo que está lá. Depois de alguns minutos de tentativa, discutir com o grupo como se sentiram não deixando ou não conseguindo entrar no grupo. Compartilhar: Muitas vezes formamos verdadeiras "panelas" e não deixamos outras pessoas entrar e se sentir bem no nosso meio. Como temos agido com as pessoas novas na igreja ou no nosso grupo? Comprimidos da Fé Aline (Assembléia), PE, 2001 Tema: Fé e testemunho. Duração: 15 min. Público: todos; mínimo 4 participantes. Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes (com envelope individual, tipo "Sonrisal") Coloque três copos com água sobre a mesa. Pegue três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem. Peça a atenção do grupo e coloque o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água. Coloque o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem fechada. Por fim, retire o terceiro comprimido da embalagem e coloque-o dentro do terceiro copo com água. Estimule a discussão com o grupo, com questões como: Qual dos três comprimidos+copos faria mais efeito caso você estivesse passando mal e o bebesse? Com qual dos três se parece a minha relação com Deus? Eu permito que ele aja "sem embalagem" ou eu o deixo do lado de fora? Com qual dos três eu me pareço quando levo minha fé para fora da igreja? etc.. Textos bíblicos que você pode relacionar: Parábola do semeador (Mc 4.1-9; Mt 13.1-9; Lc 8.4-8) Parábola da candeia (Mc 4.21-25; Lc 8.16-18) "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15) "Vós sois o templo onde habita Deus" "Eis que estou a porta e bato" (Ap. 3.20) Como Orar Daniel M. (IECLB), RJ, 2000 Tema: Oração. Duração: 20 min. Público: adolescentes; qualquer número. Material: folhas com perguntas, Bíblias, canetas. Divida a turma em grupos. Faça folhas e tire cópias do texto abaixo, substituindo as partes em vermelho por linhas em branco. (As respostas, em vermelho, são referência para o coordenador da atividade.) Dê um tempo para cada grupo ler, responder e conversar sobre cada parte. Depois junte todos, ouça as respostas e faça comentários. Como devemos orar? Mateus 6:5-13 1. Não com orações repetidas, mas com orações do coração O que compõe a oração que Jesus ensinou? O que quer dizer cada parte? 2. Pai nosso que estás no céu, santificado seja o teu nome; Adoramos a Deus 3. Venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; Submetemo-nos à Sua vontade 4. O pão nosso de cada dia nos dá hoje Pedimos por nossas necessidades básicas, por coisas materiais que garantam a nossa viva. 5. E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. Perdão, salvação 6. E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal Pedimos que nos guie, ajude, oriente; por libertação e proteção 7. Pois teu é o reino, o poder, e a glória para sempre. Constatação de que Ele é o Senhor e adoração. Como conseguir o que pedimos em oração? Mateus 7: 7-11 1. 2. 3. 4. 5. Mateus 13:58 - Com Fé Lucas 11:5-13 e Lucas 18: 1-7 - Pedir (ou pedindo) em oração Tiago 4:3 - Pedindo com Motivos puros - sem más intenções Tiago 5: 16-18 - Seja uma pessoa justa, correta I João 5:14 - Procure conhecer a vontade de Deus Como Orar - Que palavras usar? Adaptado da Revista Group Magazine, www.grouppublishing.com Tema: Oração. Duração: 20 min. Público: adolescentes; qualquer número. Material: Bíblias, papel e canetas. Leiam em voz alta o texto de Romanos 8:26-27 Então peça às crianças que contem momentos em que tiveram dificuldades em saber como (ou o que) orar. Divida o grupo em duplas. Diga a elas que esta passagem nos ajuda a entender que nós sempre podemos orar, mesmo que não saibamos o que dizer. Peça então que cada um diga a sua dupla alguma coisa que o está preocupando. Quem ouviu, então, coloca esta preocupação numa oração (pode ser apenas uma frase - ex.: se o primiro disse que tem uma prova difícil na escola, o segundo pode orar algo como "Querido Deus, ajude o João a entender o que ele está estudando, e lhe dê calma no momento da prova. Amém"). Depois invertem-se os papéis. Quando as duplas terminaram de orar, pergunte como se sentiram, se acharam fácil orar assim, o que eles podem fazer quando estão inseguros sobre que palavras usar e como orar, etc.. Encerre com oração - cada um do grupo deve orar por alguma outra pessoa pode ser do próprio grupo ou outros conhecidos, família, etc.. Você também pode pedir que cada um escreva seu nome e uma preocupação num papel. Depois as crianças sorteiam entre si os papéis e durante a semana devem orar pela pessoa e preocupação cujo nome está no papel. Credo Apostólico LB, RJ, 1996 Tema: Confissão de fé; descrevendo em quem você acredita. Duração: 30 min. Público: adolescentes; mínimo 6 pessoas. Material: papel e canetas, folhas de perguntas, cópia do Credo Apostólico. Forme um círculo e proponha um rápido exercício: Peça a uma pessoa que descreva sua mãe; outra que descreva seu irmão, etc.. Estas pessoas, em voz alta e rapidamente, devem dar algumas informações sobre as pessoas indicadas. Ressalte as formas de fazer uma descrição: detalhes físicos, características emocionais, gostos, etc... Depois deste rápido exercício, divida a turma em 3 grupos. Cada grupo vai receber um papel com um nome escrito - 1. Deus; 2. Jesus; 3. Espírito Santo - e deverá compor uma descrição da pessoa indicada no seu papel. Para ajudá-las na descrição você pode acrescentar algumas perguntas: Como esta pessoa agia no passado? E hoje? O que esta pessoa fez e/ou faz por você? Qual sua relação e sentimentos para com esta pessoa? Deixe cerca de 10 minutos. Distribua então uma folha de perguntas para debate ainda nos pequenos grupos: 1. "Creio em Deus Pai, todo poderoso, Criador do Céu e da Terra" No que a sua descrição de Deus se parece e/ou difere desta linha do Credo Apostólico? Para que serve o Credo Apostólico? Porque e quando o dizemos? 2. "Creio em Jesus Cristo, seu filho unigênito, nosso Senhor e Salvador..." No que a sua descrição de Deus se parece e/ou difere desta linha do Credo Apostólico? Para que serve o Credo Apostólico? Porque e quando o dizemos? 3. "Creio no Espírito Santo..." No que a sua descrição de Deus se parece e/ou difere desta linha do Credo Apostólico? Para que serve o Credo Apostólico? Porque e quando o dizemos? Acrescente ainda quaisquer outras perguntas que você queira, de acordo com tempo, grupo e linha de discussão. Deixe mais um tempo para que cada grupo comente as perguntas. Forme novamente um círculo com todos e peça comentários e/ou as respostas a cada pergunta. Encerre com a leitura de um novo Credo: Leia a primeira parte do Credo Apostólico, em seguida o grupo 1. lê a sua descrição de Deus; Leia a segunda parte do Credo, e o grupo 2. lê a sua descrição de Jesus; Leia a terceira parte do Credo Apostólico e o grupo 3. encerra com sua descrição do Espírito Santo. Sugestão: pode-se ler esta composição, resultado do trabalho do grupo, com toda a comunidade num culto, substituindo o Credo Apostólico. Leve cópias para distribuir à comunidade ou copie o texto em lâminas para retroprojetor para que todos possam acompanhar. Considerações: em geral o comportamento das pessoas ao recitar o Credo nos cultos é cabisbaixo e fechado. Pode-se fazer uma analogia ao torcedor de um time, que veste camisa, tem bandeiras e flâmulas em casa, canta o hino, se mostra como torcedor. O Credo Apostólico é nossa "bandeira" como cristãos. Ele resume aquilo em que nós cremos, por isso, deveria ser falado em todas as circunstâncias em que somos questionados a respeito de nossa fé e ao recitarmos em nossos cultos, deveria ser dito com a cabeça erguida, quem sabe até, olhando nos olhos de outra pessoa. De quem será o presente? Elaine T., ?, 2002 Tema: Autoestima; dons e serviço. Duração: 20 min. Público: adolescentes, mínimo 5 pessoas. Material: 1 Presente (pode ser bombons com mensagens, ou outra lembrancinha, mas que tenha uma para cada pessoa. Deve estar em uma caixa bonita de presente, que desperte a curiosidade de todos.) Embrulhe o presente da seguinte maneira: primeiro uma camada de papel de presente, a mensagem número 14. Papel de presente, a mensagem número 13; papel de presente, mensagem número 12, e assim sucessivamente até usar todas as mensagens. Termine com uma camada de papel de presente. Explique que uma pessoa no grupo irá receber o presente, mas que ela tem que ser a pessoa certa. Sorteie quem irá começar a brincadeira. A pessoa sorteada abre o primeiro papel de presente e acha o bilhete e age de acordo, passando o presente a próxima pessoa. Assim até que todos os papéis tenham sido abertos. Incentive as pessoas a procurarem alguém que ainda não tenha participado a cada nova instrução. 1. Parabéns!! Você tem muita sorte, foi sorteado com este presente. Ele simboliza a compreensão, a confraternização e a amizade que temos e ampliaremos. Mas o presente não será seu. Observe os amigos e aquele que considera mais organizado será o ganhador dele. 2. A organização é algo de grande valor e você é possuidor desta virtude, irá levantar-se para entregar este presente ao amigo que você achar mais feliz. 3. Você é feliz, construa sempre a sua felicidade em bases sólidas. A felicidade não depende dos outros, mas de todos nós mesmos, mas o presente ainda não será seu. Entregue-o para uma pessoa que na sua opinião é muito meiga. 4. A meiguice é algo muito raro, e você a possui, parabéns. Mas o presente ainda não será seu. E você com jeito amigo não vai fazer questão de entregá-lo a quem você acha mais extrovertida. 5. Por ter este jeito tão extrovertido é que você está sendo escolhido para receber este presente, mas infelizmente ele é seu, passe-o para quem você considera muito corajoso. 6. Você foi contemplada com este presente, e agora demonstrando a virtude da coragem pela qual você foi escolhida para recebe-lo, entregue-o para quem você acha mais inteligente. 7. A inteligência nos foi dada por Deus, parabéns por ter encontrado espaço para demonstrar este talento, pois muitos de nossos irmãos são inteligentes, mas a sociedade muitas vezes os impede que desenvolvam sua inteligência. Agora passe o presente para quem você acha mais simpático. 8. Para comemorar a escolha distribua largos sorrisos aos amigos, o mundo está tão amargo e para melhorar um pouco necessitamos de pessoas simpáticas como você. Parabéns pela simpatia, não fique triste, o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais dinâmica. 9. Dinamismo é a fortaleza, coragem, compromisso e energia. Seja sempre agente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio. Precisamos de pessoas como você, parabéns, mas passe o presente a quem você acha mais solidário. 10. Solidariedade é a coisa rara no mundo em que vivemos, de pessoas egocêntricas. Você está de parabéns por ser solidário com seus colegas, mas o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais alegre. 11. Alegria!!! Você nessa reunião poderá fazer renascer em muitos corações a alegria de viver, pessoas alegres como você transmitem otimismo e alto astral. Com sua alegria passe o presente a quem você acha mais elegante. 12. Parabéns a elegância completa a citação humana e sua presença se torna mais marcante, mas o presente não será seu, passe-o para aquele amigo que você acha mais bonito. 13. Que bom!!! Você foi escolhido o amigo mais bonito entre o grupo, por isso mostre desfilando para todos observarem o quanto você é bonito. Mas o presente não será seu, passe-o para quem lhe transmite paz. 14. O mundo inteiro clama por paz e você gratuitamente transmite esta tão riqueza, parabéns!!! Você está fazendo falta as grandes potências do mundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. O presente é seu!!! Pode abrí-lo. Com muita paz, abra o presente e passeo a todos os seus amigos e deseje-lhes em nome de todos nós, muita paz. Se quiser encerre com uma conversa: Quão difícil foi escolher uma pessoa com a qualidade descrita? Há mais pessoas no grupo com as mesmas qualidades? Há desvantagens em ter determinadas qualidades ou de que forma as pessoas podem interpretar sua qualidade como algo negativo (ex.: elegância pode ser confundida com esnobismo; ou alegria pode ser confundida com falta de realismo)? Quais qualidades são as mais importantes? Quais são necessárias ao trabalho da igreja, e como? 13o Discípulo Adaptado de www.abingdom.org Tema: Discipulado; seguir a Jesus Duração: 20 min. Público: crianças, mínimo 5 pessoas. Material: Cartolinas, espelhoos ou papel espelhado, canetas. Faça um cartão para cada criança, dobrando um pedaço de cartolina e colando dentro o espelho. Do lado de fora escreva: Quem o 13o discípulo? Mostre um cartão, sem abrir, e diga às crianças que terão - 15 minutos, uma semana, etc - para tentar responder à pergunta e que somente após este tempo receberão o cartão com a resposta. Prepare e distribua uma lista de tarefas a fazer que poderão ajudá-las a encontrar a resposta: - procurar na Bíblia; - memorizar o nome dos 12 discípulos de Jesus; - conversar e entrevistar adultos, pastores, etc.. Após o tempo determinado, ouça os relatos da pesquisa e entregue os cartões. Depois que as crianças o abrirem converse sobre as reações ao verem sua imagem refletida, como e porque cada um é o 13o discípulo, etc.. Escrever o texto de João 15.14 nos cartões. As crianças podem então preparar um outro cartão para presentear ou preparar convites ou mensagens para distribuir a amigos Enfrentando Desafios com Fé Thais P. (Católica), SP, 2001 Tema: A Fé supera desafios, testemunho. Duração: 15 min. Público: crianças, mínimo 5 pessoas. Material: Bola pequena, 10 vasilhames de refrigerante descartáveis, transparentes e com tampa; tinta guache (diversas cores) e onze eiquetas adesivas Encha as garrafas com água. Para dar um colorido a cada uma das garrafas misture um pouco de guache na água. Escreva nas etiquetas 10 obstáculos que dificultam a missão de evangelizar e que nos afastam de Deus, como por exemplo: egoísmo, inveja, etc. Peça sugestões as crianças do grupo. Cole uma etiqueta em cada garrafa e peça as crianças que as arrumem num extremo da sala, como se fossem um jogo de boliche. Converse com as crianças sobre o que seria capaz de derrubar estes desafios. Afixe na bola, uma etiqueta com a palavra FÉ. Começa o jogo, todos deverão mirar os obstáculos e jogar a bola para tentar derrubá-los. Ganha quem conseguir derrubar todos os obstáculos. Termine fazendo uma reflexão, mostrando que aqueles que crêem em Deus são capazes de superar esses obstáculos e realizar grandes obras em Seu nome. Expectativas e Avaliação LB, RJ, 2000 Tema: quebra-gelo, levantamento de objetivos e avaliação da atividade Duração: 20min + 10min. Público: Adolescentes, mínimo 5 pessoas. Material: bolas de inflar (bexiga), caneta permanente (tipo para retroprojetor). Esta dinâmica acontece em duas etapas: a primeira no início do encontro, para que você saiba qual a expectativa do grupo frente à programação ou tema do encontro. A segunda parte, serve para avaliar quais expectativas foram cumpridas e se os resultados foram positivos. PARTE 1 Inciar com boas vindas ao grupo, cantos e oração. Conversar rapidamente, sem deixar que comentem demais: Vocês sabem o tema do nosso encontro / retiro? Já olharam a programação dos estudos e atividades? O que acharam? O que vocês mais gostaram? Como vocês se sentiram quando foram convidados para este encontro? O que vocês acham que vai acontencer? O que vocês gostaríam que acontecesse? etc... Ir distribuindo as bolas e pedir que encham e fechem com um nó. Cada um deve escrever sobre a bola, com caneta para retroprojetor uma frase ou palavra que expresse suas expectativas sobre o encontro - o que quer / espera? A medida em que acabam de escrever, levantam-se e brincam entre si com as bolas, sem deixar que estourem. Ao sinal, cada um pega uma das bolas, qualquer uma, e formam grupos de acordo com a cor. O grupo lê o que está nos balões e conversa a respeito. Voltar a formar um círculo com todas as pessoas e fazer uma oração, intercedendo pelo encontro e pelas expectativas comentadas. Pendurar os balões num local visível e deixá-los até o fim do encontro. PARTE 2: No encerramento do encontro / retiro, cada um pega um balão qualquer, e lê para todo o grupo, e diz se na sua opinião aquela expectativa se cumpriu e como. O coordenador pode aproveitar para anotar as sugestões! Frederico e o Guarda-Chuva Alessandra (Assembléia), SP, 2001. Tema: ler a Bíblia; por em prática. Duração: 15min. Público: todos, mínimo 3 pessoas. Material: Guarda-chuva ou figuras de acordo com a história; Bíblia. Mostre o desenho de um menino: Naquele dia, Frederico estava muito contente. Para um menino africano, era muito importante completar 12 anos! Era a primeira vez que o menino Frederico ganharia dinheiro e poderia ir sozinho até a aldeia, a fim de comprar para si o que quisesse! Pois com 12 anos, já era considerado gente grande! Frederico havia sonhado muito com esse dia. Pensava, pensava e não sabia que presente comprar: talvez um livro; mas ainda não tinha aprendido a ler. Naquela tribo da África, era muito difícil aparecer uma professora. As pessoas da aldeia eram muito pobres, e o lugar, não era fácil para se chegar; então, quase nunca tinham visitantes, muito menos alguém para ensiná-los a ler. Então, talvez comprasse um brinquedo, daqueles que vira na casa de seu amigo. Frederico havia ganho um bom dinheiro e queria comprar algo que pudesse guardar como lembrança daquele dia tão especial e feliz. Ele chegou à aldeia, e começou a percorrer as lojas, mas não encontrava nada que gostasse. Ele queria algo que fosse útil. Depois de caminhar por algum tempo, Frederico deparou-se com um objeto que nunca vira antes! Mostre a figura de um menino segurando e olhando para um guarda-chuva fechado: Mas o que seria aquilo? Estava lá, exposto na loja! Era a coisa mais estranha e curiosa que ele já vira! Seria um brinquedo? Roupa? Para que serviria? Não sabia... Nem imaginava, mas achou bonito! Então perguntou o nome daquilo. — Guarda-chuva? - repetiu ele espantado quando lhe responderam. - Quer dizer que eu compro isso para guardar a chuva dentro? O homem da loja riu. — Não rapazinho, você compra prá isso guardar você da chuva. — Puxa... - pensou Frederico - quer dizer que, comprando isso, poderei andar na chuva sem me molhar? Era muito bom pensar assim, pois quando chovia as crianças da tribo de Frederico tinham que ficar nas suas casas; não podiam sair. Frederico ficou maravilhado. E comprou o guarda-chuva. Mostre a figura do menino com o guarda chuva embaixo do braço: — Vai ser um sucesso na tribo, pensou ele. E foi caminhando para casa, pensando no dia em que poderia finalmente usar o seu tão valioso presente! E olhando para o céu, viu várias nuvens escuras. — Oba! - pensou ele - antes de chegar em casa poderei usá-lo! Frederico ficou felicíssimo! E não demorou muito, começaram a cair os tão esperados pingos de chuva. O menino sorria de tão feliz que estava! — Pode chover, que agora eu não me molho - pensou ele. Que bom companheiro eu arrumei! - e ele olhava para o seu guarda-chuva. Desenhe pingos de chuva caindo na figura anterior: Frederico caminhava, e ia ficando todo molhado pela chuva. — Epa, o homem da loja mentiu! Comprei isto e ainda estou me molhando. Algumas pessoas passavam por Frederico e riam sem parar. Frederico então pensou: — Será que é assim que se usa? Não, acho que deve ser de outro jeito. Puxa, como sou burro! Ele riu de si mesmo. Havia usado erradamente o guarda-chuva, mas agora sabia como usar! Mostre uma nova figura com o menino com guarda-chuva ainda fechado, em cima da cabeça: Frederico levantou o guarda-chuva acima de sua cabeça, pensando que agora tinha acertado. Vocês acham que agora ele acertou? Claro que não, continuava errado, e cada vez mais molhado. Imaginem só, ter uma coisa tão boa e útil e não saber usar! E Frederico foi ficando muito bravo: além de se molhar todinho, ainda todos riam dele! Já ia voltando à loja para brigar com o dono, quando uma senhora muito bondosa chamou Frederico e lhe disse: — Não é assim que usa isto meu filho! Deixe-me mostrar para você como se usa. E pegando o guarda-chuva de Frederico, ela o abriu, e levantou o guardachuva acima de sua cabeça. O menino levou um grande susto! Mas depois sorriu, e sorriu muito. Agora estava satisfeito, e agradeceu muito àquela senhora. E assim continuou seguindo seu caminho! Mostrar uma figura do menino embaixo de um guarda-chuva aberto: Agora sim, não caía uma gota sequer na sua cabeça. Frederico seguia para casa cantarolando, muito feliz. Mas também muito envergonhado por ter sido tão bobo. Alguma vez já aconteceu algo parecido com você? Você tinha algo que era útil, mas não sabia usar? (deixe as crianças comentarem) Vocês sabiam, que muitas vezes algumas crianças e também adultos agem do mesmo modo que Frederico? Têm algo muito mais útil que um guarda-chuva e não sabem usar? Você mesmo pode ter e não estar sabendo usar... Mas como? Você ainda não sabem do que estou falando? Mostre o desenho de um menino lendo uma Bíblia Da Bíblia, a Palavra de Deus! Ela é a coisa mais útil que podemos ter; é um verdadeiro tesouro, e nós seremos tolos se não a usarmos. Você sabe como alguém não usa a palavra de Deus? Primeiro, deixando de lê-la todos os dias! É na Bíblia que encontramos o caminho de deus para a salvação, que ele nos oferece de graça, através de seu filho Jesus. (leia Romanos 6:23). Depois que cremos em jesus e "o recebemos" como salvador, o Espírito Santo vem habitar em nós, e ele nos ajuda a compreender o que lemos e a lembrar do que aprendemos. (leia João 14:16). Se não lermos a Bíblia, não poderemos lembrar do que ela diz. Em segundo lugar, não usamos a Palavra de Deus, quando não colocamos em prática o que aprendemos. (ler salmo 119: 130) Se você tem ouvido a Palavra de Deus, mas continua mentindo, falando palavrão, desobedecendo aos seu pais, brigando e fazendo tantas outras coisas ruins, você não está usando o "entendimento" que essa palavra pode lhe dar. Está desperdiçando esse tesouro tão útil que você, ou a mamãe, ou o papai tem em casa. A Palavra de Deus, que é a verdade, pode fazer de você uma pessoa feliz. Mas você precisa tê-la em sua vida, tem que guardá-la dentro do seu coração, e fazer o que ela manda. Você quer fazer isso agora mesmo? Peça ao Senhor Jesus que o ajude a ler e a praticar diariamente o que ele mesmo nos diz na Bíblia. Garrafa dos elogios Lúcia (Assembléia), PE, 2002 Tema: "a boa palavra o alegra" Pv 12.24b. Duração: 10min. Público: adolescentes, mínimo 5 pessoas. Material: Uma garrafa vazia (pode ser de refrigerante). O grupo deve sentar, formando um círculo. O coordenador coloca a garrafa deitada no chão no centro da sala e a faz girar rapidamente, quando ela parar estará apontando o gargalo para alguém. O coordenador dirá uma palavra de encorajamento, estímulo ou elogio à essa pessoa. A pessoa indicada pela garrafa terá então a tarefa de girá-la e falar palavras de encorajamento para quem ela apontar e assim sucessivamente. Textos para trabalhar após este exercício: 1 Pe 4:10,11; Ef 4:29,30; Pv 12:25. Grande Abraço Walter B. (IECLB), RJ, 2001 Tema: oração Duração: 10min. Público: todos, mínimo 10 pessoas. Material: nenhum. Convidar o grupo a se abraçar e abraçar a Deus junto, em etapas: 1. as pessoas devem se abraçar duas a duas e dizer umas as outras que foi bom terem estado juntas, se conhecido, etc... 2. formar novos grupos, com pessoas diferentes, com 4 pessoas cada, abraçadas devem orar agradecendo; 3. formar novos grupos com 6 ou mais pessoas cada, abraçadas devem orar, louvando e pedindo; 4. formar um grande abraço, com todas as pessoas (formar um círculo em que um abrace o outro pela cintura ou ombro) orar juntos o Pai Nosso e desejar bençãos de Deus para todos, com um hino ou palavras. O Joio e o Trigo LB, RJ, 2005 Tema: Parábola do Joio e do Trigo; preconceitos. Duração: 10min cada sugestão. Público: crianças, mínimo 5 pessoas. Material: de acordo com a sugestão. Nesta página estão algumas idéias sobre a Parábola do Joio e do Trigo. Você pode escolher uma ou outra idéia para utilizar junto com a história ou para iniciar ou encerrar o tema. Separando grãos: Para ver quão difícil é separar coisas semelhantes, traga um pacote de grãos misturados e peça as crianças para separarem em pilhas de acordo com o tamanho ou o tipo (você pode misturar: lentilha, ervilha, feijão, milho...). Outra alternativa é trazer um pacote de chá matte (a granel) e perguntar às crianças se veem alguma diferença. Depois, usando peneiras de vários tamanhos, ir peneirando o chá e perceber que há tamanhos diferentes no chá: de pedaços maiores a farelo fininho. Quebra-cabeça: Pegue duas folhas de papel e escreva duas frases diferentes em cada uma; ou imprima um mesmo desenho (colorido diferentemente). Corte as folhas ao mesmo tempo, como um quebra-cabeça. Misture as peças dos dois desenhos e dê às crianças para que montem. No final as peças devem encaixar sem problemas, mas a imagem ou frase não irá fazer sentido. Sugira às crianças que troquem peças entre os dois jogos para formar a imagem/frase certa. Você pode usar este jogo para demonstrar a dificuldade dos agricultores ao tentar separar o joio do trigo, afinal eles são muito parecidos quando plantas novas, mas ao crescerem a diferença fica mais visível - assim como as crianças montaram uma imagem similar mas desencontrada e depois conseguiram separar as peças certas. Paladar: Traga espigas de trigo maduras para mostrar; permita às crianças comerem grãos frescos de trigo. Faça um pão usando trigo apenas, e outro misturando alguma erva amarga à massa (de preferência que não faça diferença visível) ou use trigo integral (escuro) em ambos para esconder a erva amarga, assim eles só saberão a diferença se experimentarem. Ofereça os pães às crianças e veja qual elas gostam mais. Tome cuidado com a escolha da erva - que não seja tóxica, diurética ou medicinal; pergunte a um profissional (médico, nutricionista, homeopata). Também verifique se as crianças não tem alergia a gluten ou outro componente da receita. Para uma receita simples de fazer, veja a massa de pizza neste site. Plantas e sementes: Plante grãos de feijão num copo de vidro ou plástico. Coloque algodão ou papel toalha dentro de um pote de vidro ou plástico. Coloque o grão de feijão sobre o algodão e mantenha úmido. Observe a planta crescendo ao longo das semanas. Você pode plantar diferentes grãos e observar as diferenças. Você pode decidir fazer um mês de histórias sobre plantas e sementes para acompanhar o crescimento da plantinha, por exemplo, a Parábola do Semeador e a do Grão de Mostarda ou histórias de Gênesis. Preconceito racial: A boa semente que Deus planta nos nossos corações não é visível através de cor, idade, sexo, etc... Para demonstrar isso você pode pedir às crianças que formem grupos: 1. de acordo com cor do cabelo; 2. de acordo com idade; 3. meninas de um lado, meninos do outro; 4. e para encerrar: quem acredita em Deus / participa da igreja. Assim elas podem ver que Deus não faz distinções físicas, mas observa as características especiais que cada um tem dentro de si. Levar as Cargas uns dos outros. Lúcia (Assembléia), PE, 2002 Tema: Serviço, Gálatas 6.2. Duração: 15min. Público: Adolescentes, mínimo 6 pessoas. Material: papel e lápis Cada um recebe um papel e deve escrever uma dificuldade que sente no relacionamento, um medo, problema, etc.. que não gostaria de expor oralmente. A papeleta deve ser dobrada e colocada num saco. Depois de bem misturadas as papeletas, cada pessoa pega uma qualquer dentro do saco e assume o problema que está na papeleta como se fosse seu, esforçando-se por compreendê-lo. Cada pessoa, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na papeleta e usando a 1ª pessoa "eu", fazendo as adaptações necessárias, dirá sua solução para o problema apresentado. Após este exercício ainda compartilhar e conversar sobre a importância de levarmos a cargas uns dos outros, de ajudarmos o nosso próximo, e de percebermos que, embora conselhos nem sempre sejam bons, ouvir as sugestões e visões de outros sobre o nosso problema, pode nos ajudar a encontrar uma outra saída. Luz vence o Medo. Milena (Verbo Vivo), SP, 2003 Tema: fé, Mateus 5. 14-16 Duração: 20min. Público: Adolescentes, mínimo 6 pessoas. Material: uma vela para cada participante, fósforo ou isqueiro e 2 bexigas (bola inflável) Encha as duas bexigas e deixe escondidas; você vai precisar de um ajudante para estourá-las no momento combinado, sem que os outros saibam. A sala precisa estar completamente escura. Conduza os participantes a fazerem silêncio e diminuirem a agitação. Quando a sala estiver quieta, o ajudante estoura a bexiga. Acenda uma vela, mostre a causa do barulho e pergunte quem se assustou e porque. Direcione a conversa para o valor da luz, pois quando estamos nas trevas até mesmo uma coisa simples como uma bexiga estourando nos assusta. Compare com Jesus ser a luz da nossa vida. Chame a atenção dos participantes para a iluminação; quem está em destaque, quem está no escuro, se todos podem ver uns aos outros bem. Converse se no mundo é assim; como as pessoas vêem a presença de cada um dos participantes; como o falar sobre Jesus e a salvação é como ter uma vela acessa. Comece a falar sobre a importância de haver mais luzes acesas (Jesus). Dê a cada um uma vela e a acenda com a sua; fale de como espalhar o evangélho. Assim que a sala estiver toda iluminada, estoure a outra bexiga. Converse sobre a diferença no susto - maior ou menor que enquanto estava escuro, e o quanto a luz de Jesus nos afasta e nos ajuda a lidar com medo e sustos da vida. Encerre com uma música relacionada ao tema. Considerações: Cuidado com cabelos, mantenha as velas distantes do rosto e dos cabelos. Para evitar que cera derretida pinque, fure um copo de cafezinho (ou outro recipiente plástico) e prenda a vela neste. Se preferir substitua as velas por lanternas; peça a cada criança que traga uma de casa, com pilhas. Algumas crianças têm medo exagerado de bexigas; se for o caso, substitua estourar a bexiga por derrubar um pandeiro ou panela. Objetivos pessoais e do grupo Aline, ?, 2002 Tema: reflexão, traçar metas. Duração: 20min. Público: adolescentes, mínimo 4 pessoas. Material: papel e lápis. O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.) ou nos seus objetivos e motivos para participar do grupo. Então, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo no papel. Após apenas trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, para que o vizinho continue a fazer o desenho, da maneira como achar melhor (o vizinho pode continuar com sua própria idéia inicial ou tentar imaginar o que o outro queria desenhar). Após trinta segundos passar adiante novamente e assim sucessivamente até que as folhas voltem à origem. Então cada integrante mostra o desenho que tem em mãos, descreve o que gostaria de ter desenhado e o que consegue entender do desenho que recebeu ao final. Levar o grupo a conversar sobre:  Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;  Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;  O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;  A importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas, etc.. Dependendo da situação você pode então pedir que definam objetivos para o grupo do qual participam. Por exemplo, se são um grupo de jovens, quais os alvos que querem atingir? (desde abstratos: fazer amizades, ao número de reuniões por mês, atividades especiais, se as reuniões terão tema, canto, etc..) Relógio Cristina G. (IECLB), SP, 2001 Tema: quebra-gelo, apresentação Duração: 30min. Público: Adolescentes, mínimo 6 pessoas. Material: um relógio de papel (conforme modelo), canetas ou lápis. Faça uma lista de assuntos para motivar a conversa, de acordo com o tema do encontro ou interesse do coordenador. Faça um relógio de papel, como o desenho ao lado e tire tantas cópias iguais, quantos forem os participantes. Distribua os relógios, e um lápis ou caneta para cada pessoa. Peça que escrevam seu próprio nome no retângulo abaixo do relógio. Os participantes devem caminhar e marcar um encontro para cada hora. Cada pessoa se apresenta a alguém e marca com ela um encontro - ambas devem então escrever o nome uma da outra, sobre o relógio no espaço da hora combinada. É necessário número par de participantes. Quem já tiver preenchido todos os horários deve se sentar, para que fique mais fácil completar as agendas. Quando todos tiverem marcado as horas, comece a brincadeira... Diga as horas, por exemplo, "Uma hora" e um assunto. Cada um deve procurar o par com quem marcou o encontro da uma hora e conversar sobre a pergunta ou assunto definido. Se for do seu interesse, peça que anotem as respostas numa folha avulsa. O relógio pode servir de crachá durante todo o encontro. Ser Igreja Juliana G. (Católica), SP, 2000 Tema: comunhão e participação Duração: 10min. Público: Adolescentes, mínimo 5 pessoas. Material: bolas de inflar (bexiga). Entregar uma bexiga a cada adolescente e pedir pra que eles brinquem com as bolas, jogando um para o outro, sem deixar cair. O coordenador aos poucos tira crianças da brincadeira, uma a uma. Notar como aumenta a dificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar (mesmo as que caem no chão podem ser postas no jogo novamente). Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar às crianças que a igreja está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na igreja. A igreja, assim como as bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, de pé, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de todos nós. Significado do seu Nome LB, RJ, 1999 Tema: significado de nome, quebra-gelo, Isaías 43.1c. Duração: 15min. Público: crianças, mínimo 4 pessoas. Material: lista com nome dos participantes do grupo, Livro com significados dos nomes (ou pesquise na internet); papel e canetas. Prepare fichas, na forma de quebra cabeça - uma parte é o nome das crianças no grupo, a outra é o significado. Distribua duas partes para cada criança: um nome e um significado (que não seja o correspondente). Diga às crianças que andem pelo salão, procurando encontrar pares corretos de nome e significado, montando cada quebra-cabeça numa mesa ou no chão, a medida que encontram os pares; até que todos os nomes tenham sido montados. Cada criança deve então pegar o seu próprio nome com o significado correto. Um a um, lêem em voz alta o seu nome e o significado para os demais. Você pode então promover uma conversa com elas: Quem se surpreendeu com o significado do seu nome? porque? Quem passou a gostar mais do seu nome depois de saber o que significa? Por que nosso nome é importante para nós? Será que Deus sabe o nosso nome? O que quer dizer o texto de Isaías 43.1c "Chamei-te pelo teu nome, tu és meu!" e o que isso tem de importante na nossa vida? Quais eram os nomes de Jesus (Emmanuel, Cristo, Nazareno, etc..) pesquisar na Bíblia os seus significados Somos criaturas de Deus LB, RJ, 1996 Tema: influências do mundo, formação, crescimento. Duração: 20min. Público: Adolescentes, mínimo 5 pessoas. Material: papel e lápis coloridos. Sentado em círculo, cada um recebe uma folha e lápis; escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser boneco de “palitinhos” ou com detalhes). Incentivar os preguiçosos e os tímidos. Após 2 ou 3 minutos, Observar o desenho: ele está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer? Passar o desenho ao colega do lado direito, pedir que acrescente uma coisa ao desenho - sugira que façam algo que representa uma qualidade positiva do dono do desenho. Passar novamente para a direita, repetir o processo umas duas ou três vezes. Devolver o desenho ao dono. Lembrar às crianças que o desenho representa uma pessoa, e que devemos demonstrar respeito (esteja atento para evitar ao máximo, chifres, rabos e outras adições grosseiras aos desenhos uns dos outros). Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir as perguntas feitas c/ relação ao desenho), o que Ele quer de nós? E as pessoas c/ quem convivemos, nos influenciam (o que elas nos dizem pode nos influenciar? O que professores e amigos fazem acrescentam algo a nós)? Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como nosso salvador. Desenhar um coração na figura e desenhar uma cruz dentro dele ou outra representação que o grupo concorde. Será que estamos prontos aos olhos de Deus, o que mais falta em nós? (deixar um minuto de oração silenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de “desenhá-los") Sugestão (esta parte não foi testada): recolher os desenhos e expô-los na igreja. Convidar os pais e a comunidade a ver os desenhos e escrever para cada um dos jovens uma palavra, um desejo, uma benção no papel (se o papel já estiver muito ocupado pelo desenho, grampear ou colar uma segunda folha ao lado do desenho, deixar canetas próximas); devolver o desenho aos jovens na semana seguinte. União faz a Força 1. Andreia, ?, 1999 Tema: comunhão e participação. Duração: 15min. Público: Adolescentes, mínimo 4 pessoas. Material: fios finos de barbante ou de lã (pedaços de mais ou menos 30cm). Distribuir entre os participantes os fios de barbante, pedir que cada um analise a aparência, utilidade e propósito daquele pedaço de barbante, (cerca de 2 minutos, para não ficar cansativo). Pedir que cada um tente arrebentar o seu fio e observe como foi fácil. Depois, pedir que cada um ofereça o maior pedaço que lhe sobrou para formar um feixe de barbantes e pedir a alguns voluntários que tentem arrebentar este feixe. Observar como fica mais difícil a medida que o feixe fica grosso. Para concluir leia o texto bíblico: Eclesiastes 4. 9-12 e discutam sobre a relação com a dinâmica e o grupo. 2. Aline, ?, 2000 Tema: comunhão e participação. Duração: 15min. Público: Adolescentes, mínimo 4 pessoas. Material: 1 pacote de palitos de madeira para churrasquinho. Pedir que um dos participantes pegue um dos palitos e o quebre. (o que fará facilmente). Cuidado com as pontas finas dos palitos. Pedir que outro participante quebre cinco palitos juntos num só feixe (será um pouco mais difícil). Pedir que outro participante, quebre todos os palitos que restaram num só feixe. Se não conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo. Estimular todos os participantes a que falem sobre o que observaram e concluíram. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos. Viver a Palavra de Deus Fr. Cristiano A. (católico), 1997 Tema: fé e testemunho. Duração: 15min. Público: Adolescentes, mínimo 3 pessoas. Material: uma tigela ou copo com água, um giz, uma pedra e uma esponja. Coloque a tigela de água em local visível e vá mergulhando um a um os objetos e promovendo debate, sobre a reação de cada peça à água e comparando com a forma das pessoas vivenciarem a Palavra de Deus. Também pode tomar algum texto Biblíco que fale sobre evangelização, entrega e mudança de vida; não vou citar nenhum porque a dinâmica vem ao encontro da realidade que o dirigente e de cada grupo. 1. água: fonte que restaura e purificação e que gera vida. Simboliza aqui a Palavra e o agir de Deus na sua vida. 2. giz: feito de cal e que absorve para si toda água. Simboliza pessoas que recebem a Palavra de Deus mas ficam só prá si, deixando de anunciar e testemunhá-la; 3. pedra: material rústico que não deixa que nada penetre dentro de si. Pessoas que se fecham e não deixam que a Palavra de Deus as transforme e molde suas vidas como vaso nas mãos do oleiro; 4. esponja: depois de molhada absolve uma certa quantidade de água, assim que apertá-a ela transmite o que tem de mais precioso dentro de si que é a água que purifica e restaura. É a pessoa que absorve, escuta a Palavra de Deus, e deixa que transforme e modifique sua vida; tornando também testemunha fiel do Reino de Deus. ACIMA DE 30 MINUTOS As Duas Alianças Walter B, RJ, 2000. Tema: Gênesis: criação e dilúvio. Novo Testamento: Nova aliança em Cristo. Duração: 45min a 1h. Público: Adultos; 20 ou mais pessoas. Material: 1 plástico preto (aprox. 4x6m), material para a Santa Ceia e componentes do altar; Bíblias; Cds e aparelho de som. 4 folhas de cartolina azul claro e 4 de azul escuro; 6 cartolinas marrom cortadas em forma de morros; cartolinas verdes cortadas em forma de árvores (na altura da cartolina) e/ou ramos, flores ou folhagens naturais; sol, estrelas e lua; pássaros, animais, peixes e pessoas (cortar de revistas, bonecos e bichos de pelúcia, dobraduras...); fitas ou tiras de aprox. 1 metro (pode ser pano ou papel) nas cores azul, vermelho, amarelo; uma pomba branca com ramo; toalha branca (pequena) e vendas para os olhos. Hinário utilizado: HPD (Hinos do Povo de Deus) da IECLB, Editora Sinodal. Foi preparada para um encontro de casais e propõe oferecer aos participantes uma visão abrangente de três momentos fundamentais na história da humanidade temente a Deus, enfocando a “criação do mundo”; “o dilúvio e a aliança Divina”; “a crucificação e a nova aliança em Cristo”. Encerra-se a dinâmica com a “nova Aliança” do Cristianismo: A Santa Ceia, administrada em comunidade. Os Participantes: Para um bom resultado desta dinâmica, recomenda-se a média de 20 pessoas (ou mais...) É interessante que os participantes não saibam detalhes da dinâmica, mas serão previamente convidados a trazerem os materiais e elementos necessários. Preparação prévia: Dos organizadores: - informar aos integrantes (antecipadamente) a(s) peça(s) que deverão trazer; - preparar (meia hora antes, no mínimo, o local da dinâmica, verificando se tem os hinários na quantidade certa, o plástico preto estendido no chão, os elementos da Eucaristia (à mão, fora da área da dinâmica), a música ambiente. Do participante: - Trazer as peças que lhe compete, a Bíblia e estar presente pontualmente. A Dinâmica: Introdução: Esta dinâmica quer nos oferecer uma oportunidade de conferirmos a realidade das duas “Alianças” que o Trino Deus nos garantiu, ontem e hoje e para sempre. Convidamos portanto a todos para formarmos um círculo ao redor deste plástico preto (podem subir nele) Cantar o hino 248 Queremos realizar esta dinâmica, em “nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, enfim, da Santíssima Trindade a quem damos honra e louvor. Cada integrante deverá colocar agora a “venda nos olhos”. Uma pessoa conduz o grupo a formar uma espiral bem apertada no centro do plástico; não se assustem com incertezas, barulhos, sensações estranhas, e assim permaneçam bem apertados um contra o outro, enquanto escutam a leitura: Gênesis: 1, 1-2 O condutor desfaz a espiral enquanto é lido Gênesis: 1, 3-6. Podem retirar as vendas dos olhos enquanto caminham de volta ao círculo. Formar um círculo ao redor do plástico e, de acordo com a leitura bíblica cada participante deverá colocar sobre o plástico, a(s) peça(s) que está(ão) em seu poder, à moda e maneira que lhe convier...: (Sempre atuar após a leitura) Gn: 1, 7-8 (céu e água); Gn: 1, 9-10 (terras, morros); Gn: 1, 11-13 (vegetações); Gn: 1, 14-19 (sol, lua, estrelas); Gn: 1, 24-25 (animais); Gn: 1, 26-27 (Adão, Eva, pessoas) Todos se dão as mãos e recebem a bênção Divina : Gn: 2, 3 O dilúvio... (neste momento alguém deve revolver a cena montada sobre o plástico... deixar tudo no centro, revolvido - pegar o plástico pelas pontas e juntar todo o conteúdo no centro e abrir novamente o plástico) Ler: Gn: 7, 17-19 e 22 A primeira aliança: Ler Gn: 9, 11-13 e 16 Convidar após a leitura, os participantes a refazem o painel e o participante que trouxe as fitas coloridas a arrumar um arco-íris e colocar a Pomba da Paz. Apelo: “Vinde e unamo-nos ao Senhor, em aliança eterna que jamais será esquecida” (Jr: 50, 5) MAS ... a realidade humana foi e é diferente... A crucificação : O Cordeiro “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo...”(Jo: 1,29) Colocar o Crucifixo no centro do painel, sobre a toalha branca e Ler Mc: 14, 1-2 e...38 A nova Aliança: neste momento, prepara-se o Altar (sobre a toalha onde já está o Crucifixo) e os elementos da Eucaristia. Todos em círculo colaboram, os participantes responsáveis pelos castiçais, crucifixo, flores, e elementos (pão, vinho, cálice) preparam a Mesa do Senhor. Cantar hino 159 Pastor/a realiza a Bênção e Instituição da Santa Ceia com a leitura de Mc: 14, 10-26 e todos oram em conjunto o “Pai Nosso” “Vamos à Ceia do Senhor, pois tudo já está preparado”... A distribuição é feita no círculo, cada um passando ao vizinho do lado o pão e depois o vinho, dizendo: “Este é o Corpo e Sangue de Cristo” (ou outra palavra breve...) Oração final (todos de mãos dadas) Agradecimento, intercessão, louvor Hino final: 161 Abrir para Comentários e discussão. Ano Novo, Turma Nova LB, RJ, 2000. Tema: integração e verificação de conhecimentos Duração: 30 a 45 minutos Público: adolescentes; mínimo 5 participantes. Material: papel, caixa de sapato, lápis, papel de embrulho e fitas Faça para cada criança, uma pequena caixinha ou embrulho de presente, contendo 12 quadradinhos de papel: 1. X dias de aula (no meu caso eram cerca de 30 sábados por ano). 2. Jesus 3. Jogos 4. Bênçãos de Deus 5. Trocas 6. vários pontos de interrogação (???) 7. Novos Amigos 8. 10 + 2 Mandamentos 9. Leitura da Bíblia 10. Histórias, estudo, conhecimento 11. Conversas com pais, amigos, entre nós. 12. Oração, louvor, música Faça também uma folha, como se fosse uma carta com o seguinte texto: "No dia 1o de janeiro nós recebemos um presente. Todos nós o recebemos do mesmo tamanho. Nós o sabemos. Levaremos 365 dias para conhecer o presente que recebemos, é como uma destas belas caixas de surpresa, que se lê apenas uma por dia. 365 dias de expectativa, surpresas, alegrias, tristezas... Mais alegrias que tristezas para quem está perto de Deus. Mas, além deste presente de 365 dias, este ano em especial, nós recebemos um segundo presente..." Coloque as caixinhas dentro da caixa de sapatos, junto com uma folha com o texto e embrulhe com papel de presente bem vistoso e deixe em local de destaque na sala. Inicie o encontro se apresentando e com algumas músicas. Convide a turma para sentar em círculo, pode até ser no chão para descontrair. Pegue o presente e retire a "carta"; leia o texto pausadamente e ao chegar à última frase, olhe dentro da caixa, e demonstre surpresa, como se só então tivesse percebido os demais pacotinhos. Passe a caixa ao redor do círculo e peça que cada um tire o seu presente. Peça que abram, leiam cada quadradinho. Pergunte: O que vocês acham destas coisas? Vamos começar com a carta "???" - esta é para vocês. Quando vocês vieram hoje para cá, era assim que estavam se sentindo? O que seus pais explicaram sobre estas aulas? O que vocês acham - vai ser bom ou vocês acham que vai ser chato? Que perguntas vocês gostariam de fazer? Depois deste papo inicial, peça que cada um escolha uma carta que lhe chamou a atenção e que diga o que entende sobre o que está escrito. Explique ou acrescente o que for necessário: 1. X dias de aula. Nós vamos ter tantos encontros; o horário é tal; teremos férias em julho ou não, etc.. 2. Jesus Este será o tema principal dos nossos encontros, etc.. 3. Jogos Após cada encontro podemos jogar bola, tem espaço, tragam jogos de tabuleiro, vou usar brincadeiras em alguns encontros... 4. Bênçãos de Deus Este ano será abençoado, porque Deus prometeu que estaria presente conosco... 5. Novos Amigos Esta é fácil: vejam as pessoas aqui, serão novos amigos (aproveite este momento para pedir que cada um diga o seu nome e idade) 6. 10 + 2 Mandamentos Mas eu sempre ouvi falar que eram 10!! Sim, mas Jesus nos deu outros 2, sobre os quais também vamos estudar. 7. Leitura da Bíblia É importante que vocês tenham cada um a sua Bíblia, a tragam sempre, cuidem dela, não deixem rasgar ou sujar, etc.. 8. Histórias, estudo, conhecimento Os encontros terão sempre uma história ou um tema, nós vamos debater, estudar, ler, etc.. 9. Conversas com pais, amigos, entre nós. Sempre que alguém tiver dúvida podemos conversar, vamos fazer entrevistas com os pais, com pessoas da comunidade, etc.. 10. Oração, louvor, música Nossos encontros vão começar sempre com alguns cantos, com oração; vamos encerrar com... 11. Trocas Bom, e esta carta? Não sou só eu que vou ficar falando sozinha, vocês também sabem alguma coisa. Peça que cada um diga um personagem ou uma história bíblica que conheça. Quando todos tiverem terminado, peça que peguem esta carta de troca, e escrevam o seu nome atrás dela. Depois, vão passar esta carta para a direita, e novamente escrever o seu nome. Assim até que todas as fichas tenham todos os nomes. Peça que se levantem e procurem uma pessoa (ou mais) que ainda não conheçam. Conversem com ela, identificando o nome, idade, interesses. Encerre o encontro com música e oração. Se as crianças forem usar um caderno ao longo do ano, os quadradinhos podem ser colados numa das páginas deste. Ceia - Presente de Cristo LB, RJ, 1995. Tema: Santa Ceia / Eucaristia. Duração: 45 minutos Público: adolescentes; mínimo 5 participantes. Material: Caixa, papel de presente, papel colorido, Bíblias, papel e lápis. Prepare com antecedência: 1 caixa de sapatos, embrulhada como se fosse um presente, bem vistoso Dentro dela coloque pequenos presentinhos, em cores diferentes (tantas cores quantas forem os pequenos grupos que irão ser formados para discussão); estes presentinhos, podem ser simplesmente um retângulo de papel dobrado ao meio, com a frase "Eu te dou a Minha Vida!" escrita no lado interno 1 carta, com o seguinte texto sugerido: "Queridos irmãos da _______, Este é o meu presente para vocês, e é com muito amor que o dou. Há um pequeno pedaço dele para cada um de vocês, peguem o seu na caixa, mas não o abram ainda! Qual a sensação de ganhar um presente? Assim de surpresa? É bom, ruim? O que passa na sua cabeça? E na véspera de seu aniversário? Você sabe que no dia seguinte vai ter festa, amigos, parentes... E com certeza alguns presentes. O que será que você vai ganhar? Aquilo que tinha pedido, ou vão te surpreender com algo inesperado? Como você se sente? E este pequeno presente, o que será?" e folhas de perguntas, uma para cada grupo. Inicie a dinâmica dizendo que o grupo recebeu um presente, acompanhado de uma carta que você gostaria de ler. Pegue a caixa e mostre ao grupo; leia a carta, e deixe que cada um tire o seu presentinho de dentro dela. Depois, peça que se dividam em pequenos grupos, de acordo com a cor do presente tirado da caixa, e que só então o abram. Distribua as folhas de perguntas entre os grupos e deixe tempo suficiente para conversarem sobre cada questão. Sugestões de perguntas: 1. Qual a sua reação ao abrir este pequeno presente? 2. Leia: Mateus 26, 26-30 e I Coríntios 11, 23-29 Quem deu a sua vida? Para que? De que forma? 3. Quando vamos a igreja, tomar a Santa Ceia, como nos comportamos, o que sentimos, como agimos? 4. No que a Santa Ceia é igual a ganhar um presente? No que é diferente? 5. Precisamos fazer alguma coisa especial para ganhar este presente de Cristo? Depois deste momento, reúna todo o grupo e converse novamente sobre cada uma das questões, enfatizando as diferenças entre a alegria do perdão e o peso/tristeza de nossos pecados. A possibilidade de confessar a Deus, se arrepender e receber, gratuitamente o grande presente da vida de Cristo. Encerre com uma oração e o convite para participar da Ceia no próximo culto. (Ou se você for o pastor, oficie uma Ceia com o grupo; se quiser, ao invés de óstia use, pão árabe; é uma experiência muito rica, passar o pão de mão em mão, em que cada um rasga um pedaço de pão e o oferece ao próximo, da mesma forma, com o vinho se usamos um cálice único). Cidade Comunitária Walter B. (IECLB), RJ, 2001 Tema: Trabalho em equipe; dons a serviço do grupo. Duração: 2horas Público: todas as idades; 20 participantes. Material: Argila (escolar encontrada em papelarias); um tablado de madeira (1,5x1,0m) pode ser uma placa de compensado ou uma mesa forrada com plástico grosso; duas bacias grandes (para preparar a massa); dois baldes para água. Bíblia. Hinário usado: HPD (Hinos do Povo de Deus), IECLB, Editora Sinodal. Cafezinho com biscoitos (o cafezinho deve ser servido fora do alcance visual do local da dinâmica) Esta dinamica propõe a polemica da individualidade e opostamente os resultados da organização e companheirismo. Próprio para integração e união de grupos independentemente da idade. Participantes: Pastor (P), Dirigente (D) e quantos membros (M) quiserem. P: Chegada, saudação, apresentação D: Fazer um grande círculo (bem aberto e de mãos dadas), agradecimentos P: ORAÇÃO INICIAL (...incluir o pedido da presença da Santíssima Trindade...) Todos: Hino 177 P: leitura do Salmo 127 D: leitura do Salmo 128 D: formação de pequeno círculo: “O abraço comunitário” T: Hino 165 M: Leitura de Gn.11:1-9 D: “A VILA DE BARRO” Esclarecer sobre o uso da argila e que cada um(a) fará uma parte desta Vila, construindo sua casa, animais, obelisco etc. CADA QUAL INDIVIDUALMENTE... Colocar a massa em bacias e convidar à manipulação da massa; várias pessoas manipulam juntas cada bacia (tato, sensação, prazer). Cada um retira um pouco de massa. Construção da Vila: trabalho individual cada qual fazendo a sua parte (idéia própria) - previsão 1/2 h. Formar grande círculo e avaliar os resultados (sem muita delonga...) D: convidar a todos para lavarem suas mãos, tomarem um cafezinho, SEM retornarem ou permanecerem no local da dinâmica (esta etapa deve ser feita em local sem alcance visual do espaço da dinâmica) e levarem suas Bíblias e Hinários (intervalo previsto 15 min.) M. Anônimo: amassar e revolver a “Vila de Barro”, sem tirar do tablado. (Combine com antecedência com uma pessoa para que ela faça esta destruição; não deve ser o dirigente ou o pastor, pois sua ausência chamaria a atenção). T: Hino 216 (no local do cafezinho) M: leitura Hb.10:19-31 D: Convidar a voltar ao local da “VILA DE BARRO”. Avaliar a “decepção, desolação, reações, comportamentos..”. E agora o que fazer? Lamentar! Desistir!... Formar grande círculo para tomada de decisões... M: se afasta do grupo e lê em Voz alta Is.64:1-7 P: ORAR: Is.64:8-12 T: Cantar Hino 194 (2x) D: Coordenar a “RECONSTRUÇÃO DA VILA DE BARRO”: sugerir estratégia de reconstrução; trabalho de equipe e não isolado; cuidados e proteções contra invasores; sugerir muros, porteiras, torres etc; T: Hino 166 D: coordenar o “lavar as mãos e proteger a Vila” (dois grupos = um cuida, outro se lava...) coordenar o retorno à “Vila de Barro” (acelerar o retorno) e formar grande círculo ao redor da Vila : Comentar o valor do trabalho em equipe, os Dons que recebemos; apreciação artística. Convidar a todos para suas avaliações e manifestações. M: ler Rm.12:1-8 P: fazer breves considerações sobre o texto lido (Rm.12:1-8) e sobre a Dinâmica; T: Hino 216 P: Bênção : Ef.1:3-8 T: ORAÇÃO FINAL / “Pai Nosso” e Hino 302  Dicas para o uso da argila: Antes de começar o trabalho, manipule e amacie bem a argila, batendo-a contra o chão, e umedecendo com pouquinha água. Para modelar pode-se usar, além das mãos, colheres, garfos, espátulas. Para colar partes prontas de uma peça, arranhe as superfícies e umedeça ligeiramente. Para arrematar a junção, estique um pouco de argila de uma das partes, ou faça uma "minhoca" e envolva a junção, esticando depois sobre as 2 partes. Para alisar a massa e dar acabamento, umedeça levemente com água e passe a mão ou as costas de uma colher. Culto Jovem Ademir T. F. (Pentecostal), SP. Tema: Motivação e participação nos cultos. Duração: preparo + culto Público: jovem, mínimo 5 pessoas. Material: Convites, música e instrumentos, suco e salgadinhos, cadastro de aniversariantes. Culto do +1. Num culto de mocidade pré-estabelecido, jovens serão desafiados a trazerem um visitante pelo menos, do contrário o culto perde a razão de ser. Montar um programa de culto evangelístico com bom pregador, música, dramatização e cantina para confraternização. Premie aquele que trouxer mais visitantes. Culto do reencontro ou da centésima ovelha. Culto da mocidade em que serão convidados por carta ou pessoalmente todos os que fizeram parte do grupo de jovens. Madrugada com Deus. Os organizadores acordam às 4 da manhã, e com transporte e percurso previamente estudados, vão passando na casa dos componentes do grupo que devem rapidamente acompanhar os demais. O alvo é estar às 6 da manhã na igreja para oração, louvor e meditação, e servir às 8 da manhã um “café de comunhão”. Cantinho da integração. Após o culto dominical, os visitantes são convidados a tomar um chá ou suco na cantina. Para lá devem se deslocar alguns integrantes do grupo de jovens e que apresentarão os visitantes e orarão por eles. Também pode-se programar um rodízio entre os jovens, para que a cada domingo alguns cheguem mais cedo na igreja e recepcionem, não só os visitantes, mas também membros "regulares" da comunidade, com um abraço de bom dia. Culto de Ação de Graças. Prepare um micro-culto a ser realizado na casa do integrante do grupo, no domingo mais próximo ao aniversário dele - funciona como uma visita especial de aniversário. Ou pode-se fazer um culto por mês, na igreja ou outro local, onde se faça uma bênção especial aos aniversariantes do mês, que deverão antecipadamente receber convite ou telefonema avisando deste culto. Festa Jovem Ademir T. F. (Pentecostal), SP, 2002. Tema: Convite e motivação. Duração: 2horas cada. Público: jovens, mínimo 5 pessoas. Material: de acordo com a festa. Dia dos Namorados - 12 de junho ou data próxima. Fazer um "jantar do amor". Ler textos bíblicos relacionados a amor, amizade, etc. Pensar na decoração do ambiente, fundo musical e músicas para cantar. Pode-se premiar a carta mais romântica, mais antiga, a melhor foto do casal, etc. Pode-se também programar o “Dia dos Solitários”. Seria um encontro entre aqueles que não namoram. Pode ser na casa de alguém (cada um leva um pratinho) ou numa pizzaria ou algo do tipo. Chá da amizade. O convite pode ter o formato de xícara, de uma fatia de bolo, com data e local. O objetivo do encontro deve ser o evangelismo, visando os amigos que gostaríamos de levar ao convívio da igreja e a integração de novos jovens ao grupo. A idéia é realizar no inverno. No verão pode-se fazer o “Suco da Amizade”. Deve-se ter um devocional sobre a amizade, corinhos sobre tema, sorteio de pequenos brindes (debaixo das xícaras cole com durex alguns vales-brindes). Faça correio da amizade. E que tal convidar o pastor? Festas com Cardápio Temático. Com o objetivo de arrecadar fundos e aumentar a comunhão e amizade cristã, promova festas com o cardápio como tema. A decoração e as roupas dos "garçons" poderão ser de acordo também: - do sorvete (sirva casquinha, sunday, milkshake, banana-split, etc.. Decore o espaço como uma lanchonete dos anos 1950) - do cachorro-quente (tente molhos e acompanhamentos diversos) - da pipoca (doce, salgada, com queijo, com bacon... Observe como os pipoqueiros se vestem e tente conseguir um carrinho de pipoca, destes que se alugam para festas. ) - do milho (ofereça polenta, canjica, broa, pamonha... Todo mundo vestido de espantalho? Decoração como um milharal, com palha espalhada no chão.) - da esfiha (carne, queijo, acelga... Árabes, turbantes, lenços coloridos.) - churrasco (nem precisa dizer...) Faça correio elegante e louvor comunitário; seja criativo! Noite da Pizza. Reserve com uma pizzaria, acerte com um bom grupo musical evangélico e faça um programa conjugando o espiritual ao material. Pode-se pensar em evangelização, pois muitos que não iriam a uma igreja podem ir a uma pizzaria. Jornal de Natal Lilliana, Iugoslávia, 1996 Tema: Nascimento de Cristo, Advento e Natal. Duração: poucas horas a dias, dependendo da complexidade. Público: Adolescentes, mínimo 6 pessoas. Material: Bíblias e livros; mapa da região de Belém; papel e lápis; livros de geografia e história para você estudar previamente. Ao invés de fantasiar as crianças com roupas de anjos e pastores, que tal trabalhar com elas uma leitura e interpretação atual da história de Jesus? Leia a história do natal, de preferência em mais de uma fonte - Bíblia na Linguagem de Hoje, Bíblias e Livros infantis, etc... Peça que observem programas jornalismo na TV e jornais impressos. Faça com as crianças um diagrama sobre as sessões que um jornal contém, tipos de matérias, se levam fotos ou não, etc.. Proponha que desenvolvam um jornal sobre o dia do nascimento de Jesus. Pode ser em formato impresso (que pode depois ser fotocopiado e distribuído aos adultos) ou em formato TV, a ser apresentado a comunidade. Antes de iniciar, determine: - Quem edita o jornal? (O povo local era judeu; o governo era romano). - O jornal é de onde? (da cidade de Belém? de todo o país?) Temas que vocês podem desenvolver: - lotação esgotada nas hospedarias - um editorial sobre o censo: a direção do jornal concorda ou discorda do decreto romano para realizar o censo? - uma estranha estrela nos céus - a visita inesperada de reis do oriente (explore com as crianças a aparência diferente que estes homens deviam ter, o impacto deles na população local, etc...) - a visita de pastores de ovelhas à cidade (no meio do horário de expediente!! Será que os pastores estão fazendo uma greve?) - um dos "repórteres" pode ir junto com os pastores ou os reis, e entrevistar os pais da criança (porque ela está recebendo tantas visitas, quem é, o que há de tão especial aqui?) - previsão do tempo (quem sabe até com um mapa da região?) Incluam também propagandas, afinal, um jornal as tem: - uma do governo, convocando para o censo - quais os produtos da época? Camelos (aluguel de camelos ou "vaga" para estacioná-los); comidas (o que se comia? como anunciar estes produtos?); pontos turísticos de Belém ("aproveite que você está aqui para o censo, e visite..." - quem sabe o templo, ou algum local relevante da história do rei Davi). As fotografias para o jornal impresso podem ser desenhos das próprias crianças. Para o jornal da TV, vocês podem confeccionar um cenário para os "âncoras" usando mesas e cadeiras e um painel de papel pardo ou um pano no fundo e da mesma forma criar cenários para as entrevistas e reportagens nos diferentes locais. O importante é que as crianças mergulhem na história e encontrem aspectos inusitados da narrativa bíblica.
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